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Nossa Sra. das Vocações

Nossa Sra. das Vocações
Senhor que dissestes "a messe é grande e poucos são os operários", nós vos pedimos que envieis muitas e santas vocações sacerdotais e religiosas para nossa Diocese. Necessitamos de sacerdotes que nos dêem o pão da Eucaristia e o Pão da Palavra e assim possamos viver a vossa vida. Virgem Santíssima, Mãe dos sacerdotes, intercedei junto a vossa Divino Filho pela perseverança e santidade de nossos sacerdotes e seminaristas. Amém. Nossa Senhora das Vocações, rogai por nós!

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Guarulhos, São Paulo, Brazil
Somos irmãos no Discernimento Vocacional da Diocese de Guarulhos ( Marcelo, Nilton, Ricardo, Robson, Ítalo e o Bruno ) que, movidos pelo Espírito Santo tivemos a idéia de montar esse blog inspirado nos emails que trocamos. Com um único objetivo: transmitir mensagens de fortalecimento da fé, partilhar de nossa caminhada. Publicar tudo o que é suscitado em nossos corações. As tribulações, as vitórias e as alegrias que alcançamos dia-a-dia com Jesus e Maria. Seguindo a ordem nos dada pelo mestre dos mestres: " Ide pelo mundo e pregai o evangelho a toda criatura" Venha fazer parte conosco dessa missão confiada à todos nós!

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É fácil seguir Jesus?


A Santa Eucaristia é a celebração do serviço de Jesus pela humanidade. O início da narrativa do Evangelho do décimo terceiro domingo do Tempo Comum é uma introdução solene da viagem de Jesus a Jerusalém. É o começo da sua volta ao Pai e Ele apresenta suas condições para quem quer segui-lo.

Mas não é tão fácil e simples seguir esse Jesus que pôs o pé na estrada. Dois discípulos precisam ser “exorcizados” quanto ao preconceito racial e à intolerância religiosa. Outros são provocados a abandonar segurança, a rever prioridades e a romper laços familiares para pertencer a uma família que não se constitui a partir dos laços de sangue.

As palavras de Jesus neste Evangelho são dirigidas a todos os cristãos. Ele exige tudo de todos para sermos cristãos. Não podemos nos apegar nem a nossa alma, que é uma de nossas posses; devemos nos desapegar de tudo e segui-lo. Desde que dirijamos nossa vida para Deus, não devemos nos perturbar. É preciso vencer os prazeres carnais e conduzir nossa vida da melhor maneira, abandonando todo o resto para aquele que tem o poder de fazer tudo o que quiser.

Neste domingo, as leituras nos lançam nesse desafio que nos envolve por inteiro, exigindo de nós uma tomada de posição.

O Senhor nos conhece. Ele sabe que não nos transformamos de uma hora para outra.

Mas o nosso objetivo deve ser ir nos aperfeiçoando até chegar ao ideal cristão. Não é fácil, mas é possível. Só depende de nos tornarmos cristãos autênticos.

E, justamente porque não é fácil, é que é importante, valioso.

Somos humanos e passíveis de erros e imperfeições, mas também somos divinos, porque fomos criados à imagem e semelhança de um Deus uno e trino, que fez o Cristo se tornar humano entre nós a fim de que aprendêssemos a assumir a divindade em nosso interior.

Dom Eurico dos Santos Veloso
Arcebispo Emérito de Juiz de Fora - MG
Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

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No dia 29 de junho, a Igreja celebra a festa de São Pedro, o apóstolo que Jesus escolheu para ser o chefe dos apóstolos, como se lê não só no Evangelho de São Mateus (16, 18), mas também em São João (21, 16-18). Através da imagem das chaves Cristo prometeu-lhe a chefia da cidade e entregou-lhe o rebanho todo. Por ser a festa de São Pedro, é o dia do papa, que é seu sucessor.

O atual é Bento XVI. Neste dia todos os católicos do mundo rezamos por ele, pedindo ao Senhor que as luzes do Espírito Santo o iluminem e o fortifiquem para o bem da Igreja.
O poder do Papa na Igreja não é de um soberano absoluto, cujo querer é lei. Mas sua missão é por-se a serviço da palavra de Deus e fazer que esta palavra de Deus esteja no coração de todos. É pois Ele que ilumina os passos da humanidade e aponta os caminhos do Evangelho em nome de Jesus Cristo.



Por ser criatura humana, carrega em si, não obstante a excelsitude de seu cargo e de sua missão, as qualidades e limitações da natureza humana. Daí as diferenças pessoais dos Papas. Para os que temos fé, sabemos ver nos Papas, que a história nos retrata, tanto a autoridade suprema em nome de Jesus, como as diferenças pessoais de cultura, de psicologia, de origem e de formação.



No Papa atual Bento XVI, temos de reconhecer sua invejável cultura teológica, doutor que é em teologia. Sua tese de doutorado foi sobre a teologia de Santo Agostinho.



Além do preparo inrtelectual no campo da teologia, Bento XVI é “expert” na arte musical. Pianista, levou para seus aposentos o piano, que possuia quando cardeal. Isto se deve ao ambiente musical de seu lar e da sua família. Hoje, nas poucas horas vagas do seu dia, consegue deslisar os dedos ageis na sonora brancura do teclado. E sua preferência é por Mozart. Ele mesmo recorda que, “na sua paróquia de origem, quando nos dias de festa, tocavam uma Missa de Mozart, para mim era como se estivessem abertos os céus”.

Homem muito discreto, vive no silêncio de seu palácio, de modo que pouco ou quase nada se sabe de sua vida pessoal. Apenas, por indiscrição de um cardeal, com quem almoçava às vezes, antes de ser papa, sabe-se que aprecia doce e chocolate. Sem dúvida um bom gosto...



Sabe-se por confidência dele mesmo, que no seminário, quando jovem, sua “verdadeira tortura” era a hora do esporte, por não se sentir dotado para o exercício físico.

Estas pinceladas, que tentam mostrar a personalidade do nosso atual Pontífice, têm a pretensão de fazê-lo mais conhecido, admirado e amado. E no seu dia, que é a festa de São Pedro, o Senhor O conserve, O faça feliz e iluminado para o bem de nossa Igreja. E sempre abençoado, como diz seu próprio nome.




Dom Benedicto de Ulhoa Vieira
Arcebispo Emérito da Arquidiocese de Uberaba-MG



Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

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    Hoje a Igreja do mundo inteiro celebra a santidade de vida de São Pedro e São Paulo apóstolos. Estes santos são considerados "os cabeças dos apóstolos" por terem sido os principais líderes da Igreja Cristã Primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor e zelo missionários.

    Pedro, que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro. Em princípio, fraco na fé, chegou a negar Jesus durante o processo que culminaria em Sua morte por crucifixão. O próprio Senhor o confirmou na fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi testemunha), tornando-o intrépido pregador do Evangelho através da descida do Espírito Santo de Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira comunidade. Pregou no Dia de Pentecostes e selou seu apostolado com o próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como seu Senhor, Jesus Cristo.

    Escreveu duas Epístolas e, provavelmente, foi a fonte de informações para que São Marcos escrevesse seu Evangelho.

    Paulo, cujo nome antes da conversão era Saulo ou Saul, era natural de Tarso. Recebeu educação esmerada "aos pés de Gamaliel", um dos grandes mestres da Lei na época. Tornou-se fariseu zeloso, a ponto de perseguir e aprisionar os cristãos, sendo responsável pela morte de muitos deles.

    Converteu-se à fé cristã no caminho de Damasco, quando o próprio Senhor Ressuscitado lhe apareceu e o chamou para o apostolado. Recebeu o batismo do Espírito Santo e preparou-se para o ministério. Tornou-se um grande missionário e doutrinador, fundando muitas comunidades. De perseguidor passou a perseguido, sofreu muito pela fé e foi coroado com o martírio, sofrendo morte por decapitação.

    Escreveu treze Epístolas e ficou conhecido como o "Apóstolo dos gentios".


                            São Pedro e São Paulo, rogai por nós!


Tiago Jesus
Vocacionado Diocesano

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João Batista, o Profeta do Altíssimo



    No mês de junho, a nossa mãe Igreja comemora a Solenidade da Natividade de São João Batista, o profeta que foi, em sua essência, o fiel arauto do reino de Deus. João Batista é, excepcionalmente, o único santo a quem a Igreja dedica duas de suas festas: o nascimento e o martírio. Esse fato singular já é suficiente para despertar nossa atenção acerca desse profeta que, por meio de sua voz, anunciava um reino iminente, renovando a promessa feita por Deus aos patriarcas do Antigo Testamento.
 
    Já no Antigo Testamento encontramos passagens que se referem a João Batista. Ele é anunciado por Malaquias e, principalmente, por Isaías. Os outros profetas são um prenúncio do Batista e é com ele que a missão profética atinge a sua plenitude. Ele é, assim, um dos elos entre o Antigo e o Novo Testamento.
 
    São João Batista despertou para a vocação profética, para o cumprimento de sua missão, ainda no ventre de sua mãe, de onde, estremecendo de alegria, já anunciava a presença do Cristo, do Salvador dos homens. Em sua primeira manifestação, ele nos ensina que a felicidade é o sentimento inerente a toda pessoa que está repleta da graça divina.

    Ao atingir a maturidade, o Batista se encaminhou para o deserto e, nesse ambiente, preparou-se, por meio da oração e da penitência, para cumprir sua missão. Mediante uma vida extremamente coerente, ele não cessava jamais de chamar os homens à conversão, advertindo: “Arrependei-vos e convertei-vos, pois o reino de Deus está próximo.” (Mt 3,2)
 
    São João Batista viveu integralmente a sua vocação, pois sabia que devia “preparar o caminho do Senhor, aplainar as suas veredas.” Ele não se deixou levar pelos erros ou pelas imperfeições. Basta perceber que, quando diante de Herodes, todos se deixavam influenciar pelos respeitos humanos; ele, sem hesitar, denunciava: “Herodes, não te é lícito ficar com Herodíades, mulher de teu irmão.” (Mc 6,18) E, diante da incoerência dos fariseus e dos saduceus, ele interrogava: “Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira que está por vir?” (Mt 3,7).
 
    A vaidade, o orgulho, ou até mesmo a soberba, jamais estiveram presentes em São João Batista e isso pode ser comprovado pelos relatos evangélicos. Por sua austeridade e fidelidade cristã, ele foi confundido com o próprio Cristo, mas, imediatamente, retrucou: “Eu não sou o Cristo!” (Jo 3,28) E “não sou digno de desatar a correia de sua sandália.” (Jo 1,27). Quando seus discípulos hesitavam, sem saber a quem seguir, ele apontava em direção ao único caminho, demonstrando o Rumo Certo, ao exclamar: “Eis o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” (Jo1,29). Desta maneira, o Cristo obtinha seus primeiros discípulos, André e João Evangelista, discípulos formados inicialmente na escola do rio Jordão.

    João Batista ocupa um lugar de destaque no Novo Testamento, pois ele foi a fiel testemunha de Cristo, foi quem preparou em tudo o caminho do Messias. Por amor à verdade, ele não hesitou nem mesmo diante da possibilidade de perder a própria vida, pois já reconhecia o valor da vida eterna.

    São João Batista é, indubitavelmente, um exemplo de amor e de fidelidade ao Cristo; ele cumpriu plenamente sua vocação profética. E por meio de um gesto de carinho, o próprio Cristo demonstrou o Seu agradecimento, deixando-se batizar por João e tecendo-lhe um belo elogio: “Dentre os nascidos de mulher, não há ninguém maior do que João.” (Lc 7,28). Deus elogia São João Batista e manifesta a importância desse profeta, pois um elogio divino é sempre grandioso. Cabe, então, a nós, nos esforçarmos para conhecer melhor o Batista.
 
   João Batista foi decapitado por ser coerente, autêntico, e por amar a Verdade, mas a sua voz continuou ressoando, pois quando Cristo realizava seus primeiros milagres, Herodes, afirmava: “João, que eu mandei decapitar, foi ressuscitado!” (Mc 6,16)

    Nos dias atuais, a voz do Batista continua ressoando, ao nos ensinar: “Produzi frutos de arrependimento, pois toda a árvore que não produzir bons frutos será cortada e lançada ao fogo.” (Lc 2, 8-9). São João Batista é um exemplo a ser seguido. Devemos, continuamente, escutar a sua voz para melhor servirmos na evangelização e, com humildade, desempenharmos as missões que nos são confiadas nas diversas Pastorais da Igreja. Devemos, também, aprender com João Batista a sermos fiéis à nossa vocação.

    João Batista apresentou o Cristo ao povo de Israel. Que possamos, então, solicitar a sua intercessão para que nos ajude a anunciar o nosso Redentor a todos aqueles que ainda não O conhecem .
 
    São João Batista, rogai por nós, para que sejamos, sempre, anunciadores do reino de Deus e fiéis companheiros de Cristo, nessa Jerusalém da vida, nesse longo caminho que abarca toda a nossa existência aqui na terra.


Aloísio Parreiras
Historiador e integrante do Movimento de Emaús
Arquidiocese de Brasília



Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

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Olhem o que nos espera:

 



NÃO PERCAM !!!!!




Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

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    A devoção ao Sagrado Coração de Jesus é uma das expressões mais difundidas da piedade eclesial, tal como refere recentemente o “Directório sobre a Piedade Popular e a Liturgia” da Congregação para o Culto Divino. Os Pontífices romanos têm salientado constantemente o sólido fundamento na Sagrada Escritura desta maravilhosa devoção.

    Como conseqüência das aparições de Nosso Senhor a Santa Margarida Maria Alacoque no mosteiro de Paray-le-Monial a partir de 1673, este culto teve um incremento notável e adquiriu a sua feição hoje conhecida. Nenhuma outra comunicação divina, fora as da Sagrada Escritura, receberam tantas aprovações e estímulos da parte do Magistério da Igreja como esta.

    Entre os documentos mestres nesta matéria encontramos a encíclica de Pio XII, Haurietis aquas, de 15 de Maio de 1956. Pio XII salienta que é o próprio Jesus que toma a iniciativa de nos apresentar o Seu Coração como fonte de restauração e de paz: “Vinde a mim, todos vós, que estais cansados e oprimidos, que Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para o vosso espírito. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. (Mt. 11, 28-30)

    Não é por acaso que as aparições a Santa Margarida Maria deram-se num momento crucial em que se pretendia afirmar secularização e que a devoção ao Sagrado Coração apareceu sempre como o mais característico de todos os movimentos que resistiram à descristianização da sociedade moderna.


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AS DOZE PROMESSAS

1. A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de meu Sagrado Coração.
 
2. Eu darei aos devotos do meu Coração todas as graças necessárias a seu estado.

3. Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias.
 
4. Eu os consolarei em todas as suas aflições.
 
5. Serei seu refúgio seguro na vida, e principalmente na hora da morte.
 
6. Lançarei bênçãos abundantes sobre todos os seus trabalhos e empreendimentos.
 
7. Os pecadores encontrarão em meu Coração fonte inesgotável de misericórdias.
 
8. As almas tíbias se tornarão fervorosas pela prática dessa devoção.

9. As almas fervorosas subirão em pouco tempo a uma alta perfeição.
 
10. Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente essa devoção o poder de tocar os corações mais empedernidos.
 
11. As pessoas que propagarem esta devoção terão os seus nomes inscritos para sempre no meu Coração.
 
12. A todos os que comungarem nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, darei a graça da perseverança final e da salvação eterna.




Fonte: Associação Apostolado do Sagrado Coração de Jesus



Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

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    O termo sacerdócio abriga na sua significação semântica referência à generosidade e ao desvelo no exercício de uma missão. A missão exercida de modo sacerdotal significa corajosa e denodada oferta de si, porque assume sacrifícios, ultrapassa com destemor horários, desafios, situações difíceis e adversas. Vale o bem, o que beneficia o outro. O bem daqueles que mais precisam.

    Sacerdócio, então, torna-se referência honrosa e qualificadora de um exercício profissional, de um devotamento voluntário a causas humanitárias e nobres na edificação de uma sociedade mais justa e solidária.

    Sacerdócio, no sentido estrito de sua significação, é referência àquele que consagra sua vida a serviço do Evangelho, no seu anúncio, movido por um amor apaixonado por Jesus Cristo. Significa o permanente desafio de traduzir este amor em gestos e comprometimentos, como guia de um povo, educador de sua fé, referência de sua unidade na experiência de celebrar e testemunhar o Deus da vida.

    O sacerdote, em expressão própria da teologia sacerdotal da chamada Carta aos Hebreus, é ‘tirado do meio dos homens, e constituído em seu favor’. Constituído em favor de todos, por consagração, por uma ritualidade que marca, indelevelmente, o seu ser. O sacerdote é selado na sua existência, apesar de seus limites humanos, como dom, em tudo o que faz, em tudo o que é. É desafiado a ser coerente, verdadeiro, sincero, transparente, a exemplo de seu Mestre e Senhor que ‘não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos”.

    Sábia, oportuna e abençoada foi a convocação feita pelo Santo Padre Bento XVI para o início do Ano Sacerdotal, em 19 de junho de 2009, com o encerramento hoje, dia 11, durante a solenidade do Sagrado Coração de Jesus, momento rico de espiritualidade na liturgia da Igreja Católica. Esta festa emoldurou o caminho do Ano Sacerdotal, acentuando a meta primordial deste ano, que segundo o Papa Bento XVI pretendeu ‘contribuir para fomentar o empenho de renovação interior de todos os sacerdotes para um testemunho evangélico mais vigoroso e incisivo’.

    O Santo e abnegado São João Maria Vianney (Santo Cura d’Ars), foi escolhido para ser o patrono de todos os sacerdotes - atualmente mais de 400 mil em todo o mundo. Uma escolha feita para iluminar a compreensão da figura do sacerdote como dom. Escolha feita por ocasião do 150º ano de partida de São João Maria Vianney para a casa de Deus, na vida eterna - ele que é o exemplo concreto, sempre atual e inspirador, de como fazer desta dádiva do sacerdócio um dom.

    O Santo Cura d’Ars costumava dizer, relembra o Papa Bento XVI, que ‘o sacerdócio é o amor do coração de Jesus’, evocando o dom imenso que os sacerdotes são para a Igreja e a humanidade. O testemunho pessoal do Papa Bento XVI, certamente, serve como modelo para seu sentimento quanto à presença de sacerdotes na própria vida, na vida da família, da comunidade e presença na sociedade.

    O Papa diz: “Eu mesmo guardo ainda, no coração, a recordação do primeiro pároco junto de quem exerci o meu ministério de jovem sacerdote: deixou-me o exemplo de uma dedicação sem reservas ao próprio serviço sacerdotal, a ponto de encontrar a morte durante o próprio ato de levar a santa comunhão a um doente grave. Depois, revejo na memória os inumeráveis irmãos que encontrei e encontro, inclusive durante as minhas viagens pastorais às diversas nações, generosamente empenhados no exercício diário de seu ministério sacerdotal”. Este testemunho do Papa está no coração de tantos, comprovando o sentido do sacerdócio como dom.

    Hoje, o mundo se volta para a Praça de São Pedro, no Vaticano, em Roma, e impressionam as cenas maravilhosas. Desde ontem, milhares de sacerdotes presentes, bispos, evangelizadores e ministros - o Povo de Deus ao redor do altar, para celebrar esse grande dom, sob a presidência terna e exemplar do sacerdote que é o Papa Bento XVI. Esse momento abre um novo ciclo na vida da Igreja, na coragem de ações e na qualificação de empenhos, fortalecendo o dom do sacerdócio ao fazer de cada Padre um anunciador da Palavra de Deus, educador da fé e da moral da Igreja.

    O dia de hoje é de festa, sem triunfalismos, pela alegria do dom do sacerdócio. Numa grande rede de ternura e amor, recordando sacerdotes amigos, servidores, presença de Deus nas suas vidas. Aceite o convite para participar dessa festa, com um gesto simples e significativo, demonstrando gratidão e amor ao seu sacerdote conhecido, amigo: com uma oração, com um telefonema, um contato por meio eletrônico, uma carta, um abraço, ou a presença na celebração eucarística. Tudo fecundado por lembranças de empenhos abnegados, proféticos. Lembranças de palavras e gestos do dom do sacerdócio dom.


Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belho Horizonte - MG





Adalberto Lima
Vocacinado Diocesano

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    A tradição da Igreja, não é de hoje, mas já há tempo, dedica alguns meses para estimular a devoção dos fiéis em algum ponto da piedade cristã. Assim o mês de maio, em que se estimula a devoção à Mãe de Deus. O mês de outubro para despertar o espírito missionário em favor dos que ainda não se iluminaram com a luz da fé por não conhecerem a mensagem de Cristo.
 
    Neste mês de junho voltamo-nos, com intensa devoção ao Coração de Cristo Jesus, Salvador nosso, que amorosamente quis ser cultuado por seu infinito amor para conosco, cujo símbolo é o coração. É pois este mês de junho ocasião de os cristãos afervorarem-se na fé e no amor ao Coração de Jesus.

    Acontecimento de singular importância neste mês, será em Roma, com a augusta presença do Santo Padre, o encerramento do Ano Sacerdotal, instituido por ocasião dos 150 anos da morte do humilde São Joao Maria Vianney, patrono e modelo do sacerdote diocesano.

    Espera-se que milhares de sacerdotes lá estejam presentes, inclusive alguns do nosso clero uberabense (de Guarulhos também), que com suas economias conseguiram amoedar o suficiente para a invejável alegria de participar desse fervoroso encontro com o Santo Padre e homenagear o padoreiro do padre diocesano.

    Admirável – sem dúvida – é a conservação natural do corpo deste Santo – o Cura d’Ars, como é conhecido. Quem visita a pequena cidade francesa Ars – tem a felicidade de ver, na urna de vidro, sob o altar lateral o pequenino corpo do Santo, intacto até hoje, sem nenhum recurso de medicamentos modernos. São já 150 anos de sua morte.

    Quis o Papa que a comemoração desta data – século e meio da partida do Santo para o céu – fosse estímulo de santidade para nós todos, sacerdotes diocesanos, cuja vocação ou missão é dedicar-nos ao ministério em favor dos nossos fiéis, nas muitas de paróquias deste mundo de Deus. Isto, sobre tudo neste tempo, quando – ao lado de incontáveis sacerdotes corretos e dedicados – há notícias de desvio de comportamento viril de outros irmãos, esquecidos dos sagrados juramentos de vida santa.

    O evento sacerdotal em Roma, encerrando o Ano Sacerdotal, será, por certo, estímulo forte para nossa fidelidade a Deus, que nos fez seus representantes junto do povo fiel. Tudo isto por graça do Coração de Jesus no mês a Ele consagrado.

 
Dom Benedicto de Ulhoa Vieira
Arcebispo Emérito da Arquidiocese de Uberaba/MG
 
 
 
Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

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    Uma multidão de 15 mil sacerdotes lotou, nesta sexta-feira, 11, Festa do Sagrado Coração de Jesus, dois terços da Praça São Pedro, em Roma, durante o encerramento do Ano Sacerdotal. Os padres, vindos do mundo inteiro, concelebraram com o papa Bento XVI.
 
    De acordo com informações da Rádio Vaticano, foi a maior concelebração eucarística da história de Roma. Antes do início da missa, Bento XVI entrou na Praça de jipe aberto, e fez um giro pelos quatro setores dianteiros, sorrindo e abençoando os presentes.
 
    Bento XVI deu início à celebração com um rito de aspersão com água benta, como ato penitencial, fazendo referência ao sangue e a água emanados do Coração do Senhor, como salvação para o mundo, evocando assim o tema da purificação.
 
    O padroeiro dos párocos, o santo João Maria Vianney, o Cura d’Ars, foi citado na homilia do pontífice, como modelo de ministério sacerdotal em nosso mundo. O papa também abordou a questão dos abusos sexuais na Igreja e pediu um explícito perdão a Deus e ás vítimas dos abusos cometidos por sacerdotes e bispos.
 
    “O sacerdote não é simplesmente o detentor de um ofício, como os ofícios dos quais toda sociedade precisa. Ele faz algo que nenhum ser humano pode fazer por si: pronuncia, em nome de Cristo, a palavra de absolvição dos nossos pecados e muda assim, a partir de Deus, a situação da nossa vida. O sacerdócio não é simplesmente um ofício, mas sacramento”, recordou.
 
    Ainda em sua homilia, Bento XVI pediu mais vocações para a Igreja. “Esta vocação, esta comunhão de serviço para Deus e com Deus, existe – aliás, Deus está à espera do nosso ‘sim’. Junto à Igreja gostaríamos novamente de pedir a Deus esta vocação. Pedimos operários para a messe de Deus”.
 
    Depois da homilia, os sacerdotes renovaram as promessas sacerdotais, como na Quinta-Feira Santa, na Missa crismal.



Bênção Final

    Antes da bênção final, Bento XVI renovou o ato de consagração dos sacerdotes a Nossa Senhora, segundo a fórmula utilizada por ocasião da recente peregrinação a Fátima, e proferiu algumas palavras em português: “Queridos sacerdotes dos países de língua oficial portuguesa, dou graças a Deus pelo que sois e pelo que fazeis, recordando a todos que nada jamais substituirá o ministério dos sacerdotes na vida da Igreja. A exemplo e sob o patrocínio do Santo Cura d’Ars, perseverai na amizade de Deus e deixai que as vossas mãos e os vossos lábios continuem a ser as mãos e os lábios de Cristo, único Redentor da humanidade. Bem ajam!.



Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

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    O papa Bento XVI chegou a Chipre, nesta sexta-feira, 4, para sua 16ª viagem apostólica. Em seu discurso no Aeroporto Internacional de Paphos, Bento XVI recordou que Chipre se encontra na encruzilhada de culturas e religiões, de histórias ao mesmo tempo gloriosas e antigas.

    “Encontrando-se entre Europa, Ásia e África, Chipre tem um papel especial de ponte entre mundos e culturas diferentes”, disse Bento XVI.

    Um dos motivos da viagem do papa é a entrega do Instrumento de trabalho do Sínodo para o Oriente Médio. Segundo Bento XVI, o Sínodo examinará muitos aspectos da presença da Igreja na região e os desafios que os católicos devem enfrentar, às vezes em circunstâncias difíceis, vivendo a comunhão com a Igreja Católica e oferecendo seu testemunho a serviço da sociedade e do mundo.

    Esta é a primeira visita de um papa à Ilha e a primeira vez que Bento XVI visita um país de maioria ortodoxa. Os 25 mil católicos de Chipre representam pouco mais de 3% da população. São apenas 15 sacerdotes que atendem a comunidade católica, que está sob a jurisdição do Patriarcado Latino de Jerusalém.

    Desde 1974, Chipre vive dividida entre a presença turca no norte da Ilha e os greco-cipriotas no sul. Na fronteira, a ONU garante a segurança.


Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

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     Quando o povo da antiga aliança atravessou o deserto, rumo à terra prometida, Deus fez cair do céu o maná, para que não morresse de fome. Com sua vida, morte e ressurreição Jesus Cristo suscitou o Povo da nova aliança.

    Neste novo Povo Deus derrama o Espírito Santo e o alimenta com o verdadeiro pão do céu: a Eucaristia.

    Na festa do Corpo e do Sangue de Cristo, costuma-se prolongar a ação de graças da Celebração Eucarística em espaço público, em forma de procissão. É a manifestação pública da fé na Eucaristia. É o reconhecimento do que Jesus Cristo fez por nós, doando a si mesmo ao Pai pela nossa salvação e entregando-se a nós como ceia mística: “Tomando um pão, deu graças, o partiu e o deu dizendo: Isto é o meu corpo, que é entregue por vós. Igualmente tomou a taça depois de cear e disse: Esta é a taça da nova aliança, selada com meu sangue, que é derramado por vós” (Lc 22, 19-20).

    A procissão é um ato comunitário. É a comunidade de fé que se põe a caminho, para louvar, bendizer e adorar a Cristo na Eucaristia. Não é uma caminhada de luto, silenciosa, mas um povo a caminho, exultante, que derrama seu coração em público. É também ocasião para súplicas e pedidos de perdão, pois somos um povo frágil e carente.

    Ao celebrar a doação de Cristo, recordamos do que Ele disse: “Eu vos dei o exemplo, para que façais o que eu fiz” (Jo 13, 15). Por isso, a festa de “Corpus Christi” é convite para gestos de amor, de busca da superação de ódios e de conflitos de poder.

    Ao natural, o povo alimentado pela Eucaristia anseia pela unidade em Cristo e pela solidariedade e a paz.

    A procissão eucarística é como que a inserção da Missa na vida do povo. A Missa termina como fermento na sociedade, como compromisso dos adoradores de Cristo pela transformação do mundo segundo o Evangelho: “Eu vos dou um novo mandamento: Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei” (Jo 13, 34).

   A Eucaristia é grande ação de graças. E a procissão, além de prolongamento da ação de graças, é também compromisso de transformação do mundo, segundo o Evangelho de Cristo.


Dom Aloísio Sinésio Bohn
Bispo de Santa Cruz do Sul
 
 
Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

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