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Nossa Sra. das Vocações

Nossa Sra. das Vocações
Senhor que dissestes "a messe é grande e poucos são os operários", nós vos pedimos que envieis muitas e santas vocações sacerdotais e religiosas para nossa Diocese. Necessitamos de sacerdotes que nos dêem o pão da Eucaristia e o Pão da Palavra e assim possamos viver a vossa vida. Virgem Santíssima, Mãe dos sacerdotes, intercedei junto a vossa Divino Filho pela perseverança e santidade de nossos sacerdotes e seminaristas. Amém. Nossa Senhora das Vocações, rogai por nós!

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Guarulhos, São Paulo, Brazil
Somos irmãos no Discernimento Vocacional da Diocese de Guarulhos ( Marcelo, Nilton, Ricardo, Robson, Ítalo e o Bruno ) que, movidos pelo Espírito Santo tivemos a idéia de montar esse blog inspirado nos emails que trocamos. Com um único objetivo: transmitir mensagens de fortalecimento da fé, partilhar de nossa caminhada. Publicar tudo o que é suscitado em nossos corações. As tribulações, as vitórias e as alegrias que alcançamos dia-a-dia com Jesus e Maria. Seguindo a ordem nos dada pelo mestre dos mestres: " Ide pelo mundo e pregai o evangelho a toda criatura" Venha fazer parte conosco dessa missão confiada à todos nós!

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A Igreja celebra no dia 2 de fevereiro a festa da Apresentação de Jesus no Templo. O Catecismo da Igreja explica este momento importante na vida do Menino Jesus: 
“A apresentação de Jesus no Templo mostra-o como o Primogênito pertencente ao Senhor. Com Simeão e Ana, é toda a espera de Israel que vem ao encontro de seu Salvador. Jesus é reconhecido como o Messias tão esperado, “Luz das nações” e “Glória de Israel”, mas também “sinal de contradição”. A espada de dor predita a Maria anuncia esta outra oblação, perfeita e única, da Cruz, que dará a salvação que Deus “preparou diante de todos os povos”. (§529) 
O Papa João Paulo II  fez uma bela Catequese sobre este tema, que transcrevo aqui, retirado do jornal L’Osservatore Romano, Ed. Port. n.50, 14/12/1996, pag. 12(580) 
1. “No episódio da apresentação de Jesus no Templo, São Lucas ressalta o destino messiânico de Jesus. Objetivo imediato da viagem da Sagrada Família, de Belém a Jerusalém, é, segundo o texto lucano, o cumprimento da Lei: “Quando se cumpriu o tempo da sua purificação, segundo a lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para O apresentarem ao Senhor, conforme está escrito na lei de Deus: Todo o primogênito varão será consagrado ao Senhor” e para oferecerem em sacrifício, como se diz na lei do Senhor, um par de rolas ou duas pombinhas” (Lc. 2, 22-24).Com este gesto, Maria e José manifestam o propósito de obedecer fielmente à vontade de Deus, rejeitando qualquer forma de privilégio. A vinda deles ao templo de Jerusalém assume o significado de uma consagração a Deus, no lugar da Sua presença.Induzida pela sua pobreza a oferecer rolas ou pombinhas, Maria dá na realidade o verdadeiro Cordeiro, que deverá redimir a humanidade, antecipando com o seu gesto quanto era prefigurado nas ofertas rituais da Antiga Lei. 
2. Enquanto a Lei requeria apenas à Mãe a purificação após o parto, Lucas fala do “tempo da sua purificação” (Lc 2, 22), querendo, talvez, indicar ao mesmo tempo as prescrições relativas à Mãe e ao Filho primogênito.A expressão “purificação” pode surpreender-nos, porque é referida a uma Mãe que obtivera, por graça singular, ser imaculada desde o primeiro instante da sua existência, e a um Menino totalmente santo. É preciso porém, recordar que não se tratava de purificar a consciência de alguma mancha de pecado, mas somente de readquirir a pureza ritual, a qual, segundo as idéias do tempo, era atingida pelo simples fato do parto, sem que houvesse alguma forma de culpa.O evangelista aproveita a ocasião para sublinhar o vínculo especial que existe entre Jesus, enquanto “primogênito” (Lc. 2, 7.23) e a santidade de Deus, bem como para indicar o Espírito de humilde oferenda que animava Maria e José (cf. Lc. 2, 24). Com efeito, o “par de rolas ou duas pombinhas” era a oferta dos pobres (Lv. 12, 8). 
3. No Templo José e Maria encontram-se com Simeão, “homem justo e piedoso, que esperava a consolação de Israel” (Lc. 2, 25).A narração lucana nada diz do seu passado e do serviço que exerce no Templo; fala de um homem profundamente religioso, que cultiva no coração desejos grandes e espera o Messias, consolador de Israel. Com efeito, “o Espírito Santo estava nele” e “tinha-lhe… revelado… que não morreria antes de ter visto o Messias do Senhor” (2, 26). Simeão convida-nos a contemplar a ação misericordiosa de Deus, o Qual efunde o Espírito nos seus fiéis para realizar o Seu misterioso projeto de amor.Simeão, modelo do homem que se abre à ação de Deus, “impelido pelo Espírito” (Lc. 2, 27), vai ao Templo onde encontra Jesus, José e Maria. Tomando o Menino nos braços, bendiz a Deus: “Agora, Senhor, podes deixar o Teu servo partir em paz, segundo a Tua palavra” (Lc. 2, 29).Expressão do Antigo Testamento, Simeão experimenta a alegria do encontro com o Messias e sente ter alcançado o objetivo da sua existência; pode, então, pedir ao Altíssimo que lhe conceda a paz da outra vida.No episódio da apresentação pode divisar o encontro da esperança de Israel com o Messias. Pode-se também ver nele um sinal profético do encontro do homem com Cristo. O Espírito Santo torna-o possível, suscitando no coração humano o desejo desse encontro salvífico e favorecendo a sua realização.Nem podemos transcurar o papel de Maria, que entrega o Menino ao santo varão Simeão. Por vontade divina, é a Mãe que dá Jesus aos homens. 
4. Ao revelar o futuro do Salvador, Simeão faz referência à profecia do “Servo”, enviado ao Povo eleito e às nações. A Ele o Senhor diz: “Formei-Te e designei-Te como aliança do povo e luz das nações” (Is. 42, 6). E ainda: “É pouco que sejas Meu servo para restaurares as tribos de Jacó e reconduzires os sobreviventes de Israel. Vou fazer de ti luz das nações, a fim de que a Minha salvação chegue até aos confins da terra” (Is. 49, 6).No seu cântico Simeão inverte a perspectiva, pondo em evidência o universalismo da missão de Jesus: “Os meus olhos viram a Salvação, que preparaste em favor de todos os povos: Luz para iluminar as nações e glória de Israel, Teu povo” (Lc. 2, 30-32).Como não maravilhar-se diante de tais palavras? “O pai e a Mãe de Jesus estavam admirados com o que se dizia d’Ele” (Lc. 2, 23). Mas José e Maria, com esta experiência, compreendem de modo mais claro a importância do seu gesto de oferta: no Templo de Jerusalém apresentam Aquele que, sendo a glória do Seu povo, é também a salvação da humanidade inteira. 

DO Livro: A VIRGEM MARIA - 58 CATEQUESES DO PAPA JOÃO PAULO II

Editora Cléofas – www.cleofas.com.br 

Nilton de Carvalho




Nunca se viu na história da humanidade ou jamais se verá um fato como este: O filho de DEUS é crucificado e agoniza por três horas na cruz antes de sua morte.
Foram sofrimentos jamais imaginados por qualquer ser humano. Dores inenarráveis, e o pior tratamento que até então se impunha somente aos piores bandidos e malfeitores daquela época e, ELE, o filho de DEUS, submetido a maior humilhação que se pudesse viver.
Tudo isso é o mistério do amor de DEUS e mostra o quanto cada um de nós é importante para DEUS. Cristo não mediu esforços para nos mostrar este amor, e foi até as últimas conseqüências sempre obediente e fiel a vontade do PAI.
Diante de todo esse martírio, os evangelistas nos relata, além de todo o sofrimento, sete frases que Jesus pronunciou na cruz antes de sua morte: São Lucas nos revela três delas. São Mateus e São Marcos nos revela a quarta e São João nos revela três outras.
A morte de Jesus não pode ser vista apenas como algo ruim para a humanidade, mas sobretudo como o modelo que o Pai nos enviou à ser seguido e, meditar cada frase de Jesus é sem dúvida alguma, fazer sua vontade e trazer para nossas vidas o mais sublime ensinamento que alguém poderia nos deixar. Sendo assim, meditemos:

1ª frase:
“ Pai, perdoai-lhes, porque eles não sabem o que fazem” (
Mais do que suas terríveis dores, a maior preocupação de Jesus é a de que o perdão desça sobre toda a humanidade. Jesus , neste ato, mostra-nos que é preciso perdoar a todos, a começar por nossos “algozes”. E neste sentido, Jesus até hoje se faz nosso intercessor pedindo ao Pai quer perdoe a cada um de nós pecadores.
Assim, Jesus vive na prática a oração que ele mesmo nos ensinou: ....”perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido...”

2ª Frase:
“ Ainda hoje estarás comigo no paraíso” ( Lucas 23, 32-43 );
Como nós nos portamos diante de nossos sofrimentos: nós praguejamos, nos revoltamos ou aceitamos e mantemos nossa fé inabalável pedindo a Jesus para adentrar ao paraíso junto com ELE? Foram esses dois , duas formas de encarar o sofrimento que Jesus presenciou em seu martírio e, sem prender-se a qualquer tipo de auto-piedade, Jesus se coloca sempre ao auxílio e salvação daqueles que crêem na promessa do Pai e dá ao ladrão com fé a certeza de que ao reconhecer-se pecador, ele ganha o paraíso.

3ª Frase
“ Eis aí tua mãe” ( Jô 19, 26-27 )
Quando Jesus entrega a João sua mãe, é a nós que ele a entrega. Ele sabe da importância e da necessidade que a humanidade tem de tê-la como intercessora.
Vejam, mesmo com seus lábios ensangüentado, sofrendo a mais terrível dor que o ser humano pode suportar, Jesus preocupa-se em oferecer-nos sua mãe . Todo esse sacrifício não pode ser em vão, não podemos deixar passar a oportunidade de fazer a própria vontade de Jesus sobre cada um de nós. É como se Jesus nos dissesse que essa é a maior herança que ELE poderia nos deixar na hora de sua morte.

4ª Frase:
“ Meu DEUS, por que me abandonaste?” ( Mc 15, 34-35 )
Jesus nesse instante se faz ainda mais humano, nos mostra sua humanidade. Num ato de desespero ele grita a DEUS. ELE não diz PAI e sim DEUS; isso nos mostra que o Cristo que pendia na cruz era verdadeiramente humano e se fez humano em tudo, menos no pecado. Ele sabia que essa frase poderia ser usada contra ele mesmo pois duvidavam de sua divindade. Mesmo assim Jesus não se preocupa com aquele momento mas sim em nos mostrar, por todo o sempre, sua humanidade e suas fraquezas como ser humano.

5ª Frase:
“ Tenho Sêde” ( Jo 19, 28 - 29 )
Essa frase de Jesus nos remete a uma outra ( que foi dita por ele mas não na cruz ): “ Todo aquele que der um copo d´água fria a um desses pequeninos, só porque é meu discípulo, eu vos digo que não perderá a sua recompensa ( Mt 10,42 ).
Jesus, o filho de DEUS tem sede e no lugar de água deram-lhe vinagre. Precisa dizer algo mais?

6ª Frase:
“Tudo está consumado” ( Jo 19, 29-30 );
Aí começa um íntimo diálogo de Jesus com o PAI. Ele, sabendo que a hora estava chegando, que tudo estava se cumprindo, coloca-se numa profunda oração com DEUS. ELE pode dizer essa frase porque fez plenamente tudo o que PAI lhe pedira. Momentos antes de ser preso, Jesus, com muito medo e em oração pede ao PAI: ‘afasta de mim esse cálice, mas que seja feita a sua vontade e não a minha”.
Ser cristão é isso: é imitar Jesus em tudo, fazendo sempre a vontade DEUS em nossas vidas.


7ª Frase:
“ Em tuas mãos eu entrego o meus espírito” ( Lc 23, 44-46 ).
“Tudo o que é entregue não é perdido” ( Santo Ambrósio ). Mais do que fazer a vontade de DEUS, Jesus entrega-se totalmente, dá ao PAI tudo o que lhe resta: seu espírito, para que ele ( o espírito ) alcance a glória. Nossa santidade não é para esse mundo. Nós devemos imitar a Jesus para ter a glória eterna no paraíso.
Não nos percamos com problemas pequenos de uma vida tão curta sob pena de sermos condenados para toda a eternidade.
Viva seu dia, sua vida como uma longa escada para alcançarmos a glória de DEUS. Entregue-se inteiramente a DEUS, dê ao PAI também o seu espírito. Que seja feita a vontade do PAI plenamente em sua vida para que possamos, ao encontrar com com ELE dizer cheios de coragem e amor: “ tudo está consumado”.
Que a Graça de DEUS se consuma na vida de cada membro de sua igreja. Amém!

Nilton Carvalho
Vocacionado - Diocese de Guarulhos

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