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Nossa Sra. das Vocações

Nossa Sra. das Vocações
Senhor que dissestes "a messe é grande e poucos são os operários", nós vos pedimos que envieis muitas e santas vocações sacerdotais e religiosas para nossa Diocese. Necessitamos de sacerdotes que nos dêem o pão da Eucaristia e o Pão da Palavra e assim possamos viver a vossa vida. Virgem Santíssima, Mãe dos sacerdotes, intercedei junto a vossa Divino Filho pela perseverança e santidade de nossos sacerdotes e seminaristas. Amém. Nossa Senhora das Vocações, rogai por nós!

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Guarulhos, São Paulo, Brazil
Somos irmãos no Discernimento Vocacional da Diocese de Guarulhos ( Marcelo, Nilton, Ricardo, Robson, Ítalo e o Bruno ) que, movidos pelo Espírito Santo tivemos a idéia de montar esse blog inspirado nos emails que trocamos. Com um único objetivo: transmitir mensagens de fortalecimento da fé, partilhar de nossa caminhada. Publicar tudo o que é suscitado em nossos corações. As tribulações, as vitórias e as alegrias que alcançamos dia-a-dia com Jesus e Maria. Seguindo a ordem nos dada pelo mestre dos mestres: " Ide pelo mundo e pregai o evangelho a toda criatura" Venha fazer parte conosco dessa missão confiada à todos nós!

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No Brasil o dia de "Todos os Santos" é celebrado no dia 01 de novembro e o de "Finados" no dia 02 de novembro.

O dia de todos os santos, no Brasil dito: dia de finados [errado porque a celebração é a mesma e com a mesma designação em toda a Igreja, com o objetivo de suprir quaisquer faltas dos fiéis em recordar os santos nas celebrações das festas ao longo do ano].

Esta tradição de recordar (fazer memória) os santos está na origem da composição do calendário liturgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nelas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma.

Posteriormente tornou-se habitual erigirem-se igrejas e basílicas dedicadas em sua memória nesses mesmos locais.
 
O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deveu-se ao facto frequente do martírio de grupos inteiros de cristãos e também devido ao intercâmbio e partilha das festividades entre as dioceses/eparquias por onde tinham passado e se tornaram conhecidos.

A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que se tornou impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registo de um dia comum para a celebração de todos eles aconteceu em Antioquia, no domingo seguinte ao de Pentecostes, tradição que se mantém nas igrejas orientais.

Com o avançar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo. Inicialmente apenas mártires (com a inclusão de São João Batista), depressa se deu grande relevo a cristãos considerados heróicos nas suas virtudes, apesar de não terem sido mortos.

O sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a vida a Deus e assim a designação "todos os santos" visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados (processo regularizado, iniciado no Século Vpara o apuramento da heroicidade de vida cristã de alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de beato ou santo, e pelo qual se institui um dia e o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com referência especial na missa).


Intenção catequética da festividade

Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção catequética desta celebração que tem lugar em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cirsto a cada pessoa para o seguir e ser santo, à imagem de Deus, a imagem em que foi originalmente criada e para a qual deve continuar a caminhar em amor.

Isto não só faz ver que existem santos vivos (não apenas os do passado) e que cada pessoa o pode ser, mas sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma que os canonizados igualmente vêem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós.

O Papa João Paulo II foi um grande impulsionador da "vocação universal à santidade", tema renovado com grande ênfase no Segundo Concilio do Vaticano.

Nesta celebração, o povo católico é conduzido à contemplação do que, por exemplo, dizia o Cardeal John Henry Newman (Venerável ainda não canonizado): não somos simplesmente pessoas imperfeitas em necessidade de melhoramentos, mas sim rebeldes pecadores que devem render-se, aceitando a vida com Deus, e realizar isso é a santidade aos olhos de Deus.

Citações do Catecismo da Igreja Católica

957. A comunhão com os santos. «Não é só por causa do seu exemplo que veneramos a memória dos bem-aventurados, mas ainda mais para que a união de toda a Igreja no Espírito aumente com o exercício da caridade fraterna. Pois, assim como a comunhão cristã entre os cristãos ainda peregrinos nos aproxima mais de Cristo, assim também a comunhão com os santos nos une a Cristo, de quem procedem, como de fonte e Cabeça, toda a graça e a própria vida do Povo de Deus» 
«A Cristo, nós O adoramos, porque Ele é o Filho de Deus; quanto aos mártires, nós os amamos como a discípulos e imitadores do Senhor;
e isso é justo, por causa da sua devoção incomparável para com o seu Rei e Mestre.
Assim nós possamos também ser seus companheiros e condiscípulos!».
Martyrum sancti Polycarpi 17, 3: SC 10bis, 232 (FUNK 1, 336).

1173. Quando a Igreja, no ciclo anual, faz memória dos mártires e dos outros santos, «proclama o mistério pascal» realizado naqueles homens e mulheres que «sofreram com Cristo e com Ele foram glorificados, propõe aos fiéis os seus exemplos, que a todos atraem ao Pai por Cristo, e implora, pelos seus méritos, os benefícios de Deus»
2013. «Os cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade» . Todos são chamados à santidade: «Sede perfeitos, como o vosso Pai celeste é perfeito» (Mt 5, 48):

«Para alcançar esta perfeição, empreguem os fiéis as forças recebidas segundo a medida em que Cristo as dá, a fim de que [...] obedecendo em tudo à vontade do Pai, se consagrem com toda a alma à glória do Senhor e ao serviço do próximo. Assim crescerá em frutos abundantes a santidade do povo de Deus, como patentemente se manifesta na história da Igreja, com a vida de tantos santos»



Nilton de Carvalho
Vocacionado - Diocese de Guarulhos
 
 
 



São Francisco de Sales


São Francisco de Sales nasceu no castelo de sua família em Thorens, Savoy França em 1567. Ele estudou em Annecy, Paris e em Pádua na Itália ,e recebeu o doutorado em leis na idade de 24 anos. Recusou uma brilhante carreira e resolveu estudar para sacerdote apesar da oposição da família. Ordenado em 1593 ele tornou-se reitor em Genebra, Suíça e foi depois para Chablai onde trouxe 8.000 chauvinistas de volta a Igreja. Em 1599 Francisco foi indicado como bispo coadjutor em Genebra. Ele sucedeu o bispo em 1602 e tornou-se uma figura líder da "Contra-reforma" e ficou famoso pelos sua sabedoria e ensinamentos.
Um confessor notável, ele dirigiu Santa Joana de Chantal. Ele também fundou varias escolas e estabilizou a Igreja na região. Com a Santa Joana de Chantal ele fundou a Ordem da Visitação em 1610. Ele faleceu em Lyons, na França em 1622. Foi beatificado no ano que faleceu e foi a primeira beatificação a ser formalizada na Basílica de São Pedro. Ele foi canonizado em 1653 e declarado Doutor da Igreja em 1877. Dois dos seus escritos "Introdução a Vida Devota" e o "Tratado do amor de Deus" são considerados clássicos espirituais. Em 1923 foi declarado patrono da imprensa católica.




Um decálogo salesiano 
 
O texto foi composto pelos Missionários de S. Francisco de Sales, com base em seus escritos:


1. - Antes de tudo procurar agradar a Deus: «Eis o centro da minha alma e o pólo imóvel, ao redor do qual giram todos os meus desejos e todos os meus movimentos».


2. - Nada por força, tudo por amor: «Eis a regra geral da nossa obediência: é preciso fazer tudo por amor, e nada por força. É preciso mais amar a obediência do que temer a desobediência… Deixo-vos o espírito de liberdade, aquele que exclui a coerção, o escrúpulo e a agitação».


3. - Nada pedir, nada recusar: «Ficar nos braços da Providência, sem deter-se em nenhum outro desejo, senão o de querer aquilo que Deus quer de nós».


4. - Ir do interior para o exterior: «Nunca pude aprovar o método daqueles que, para reformar o homem, começam de fora, da postura, das roupas, dos cabelos. Parece-me que, pelo contrário, se deve começar do interior... Já que o coração é a fonte das ações, essas serão o que o coração é... Quem tem Jesus no seu coração, o tem logo depois em todas as ações exteriores».


5. - Ir tranquilamente, com uma doce diligência: «A pressa, a agitação não servem para nada; o desejo de uma vida espiritual é bom, mas deve ser sem agitação». «O tratamento que é feito com tranqüilidade é sempre o mais segura». «Devemos ser aquilo que somos e sê-lo bem, para honrar o Artífice, do qual somos a obra».


6. - Pensar somente no “hoje de Deus”: «Pensemos em fazer bem as nossas coisas hoje; e quando chegar o dia de amanhã, ele também se chamará hoje, e então pensaremos nele».


7. - Recomeçar todo dia: «Todos os dias devemos começar o nosso progresso espiritual e, pensando bem nisso, não nos espantaremos de encontrar alguma miséria em nós. Não existe nada que já esteja completamente feito; é preciso recomeçar e recomeçar com paz no coração».


8. - Tirar proveito de todas as ocasiões: «Suportai com doçura as pequenas injustiças, os pequenos incômodos, as perdas de pouca importância que acontecem todo dia. Essas pequenas ocasiões, vividas com amor, conquistarão para vós o coração de Deus e o farão todo vosso».


9. - Estar alegres: «Ide em frente com alegria e com o coração aberto, o mais que puderdes; e, se não der para ir sempre com alegria, ide sempre com coragem e confiança».


10. - Viver em espírito de liberdade: «Eu não tenho nenhum escrúpulo de mostrar o meu programa de vida, quando isso é requerido pelo serviço das minhas ovelhinhas... Deus me concede a graça de amar a santa liberdade de espírito tanto quanto de odiar a dissolução e a libertinagem». 




Oração a São Francisco de Sales


Ó São Francisco de Sales, homem violento que conseguistes transformar seu coração e ser conhecido como o homem da ternura, do cavalheirismo, das gentilezas e de profundo respeito aos outros. Transformai meu coração para que ninguém volte triste para casa depois de se encontrar comigo. Que todas essas pessoas encontrem bondade e acolhida em meus olhos! Fazei com que eu ame minhas idéias sem desprezar e ridicularizar os que pensam diferente de mim. Fazei-me irmão dos que rezam em outros credos, encontrando neles reflexos do mesmo Sol que ilumina a todos que vêm a esse mundo, porque Deus é amor e quem está no amor está em Deus e Deus nele. Amém.


São Francisco de Sales, rogai por nós!


Luiz Marcelo Gonçalves
Vocacionado Diocesano

Queridos irmãos.
Recebi ontem um email referente a um carta que o Prof° Felipe Aquino enviou a um determinado Sr. que está fazendo sérias críticas ao Santo Padre e também à Igreja Católica.

Não bastasse toda a educação e sabedoria do Prof° ao se manifestar, me surpreendeu a riqueza catequética que ele apresenta na carta e que, nós católicos, temos a obrigação de conhecer para também aprendermos a defender nossa fé.
O vocacionado Ricardo e eu tivemos a grandioza oportunidade de participarmos de um "curso" com o Prof° Felipe Aquino na Canção Nova de Valinhos. Podemos aprender um pouco mais sobre a História da Nossa Santa e Madre Igreja e percebemos o quanto nós não conhecemos de nossa fé.

Segue abaixo mencionada carta e, peço aos nossos visitantes que leiam até o final, embora seja extensa, mas acho que vale a pena pelo aprendizado como por exemplo: da igreja ter fundado as universidades no mundo, as grandes catedrais, trazer às mulhers o direito assim como legalizar, ou seja, trazer normas para a Santa Inquisiação que até hoje somos tão criticados por ela ter existido sendo que mal sabemos que foi a Igreja Católica que levou, ao menos,  normas para que uma pessoa fosse julgada herege, pois isso nao existia ....simplesmente achavam-se que a pessoa era herege sem critério alguem e a partir disto, matavam-se ou torturavam-se as pessoas sem mérito algum. A Igreja Catolica instituiu então o Tribunal do Santo Ofício, no qual, a pessoa considerada herege, teria o direito de ser ao menos julgada, coisa que não acontecia.

Segue abaixo a carta. Boa leitura!





Carta ao Dr. Saramago


Sei que o Dr. José Saramago, Prêmio Nobel de literatura (1998), não
lerá essa Carta, mas ao menos ela será um desagravo às palavras
ofensivas com que se dirigiu ao Papa Bento XVI e à Igreja, derramando
em suas palavras amargas toda a sua bílis raivosa contra Deus e sua
Santa Igreja, mais uma vez.

Saramago, em Roma, fez o lançamento do seu novo livro "Caim", no qual
volta a tratar da religião. Na verdade a religião e a fé põem os
supostos ateus em crise, por isso essa reação destemperada do
escritor.

Os jornais e a internet noticiaram amplamente que em 14 de outubro
(EFE) o escritor português José Saramago, em um colóquio com o
filósofo italiano Paolo Flores D'Arcais, chamou o Papa Bento XVI de
"cínico", e disse que a "insolência reacionária" da Igreja precisa ser
combatida com a "insolência da inteligência viva".

Numa pesadíssima crítica destrutiva se referiu ao Papa como
“neo-medievalista”, acusando-o de “cinismo intelectual”. Além disso,
disse a Flores D'Arcais, que sempre foi um ateu "tranqüilo", mas que
agora está mudando de idéia, porque, segundo ele “as insolências
reacionárias da Igreja Católica precisam ser combatidas com a
insolência da inteligência viva, do bom senso, da palavra responsável.
Não podemos permitir que a verdade seja ofendida todos os dias por
supostos representantes de Deus na Terra, os quais, na verdade, só tem
interesse no poder.” Segundo Saramago, a Igreja não se importa com o
destino das almas e sempre buscou o controle de seus corpos.

Dr. Saramago, antes de tudo quero lhe dizer que não temos ódio do
senhor e de suas palavras, pois Nosso Senhor nos ensinou a “pagar o
mal com o bem” (Rm 12, 14), a amar os inimigos e a abençoar os que nos
amaldiçoam. Nossos mártires morreram e morrem perdoando os seus
assassinos. Na verdade temos pena do senhor, pois, se de um lado o sr.
é doutor nas Letras humanas, por outro lado ainda desconhece os
primeiros rudimentos das Letras divinas e eternas.

Dr. Saramago, por que investir tão raivosamente contra o nosso Pedro
de hoje, e contra a Santa Igreja?

Que mal eles fazem? Será que são os culpados pelas guerras do mundo;
pela miséria de tantos, pelas catástrofes da natureza? Será que o sr,
qual novo Nero, quer nos culpar pelo incêndio de Roma?

Fiquei pensando Dr. Saramago, onde poderia estar a causa mais profunda
desse ódio que há tanto tempo o sr. destila contra a Igreja? Faz-nos
lembrar do que disse o Salmista: “Por que tumultuam as nações? Por que
tramam os povos vãs conspirações? Erguem-se, juntos, os reis da terra,
e os príncipes se unem para conspirar contra o Senhor e contra seu
Cristo” (Sl 2, 1-2).

Será que o sr. sofreu algum trauma religioso na infância ou na
juventude por parte de alguém da Igreja que lhe deu um contra
testemunho? É possível. Ou será que o sr. foi educado nos bancos da
escola marxista eivada de ateísmo, materialismo e um laicismo anti
católico tão difundido nas universidades?

O destempero de suas palavras nos dão o direito de fazer muitas
indagações desse tipo; pois não são racionais, mas passionais; não
precisamos ser psicólogos para ver que são influxos da sensibilidade
ferida e recalcada sobre a razão.

Dr. Saramago, por que ferir tão injustamente o nosso grande Pastor
universal? O senhor sabe que ele é considerado um dos melhores
teólogos atuais. Sua eleição para Papa se deu num dos Conclaves mais
rápidos da história. Sua santidade é notável, sua humildade explícita,
como ele disse: “um humilde servo da vinha do Senhor”. Por que atacar
a ele e a Igreja com tanta fúria? Saiba que atinge a todos nós seus
filhos. Mas temos consciência que quando a sensibilidade cegou a
razão, e a brutalidade venceu o argumento, a razão foi sufocada.

Será que o senhor ainda não reconheceu o que os historiadores modernos
tem repetido: que foi a Igreja quem salvou e moldou a nossa rica
Civilização Ocidental da qual nos orgulhamos, onde se preza a
liberdade, os direitos humanos, o respeito pela mulher e por cada
pessoa? Sem o trabalho lento e paciente da Igreja durante cerca de dez
séculos, após a queda do Império Romano (476) e a ameaça dos bárbaros,
o Ocidente não seria o mesmo.

O senhor sabe que nossa Civilização foi gerada no bojo do Cristianismo
que nos deu as ciências modernas, a saudável economia de livre
mercado, a segurança das leis, a caridade como uma virtude, o
esplendor da Arte e da Música, uma filosofia assentada na razão, a
agricultura, a arquitetura, as universidades, as catedrais e muitos
outros dons. O sr. sabe que nenhuma outra Instituição fez tanto pela
caridade no mundo em todos os tempos.

O senhor sabe que foi a Igreja que fundou as Universidades, inclusive
a de Coimbra, a famosa de sua Portugal. Sem elas o senhor não teria
chegado ao Prêmio Nobel.

O que há de “cínico” em nosso Pastor maior?

Sabemos que os sofistas, quando não conseguem derrubar os argumentos
do seu opositor, procuram, então, atingir sua pessoa, sua imagem,
atirando-lhe sarcasmo. Ora, será que essas setas envenenadas contra
Bento XVI não são conseqüência da falta de argumentos perante o que
ele e a Igreja defendem há vinte séculos: o respeito à vida desde a
geração até a morte natural, o não ao aborto, à eutanásia, à
manipulação de vidas embrionárias, o não às tais “famílias
alternativas”, etc.?

Ora, doutor Saramago, o senhor já é bastante vivido e conhecedor da
História para saber o que afirmava Spalding, que as nações não perecem
por falta de saber ou de riquezas, mas por falta de princípios morais.

O senhor acusa nosso Pai espiritual de cinismo intelectual; ora, o sr.
sabe que ele é um dos maiores e melhores teólogos de nosso tempo,
catedrático reconhecido no mundo todo. Portanto, atingindo a ele o sr.
nos atinge a todos nós.

Onde pode haver cinismo em um líder mundial que só trabalha em favor
da paz, do desarmamento dos povos, da fraternidade das nações, da
defesa dos mais desvalidos? Exatamente quando ele se reúne no Sínodo
da África, debatendo as misérias desse Continente tão sofrido e o modo
de saná-las, o senhor fere o nosso Pastor tão injustamente! O que o
senhor tem dito sobre os outros chefes de Estado que não fazem o mesmo
pela humanidade?

O senhor acusa o Papa de "insolência reacionária". Ora, o sr. sabe que
o que ele defende não é a “sua” Verdade, mas a Daquele que mudou o
mundo, e que disse a Pilatos: “eu vim para dar testemunho da verdade”;
“Eu sou a Verdade”. O sr. sabe que a Verdade não pode mudar, senão não
é verdade. O mesmo princípio de Arquimedes, do empuxo, descoberto dois
séculos antes de Cristo, ainda hoje é ensinado nas melhores
universidades do mundo, porque é verdade.

Bem disse o então cardeal Ratzinger na missa “pro elegendo pontífice”,
que o mundo está dominado pelo “relativismo religioso” que quer
eliminar a existência de uma verdade absoluta, querendo fazer tudo
relativo, ao gosto de cada um. Por não aceitar essa “ditadura do
relativismo” o sr. conjura o nosso Papa e a nossa Igreja. Eles não
podem trair o Cristo, Caminho, Verdade e Vida.

O sr. diz ainda que agora vai partir para o ataque ateísta contra a
Igreja. Gostaria apenas de relembrar-lhe que a Igreja não pode ser
vencida por um poder meramente humano. Não perca seu tempo. Cristo lhe
prometeu que as portas do inferno, que movem o coração dos que a
perseguem, jamais prevalecerão contra ela.

Seria bom o sr. examinar os últimos dois mil anos da História para
constatar a veracidade dessa Promessa. Onde está o Império Romano que
quis destruí-la e que ceifou tantos mártires? Onde está a fúria de
Napoleão que mandou prender Pio VII? Onde está a União Soviética de
Stalin que perguntou “quantas legiões de soldados tem o papa?”. Onde
está o nazismo, o comunismo, que tentaram eliminar a Igreja e a fé
católica desde as suas raízes, e que fizeram tantos mártires?

Ora Dr. Saramago, será que o sr. ainda não entendeu que todos aqueles
que se atiraram insanamente contra  a Rocha de Pedro caíram para trás
desolados? Será que precisamos de mais exemplos?

O sr. acusa o Papa também de querer apenas agir por “interesse e
poder”. O interesse que ele procura é o bem das almas e das pessoas.
Gostaria que o sr. lesse o que disse o Concilio Vaticano II: “Nenhuma
ambição terrestre move a Igreja. Com efeito, guiada pelo Espírito
Santo ela pretende somente uma coisa: continuar a obra do próprio
Cristo que veio ao mundo para dar testemunho da verdade (Jo 18,37),
para salvar e não para condenar, para servir e não para ser servido”
(Mt 20,28), (GS,3).

O poder do Papa é aquele que vem de Deus, não do povo, e que está
ancorado nos corações dos seus filhos que o amam como dizia Catarina
de Sena, “o Doce Cristo na Terra”.

Meu irmão Saramago, não o odiamos, ao contrário, o perdoamos; queremos
repetir as palavras de Santo Estevão: “Senhor, não leve em conta as
suas ofensas”. E mais: “Pai, perdoai-lhe não sabe o que faz”. Pedimos
ao Senhor que lhe conceda, antes de fechar os olhos para este mundo, a
graça da conversão. É tudo o que desejamos e pedimos ao Senhor da
Glória.



Prof. Dr. Felipe Rinaldo Queiroz de Aquino

Fonte: www.cleofas.org.br
Data da publicação: 16.10.2009.


Nilton de Carvalho
Vocacionado - Diocese de Guarulhos







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Essa matéria estava prevista para ser postada dia 19, segunda-feira ( dia mundial missionário ), porém, devido ao falecimento do querido Pe.Limderman no dia 18 e o luto que decretamos em sua homenagem, foi possível acrescentá-la ao nosso blog apenas hoje.


Nós, da equipe Idepelo mundo, mesmo sendo vocacionados Diocesanos, nos colocamos como missionários para anunciar o Evangelho a toda a Criatura por intermédio da Internet.




No decorrer do ano litúrgico, a Igreja nos convida a rezarmos e refletirmos sobre diversas realidades, de modo que para cada mês sempre tem algo específico, como por exemplo, o mês de maio, a quem dedicamos? A Maria, junho? (santos populares; Agosto? (vocação) setembro? (Bíblia) e outubro? Mês missionário! É isso mesmo, o mês de outubro é o mês das Missões.

Nele queremos refletir com especial enfoque no nosso compromisso de discípulos missionários (as) até os confins do mundo. Normalmente é produzido vários subsídios para ajudar as comunidades a viverem bem o mês missionário, como por exemplo, a Novena de da Festa de Nossa Senhora Aparecida, a qual estamos iniciando hoje, e traz por temas: Com Maria, discípula e missionária, escolhemos a vida, tem também , Vida para todos os povos, produzido pelas POM, quatro encontros um por semana, em forma de circulo bíblico - celebrações missionárias que ajudam a prepara-se para Campanha Missionária. Sendo que o dia 19 de outubro é o DIA MUNDIAL DAS MISSÕES.

É no coração da humanidade que somos chamados a viver missionariamente o nosso batismo, pois dificilmente encontraremos outro caminho para viver este sacramento, a não ser pelas estradas missionárias, que nos levam a participar de maneira profunda e explícita da natureza da Igreja. Pois a Igreja é por natureza missionária.

Desde 1926, com a instituição do Dia Mundial das Missões pelo papa Pio XI, intensificou-se em toda a Igreja, e em todas as Igrejas particulares, o apelo de renovar e direcionar o próprio ardor e vida missionária para além das próprias fronteiras, em dimensão universal. A V Conferência do CELAM, realizado ano passado em Aparecida, fez um apelo forte, no sentido de que toda Igreja, todos os batizados, se tornem discípulos missionários de Jesus Cristo.

O papa Bento, em sua passagem por São Paulo, Aparecida, falou que são muitos os batizados, mas nem todos são evangelizados.

É mediante realidade como esta que devemos permitir que cresça em nós cada vez mais a consciência missionária. Neste sentido Dom Pedro Casaldáliga numa poesia orante, diz: “se sou batizado, sou missionário, se não sou missionário, não sou cristão”.

A tarefa missionária se abre sempre às comunidades, assim como ocorreu em Pentecostes, diz o DAp 171, daí a grande importância da nossa participação na vida da comunidade, na caminhada da paróquia. A V Conferência Geral se considerou uma oportunidade para que todas as nossas paróquias se tornem missionárias DAp 173, se tornem centros de irradiação missionária, lugares de formação permanente (306) e fonte dinâmica do discipulado missionário DAp 172.

Hoje quando nos deparamos com a pergunta, qual o porquê de um mês missionário, iremos perceber que muito a Igreja já fez neste sentido, mas ainda tem muito mais para ser construído, pois novos desafios exigem novas respostas. Assim sendo, a vivência da missão vai bem além de um mês missionário, perpassa toda a vida da Igreja. Nesta ótica de que muito ainda temos para fazer, é que devemos acolher com carinho e determinação o Projeto Nacional de Evangelização, que foi recentemente aprovado pelo Conselho Permanente, trazendo como título: O Brasil na Missão Continental e o lema: A Alegria de ser Discípulo Missionário.

Para concluir esta simples e breve reflexão sobre o Mês Missionário, me aproprio das palavras de Dom Dimas, quando entrevistado recentemente pelo Católico News sobre a vida da Igreja Católica hoje no Brasil, ele dizia: “A Igreja Católica em nosso País sempre se caracterizou pela vitalidade e pelo o compromisso de tornar o Evangelho uma realidade na vida de nosso povo”.

Isto é viver nosso compromisso missionário.

Pe. José Altevir da Silva, CSSp
Assessor da Comissão Episcopal Pastoral
para a Ação Missionária e Cooperação Intereclisial.


Fonte: CNBB



Nilton de Carvalho
Vocacionado - Diocese de Guarulhos

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É com grande pesar que o Idepelomundo, em comunhão com a Diocese de Guarulhos, anuncia o Falecimento do Padre Limdermam Carlos Bezerra hoje, 18/10 às 15:35 vítima de uma parada cardiorespiratória.
Todos os tramites para o velório já estão sendo providenciados por nossa Diocese e o mesmo terá início hoje ás 23:00 hrs na Paróquia Nossa Senhora Aparecida do Cocaia e amanhã (19) será celebrada a Santa Missa de corpo presente às 8:00 ; 10:30 ; 12:00 e a missa solene presidida por D. Luiz Gonzaga e todo o clero as 15:00 hrs.
O corpo ficará sendo velado até as 17:00 hrs onde depois será levado ao Aeroporto Internacional de Guarulhos para o sepultamento em sua terra natal.




Dizem, que a palavra SAUDADE só atinge seu verdadeiro significado na língua portuguesa. Não sei se é verdade ou não, mas dificilmente, encontraríamos outra palavra que exprima melhor esta dor provocada pela ausência de alguém que amamos.

Velar por alguém que faleceu, não é simplesmente forçar a memória para apreender somente o positivo dela. Temos esta tendência: "quero me lembrar somente do seu sorriso". Este pensamento aniquila a pessoa, diminui aquele que amamos, por que sabemos que sua vida não foi apenas sorrisos e brincadeiras.

Nossa saudade deve ser completa, livre de reducionismos. O Pe. Limdermam, foi uma pessoa de qualidades evidentes, mas também teve seus defeitos. Foi uma pessoa que tinha um sorriso belíssimo, mas que muitas vezes não conseguiu sorrir. Foi uma pessoa tranquila, mas também tinha seus momentos de agitação interior. Pe. Limdermam não foi uma parte de pessoa, foi pessoa por completo. Aliás, continua sendo pessoa.

Temos saudades do Pe. Limdermam, dele como um todo.

A sua morte súbita, também nos leva a refletir sobre a nossa vida.

Diz a Palavra de Deus que, "o justo ensina mais com a sua morte do que com a sua vida".

A questão que fica para cada um de nós é esta: O que estamos fazendo com nossa vida?

Saudades de você, Padre.



Durante os próxmos 3 dias nosso blog, em luto, deixará de publicar qualquer matéria em homenagem ao nosso Padre e amigo.




Equipe Idepelomundo

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"LEMBRA-TE DO DIA DO SÁBADO PARA SANTIFICÁ-LO"
(Ex 20,8-10)

I - "O dia de Sábado"
O terceiro mandamento nos ensina a guardar o dia do Sábado, pois é o dia do Senhor Deus. Isto porque Ele em sua infinita sabedoria, fez o céu e a terra, o mar e tudo que eles contém em seis dias, mas repousou no sétimo. Eis ai o motivo pelo qual Deus o santificou.
No Evangelho Jesus Cristo nos ensina a autêntica e verdadeira interpretação da Lei do Sábado: "O Sábado foi feito para servir o homem e não o homem para servir o Sábado" (Mc 2,27). Por compaixão ao homem, Jesus nos ensinou a preferir fazer o Bem ao mal e a salvar vidas a matar no dia de Sábado.

II - "O Domingo"
É, para os cristãos, o primeiro dia de todos porque Jesus Cristo ressuscitou no Domingo, o que simboliza a primeira criação. Com a ressurreição relembramos a Nova Criação iniciado por Cristo. É a plenitude do Sábado porque nos anuncia o repouso Eterno em Deus.
A celebração do Domingo é um culto prestado em honra ao Senhor e é visível, público e nos recorda a Antiga Aliança que Deus fez com seu povo.

Comentários Finais
Como podemos observar, vimos que os três primeiros mandamentos têm uma intima relação entre Deus e o homem. A partir daí, temos a base primordial para nos apoiarmos e o modelo corretíssimo a ser seguido.
Esperamos que estas explicações sejam bastante úteis a todos vocês. Queremos deixar bem claro mais uma vez, que tais explicações foram extraídas do livro "Catecismo na Igreja Católica" e que não temos a intenção de espalharmos a nossa verdade. Queremos apenas expôr o que a Santa Igreja já divulga através da Santa Eucaristia.

Estamos muito agradecidos e sem mais demoras, comecemos o estudo dos outros 7 mandamentos. Mandamentos que, como foi mencionado antes, estabelecem a relação entre o homem e seu próximo.

Fonte tirada do site catequisar

Ricardo Teixeira
Vocacionado-Diocese de Guarulhos







O Senhor é o meu Pastor...Isto é relacionamento!

Nada me faltará...Isto é suprimento!


Caminhar me faz por verdes pastos...Isto é descanso!


Guia-me mansamente a àguas tranquilas...Isto é refrigério!


Refrigera minha alma...Isto é cura!


Guia-me pelas veredas da justiça...Isto é direção!


Por amor de seu nome...Isto é propósito!


Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte...Isto é provação!


Eu não temeria mal algum...Isto é proteção!


Porque tu estás comigo...Isto é fidelidade!


A tua vara e o teu cajado me consolam...Isto é esperança!


Unge a minha cabeça com óleo...Isto é consagração!


E o meu cálice transborda...Isto é abundâcia!


Certamente que a bondade e a misericordia me seguirão todos os dias da

minha vida...Isto é benção!

E eu habitarei na casa do Senhor...Isto é segurança!


Por longos dias...Isto é eternidade!


Nilton de Carvalho
Vocacionado - Diocese de Guarulhos


Entre um atendimento e outro no confessionário da Canção Nova, o padre salvista Rafael Pereira de Lemos recebeu a equipe do cancaonova.com para falar sobre os passos fundamentais de uma boa confissão. O sacerdote explicou a necessidade de preparar-se para este momento e também esclareceu uma dúvida muito comum: a diferença entre confessar-se com um sacerdote ou diretamente com Deus.



cancaonova.com:
Qual o primeiro passo para uma boa confissão?


Padre Rafael: O primeiro passo é o arrependimento, ou seja, a consciência que diz "errei e preciso voltar para casa", lembrando-se sempre de que a referência é o filho pródigo, que cai em si e volta para casa, como diz a Palavra de Deus. Então, para uma boa confissão eu tenho de me arrepender e ter consciência de que fiz algo de errado contra o Senhor, contra meus irmãos e contra mim mesmo.


cancaonova.com: Qual a necessidade de uma preparação?

Padre Rafael: Sem a devida preparação não há como ir ao encontro da misericórdia do Senhor. O que eu vou apresentar a Ele? As minhas misérias, aquilo que eu fiz de errado. A partir do momento em que eu tenho uma boa preparação e que confronto a minha vida com a Palavra de Deus, com a vontade d'Ele, eu tenho a coragem de voltar. O "fundo do poço" não é o nosso lugar, mas sim, junto de Deus, no grande banquete que Ele preparou para nós.


cancaonova.com: O que fazer para se lembrar de todos os pecados e estar preparado para a confissão?

Padre Rafael: Aqui, na Canção Nova, realizamos um rito, que é um exame de consciência com os Dez Mandamentos. Não é uma regra, pois há várias maneiras de fazer um exame de consciência: pelos Dez Mandamentos, pelas virtudes teologais (fé, esperança e caridade), pelos sacramentos, os mandamentos da Igreja. Existe também uma regrinha básica, uma criação minha, que é como uma pedrinha no sapato. Se você está com uma "pedra no sapato", eu digo que isso é um pecado grave ou mortal. Você tem que parar, porque aquilo está gerando uma ferida, machucando o seu pé e, consequentemente, a sua vida. Mas, vez por outra, nós colocamos uma meia e deixamos a costura dela no lugar errado; aquilo fica nos incomodando. Eu chamo isso de pecados veniais, ou seja, que precisam só de um ajuste. Lembrando que para esse tipo de pecado eu tenho o perdão na Santa Missa, na qual peço perdão diretamente a Deus. A oração do Pai-Nosso já nos dá esse perdão.

cancaonova.com: Por que é importante confessar-se com um sacerdote e não diretamente com Deus?

Padre Rafael: A Palavra é clara quando nos diz que só Deus pode perdoar os pecados, só Ele é justo, só Ele não tem pecado. Quando você decide confessar-se com um padre o seu perdão já começa nesse momento, porque você já se apresentou diante de Deus, mas você vai diante do sacerdote para confirmar aquilo que já está sendo realizado no seu coração. Perdão dos pecados só existe no sacramento da confissão; por isso os padres da Igreja o chamam de "segunda tábua de salvação" (a primeira é o batismo), porque ali eu tenho a garantia de que Deus me perdoou. Mas há pecados, como um pensamento, um sentimento, que eu posso ir diretamente ao Senhor e dizer a Ele: "Olha, eu fiz isso, Senhor. Perdão, porque foi uma coisa sem pensar, eu não queria, foi um momento de tentação, mas eu estou entregando meus pecados diante do Senhor". O próprio Jesus nos deu esse mandato: "Tudo o que ligares na Terra, será ligado no Céu; tudo o que desligares na Terra, será desligado no Céu" (Mateus 16,19).


cancaonova.com: É uma boa prática levar os pecados anotados em um papel no momento da confissão?

Padre Rafael: Eu faço isso, porque nós temos a tentação de esconder algumas coisas por vergonha de apresentá-las ou talvez porque o padre seja muito jovem e acreditamos que ele não compreenda bem o que queremos falar. Mas quando você coloca isso no papel, você monta um roteiro, não tem como escapar. Mesmo que o nosso coração esteja arrependido, temos a tentação de querer escondê-los [os pecados]. Sempre digo aos meus penitentes que é muito difícil falar de nós mesmos, principalmente de nossas misérias. Mas quando tenho um roteiro, sei por onde vou começar, quais são os pontos que precisam de mais ajuda e onde Deus precisa tocar com mais misericórdia.


cancaonova.com: Se, ao confessarmos, não contarmos ao sacerdote, por vergonha, um pecado do qual nos arrependemos, este será perdoado?

Padre Rafael: A contrição é o arrependimento perfeito, ou seja, eu tenho um coração contrito e humilhado, porque me arrependo dos meus pecados, vou até o padre, confesso, falo aquilo que eu tenho feito de errado e recebo perdão. Mas quando eu, conscientemente, omito minhas faltas, a confissão não é valida, porque eu tive apenas uma atrição, isto é, uma abertura para a conversão. O belo é que nós temos sempre essa experiência de pessoas que guardam um pecado por 20, 30 anos, mas não conseguem escondê-lo pelo resto da vida. A partir do momento em que você tem aquilo mexendo dentro de você, incomodando-o, você quer o perdão, mesmo que não tenha a coragem de pedi-lo. Mas quando chega o momento certo, você tem de apresentá-lo a Deus. Isso é o que o Catecismo da Igreja Católica chama de atrição, uma abertura do coração para o arrependimento, para a conversão.


cancaonova.com: De quanto em quanto tempo é necessário se confessar?

Padre Rafael: De acordo com a Igreja, uma boa confissão é de, ao menos, uma vez por ano. Mas eu creio que a regra básica é saber quantas vezes você comunga. Se você comunga todos os domingos, deve confessar-se uma vez por mês ou a cada dois meses. Mas se você tem uma frequência maior de comunhão, você tem de estar sempre se examinando. "Será que pequei? Será que falhei diante de Deus, dos meus irmãos ou de mim mesmo?" Mas não crie pecados, porque confissão é para aquilo que você realmente necessita.

A Bíblia diz que um justo peca sete vezes por dia; mas o segredo do justo é que ele recomeça todos os dias. Então, se um santo peca sete vezes por dia, eu tenho de me converter com mais frequência. Por isso que, no ato penitencial da Santa Missa, nós recordamos isso; e para nos aproximarmos do banquete precisamos estar purificados.

cancaonova.com:
Ao confessarmos, precisamos entrar em detalhes sobre a falta cometida?

Padre Rafael:
Detalhes, eu creio que não são necessários; mas, pelo menos, é preciso ser objetivo e claro naquilo que você está falando. Na Canção Nova, quando alguém vai se confessar, diz o seu estado de vida: se é casado ou solteiro.... Mas se você vai dizer que pecou contra o Sexto Mandamento [Não matarás], ele é uma imensidão de coisas. Como confessor, eu preciso saber o que você realmente fez, pois a partir do momento em que você tem essa delicadeza de dizer o que realmente cometeu, não precisa detalhar. O que você precisa é ser objetivo, claro e consciente do que está fazendo para não gerar dúvidas.
cancaonova.com: Qual a diferença entre confissão e direção espiritual?
Padre Rafael: A direção espiritual é mais detalhada. Na confissão, eu quero receber de Deus o perdão. A direção espiritual, como o nome já diz, é uma direção para a minha vida: os meus relacionamentos, o meu projeto de vida, santidade, os problemas familiares. Essa prática me dá dicas de como superar as dificuldades, de como olhar diferente, de como trabalhar para superar determinados pecados, vícios.

Em muitos lugares, às vezes, a pessoa vai se confessar e reclama que o padre foi muito seco, pois só a escutou e lhe deu a absolvição. Isso é a confissão clássica, ou seja, aquilo que a Igreja ensina desde todo o sempre. E, aqui, na Canção Nova, nós temos a graça de receber as pessoas para a confissão dando-lhes pistas de como se olharem de forma diferente. Há muitas pessoas que confundem culpa com sentimento de culpa, porque já confessaram o pecado, mas acham que não foram perdoadas, pois o sacerdote não lhes falou nada. O pecado já não existe mais, mas a pessoa, nesse caso, precisa de uma direção espiritual para superar o sentimento de culpa. É preciso recordar-se da confissão, do amor de Deus e da misericórdia d'Ele para seguir um novo rumo.

cancaonova.com: Qual o significado do uso da estola e qual cor deve ser usada no momento da confissão?

Padre Rafael: Dentro da liturgia, o roxo simboliza a conversão, a penitência. O sacramento da confissão também tem o nome de "sacramento da penitência". Desde o Antigo Testamento, quando homens e mulheres pecavam contra Deus e reconheciam os seus pecados, pediam perdão ao Senhor e faziam penitência. Então, o roxo simboliza esse tempo de mudança para dizer "eu quero ressuscitar com Cristo". É belo quando, no final da absolvição, nós [sacerdotes] dizemos: "Eu o absolvo dos seus pecados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo". A estola relembra para o sacerdote e para o penitente que não é um simples mortal que está ali. O sacramento me configura a Cristo para trazer vida nova e salvação para aquela alma.
Que tenhamos todos uma boa reconciliação com nosso Deus.


Matéria enviada pelo vocacionado Italo de Sá

Nilton de Carvalho
Vocacionado - Diocese de Guarulhos



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Ela nasceu no dia 28 de março de 1515 e foi batizada Tereza de Cepeda Y Ahumada ,em Avila, Castilha, Espanha.

Ela era filha de Alonso Sanchez de Cepeda e Beatrice Davila y Ahumada. Tereza foi educada pelas irmãs Agostinianas até 1532 quando ela voltou para casa por causa de sua saúde. Quatro anos mais tarde ela entrou para o Convento das Carmelitas Descalças, em Ávila, um estabelecimento que era negligente com relação pobreza e a clausura.

Ela voltou de novo para casa em 1536 por dois anos devido a sua saúde. De 1555 a 1556 ela teve visões e ouviu vozes.

No não seguinte São Pedro de Alcântara passou a ser o seu diretor espiritual e ajudou-a sobremaneira em seu apostolado religioso. Desejosa de ser uma freira que obedecesse rigidamente as regra das Carmelitas, Santa Tereza fundou em 1567 o convento de São José em Ávila onde ela foi seguida por outras irmãs que desejavam uma vida mais rígida

Em 1568 ela recebeu permissão do Pior Geral da Ordem das Carmelitas para continuar no seu trabalho e ela fundou 16 outros conventos ,recebendo o apelido e "a freira ambulante " devido as suas freqüentes viagens.

Tereza se encontrou com São João da Cruz outro Carmelita buscando a reforma, em Medino del Campo, local do seu segundo convento.

Ela fundou ainda um monastério para homens em Duruelo em 1568 , mas passou a responsabilidade dirigir e reformar ou fundar outros novos monastérios para São João da Cruz.

A oposição se desenvolveu entre as Carmelitas (calçadas)e membros da Ordem original e o Consilho de Piacenza em 1575 restringiu muito as suas atividades. A rixa continuou até que o Papa Gregório XIII (1572-1585) a pedido do Rei Felipe II, da Espanha, reconheceu as Reformadas Carmelitas Descalças como uma província separada da Ordem das Carmelitas originais. Nesta altura a maturidade espiritual de Santa Tereza era evidente e os seu livros e cartas foram sendo conhecidos e passaram a se tornar clássicos da literatura espiritual e logo incluíram sua autobiografia chamada "O caminho da Perfeição" e o seu livro "Castelo Interior" como clássicos da teologia espiritual.

Santa Tereza foi reverenciada como uma grande mística, tendo notável senso de humor e bom senso, combinando uma deslumbrante atividade, com uma mística contemplação. Ela morreu no dia 4 de outubro de 1582 (14 de outubro pelo calendário Gregoriano que entrou em efeito no dia seguinte a sua morte, e avançou o calendário por 10 dias).Ela foi canonizada em 1622 pelo Papa Gregório XV e foi declarada Doutora da Igreja em 1970 pelo Papa Paulo VI.

Santa Tereza D´Avila, rogai por nós!


Nilton de Carvalho
Vocacionado - Diocese de Guarulhos


 Oração do Professor - por Gabriel Chalita.


Senhor, tu me conheces.
Sabes onde nasci, sabes de onde venho, quem sou.
Conheces minha profissão: sou professor.
Desde criança, tinha em mim um imenso desejo de ensinar. Queria partilhar vida, sonhos. Queria brincar de reger. Reger bonecos. Plantas. Reger as águas do mar que desde cedo aprendi a namorar.
A todos ensinava, Senhor. Criava e recriava histórias para senti-las melhor, para reparti-las com quem quisesse ouvi. Eu era um professor.
Fui crescendo e percebi o quanto o sonho era real. Queria ensinar mesmo. Estudei. Concluí o curso universitário.
Hoje sou, de fato, um professor. Com diploma, certificado e emprego estável.
Hoje não são bonecos que me ouvem, são crianças. Dependem tanto de mim. Do meu jeito. Do meu toque. Do meu olhar.
São crianças ávidas de aprender. E de ensinar. Cada uma tem um nome. Uma história. Cada uma tem um ou mais medos. Traumas. Têm sonhos. Todas elas, crianças queridas, sonham. E eu. Eu, senhor, sou um gerenciador de sonhos. Sou um professor.
Respeito todas as profissões. Cada uma tem seu valor,sua formosura. Mas todas elas nascem da minha. Ninguém é médico, advogado, dentista, doutor, sem antes passar pelo carinho, pela atenção, pelo amor de um professor.
Obrigado, Senhor.
Escolhi a profissão certa. Escolhi a linda missão de partilhar.
Tenho meus problemas. Sofro, choro, desiludo-me. Nem sempre dá certo o que programei. Erro muito. Aprendo errando, também.
Mas de uma coisa estou certo: sou inteiro. Inteiro nas lágrimas e no sorriso. Inteiro no ensinar e no aprender. Se que meus alunos precisam de mim . E eu preciso deles. E por isso somos tão especiais. E nesta nobre missão de educar, nossa humanidade se enriquece ainda mais.
Sou professor. Com muito orgulho. Com muita humildade. Com muito amor. Sou professor!

Amém!
Gabriel Chalita




Nilton de Carvalho
Vocacionado - Diocese de Guarulhos

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Um rei que não acreditava na bondade de DEUS. Tinha um servo que em todas as situações lhe dizia: Meu rei, não desanime porque tudo que Deus faz é perfeito, Ele não erra!

Um dia eles saíram para caçar e uma fera atacou o rei. O seu servo conseguiu matar o animal, mas não pôde evitar que sua majestade perdesse um dedo da mão.

Furioso e sem mostrar gratidão por ter sido salvo, o nobre disse: Deus é bom? Se Ele fosse bom eu não teria sido atacado e perdido o meu dedo.

O servo apenas respondeu: Meu Rei, apesar de todas essas coisas, só posso dizer-lhe que Deus é bom; e ele sabe o porquê de todas as coisas.

O que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra! Indignado com a resposta, o rei mandou prender o seu servo. Tempos depois, saiu para uma outra caçada e foi capturado por selvagens que faziam sacrifícios humanos.

Já no altar, prontos para sacrificar o nobre, os selvagens perceberam que a vítima não tinha um dos dedos e soltaram-no: ele não era perfeito para ser oferecido aos deuses.

Ao voltar para o palácio, mandou soltar o seu servo e recebeu-o muito afetuosamente. Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Escapei de ser sacrificado pelos selvagens, justamente por não ter um dedo! Mas tenho uma dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você, que tanto o defende, fosse preso?

Meu rei, se eu tivesse ido com o senhor nessa caçada, teria sido sacrificado em seu lugar, pois não me falta dedo algum. Por isso, lembre-se: tudo o que Deus faz é perfeito.

Ele nunca erra! Muitas vezes nos queixamos da vida e das coisas aparentemente ruins que nos acontecem, esquecendo-nos que nada é por acaso e que tudo tem um propósito. Toda a manhã ofereça seu dia a Deus.

Peça para Deus inspirar os seus pensamentos, guiar os seus atos, apaziguar os seus sentimentos. E nada tema, pois DEUS NUNCA ERRA!!!

Sabe por que você recebeu essa mensagem? Eu não sei, mas Deus sabe, pois Ele nunca erra.......

O caminho de Deus é perfeito e a sua palavra sem impureza. Ele é o caminho de todos que nele confiam, como diz em 2º Samuel - 22 - 31.


Nilton de Carvalho
Vocacionado - Diocese de Guarulhos






Começo perguntando, você tem um amigo padre?

O sacerdote é um amigo de trincheira, ouvi um padre experiente falar isso e fiquei meditando. Veio na minha cabeça a imagem de uma guerra e aquelas trincheiras formadas por sacos de areia que escondem vários soldados ou aquelas trincheiras feitas por grandes buracos no chão para que eles possam se proteger e contra atacar.


Pensei também em tantos filmes belíssimos de guerra que eu já assistir e aquele soldado que arrisca a vida para salvar o pelotão e até mesmo para salvar aquele único amigo machucado que ficou para trás. Ser amigo de trincheira é não ter nada a perder a não ser o amigo, é saber agir junto e ao mesmo tempo ser ágil para agir sozinho em favor do outro. Companheiro combatente onde a única verdade não é minha reputação ou voltar para casa, realizar meus sonhos, a única verdade que habita o coração combatente do amigo é salvar a vida, mesmo que não seja a sua.


Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai (São João 15,15). Amizade verdadeira é aquela que segue a estratégia do conhecimento, os meus amigos padres seguiam as trilhas do coração, primeiro do coração de Deus, achando sempre um atalho para o coração do amigo. Crescer nesta amizade é não ter medo de arriscar, acreditar sempre que o outro pode fazer mais e melhor. Neste caminho se exercita bastante a fé, a paciência, o discernimento e a confiança de quem espera o amigo ter mais capacidade de superar do que de vencer. Procura viver a misericórdia porque antes de tudo toca na sua miséria, este soldado amigo não precisa se camuflar, porque a verdade é a sua maior defesa. Grande experiência de fé e vida no ser humano é ter um amigo padre!


A amizade sacerdotal é uma escola, digamos que seja um discipulado onde hora se é discípulo e hora você é mestre. O padre é uma pessoa escolhida por Deus primeiro e que tem a capacidade de te conhecer e lapidar alma e coração. Pois eu posso te dizer um sacerdote é um amigo muito especial não porque sou padre, mas porque eu tive e tenho grandes amigos padres. Meu primeiro amigo padre foi o Monsenhor Jessé Torres, ajudou-me a encontrar Jesus e minha vocação, José Carlos e Cícero caminhamos juntos no árido deserto do sofrimento onde construímos a nossa amizade, padres Edmilsom, Wagner, Jurandir e hoje Padre Cido tem sido um grande companheiro.

O padre mendigo que confessou o Papa João Paulo II

Há alguns dias, no programa de televisão da Madre Angélica nos Estados Unidos (EWTN), relataram um episódio pouco conhecido da vida do Papa João Paulo II, não temos certeza que esta história seja verídica, mas é um belíssimo exemplo de humildade e misericórdia de um coração que soube ser amigo da humanidade:

Um sacerdote norte americano da diocese de Nova York se dispunha a rezar em uma das paróquias de Roma quando, ao entrar, se encontrou com um mendigo. Depois de observá-lo durante um momento, o sacerdote se deu conta de que conhecia aquele homem. Era um companheiro do seminário, ordenado sacerdote no mesmo dia que ele. Agora mendigava pelas ruas.

O padre, depois de identificar-se e cumprimentá-lo, escutou dos lábios do mendigo como tinha perdido sua fé e sua vocação. Ficou profundamente estremecido. No dia seguinte o sacerdote vindo de Nova York tinha a oportunidade de assistir à Missa privada do Papa e poderia cumprimentá-lo no final da celebração, como é de costume. Ao chegar sua vez sentiu o impulso de ajoelhar-se frente ao Santo Padre e pedir que rezasse por seu antigo companheiro de seminário, e descreveu brevemente a situação ao Papa.rodrigo_lovatel@hotmail.com;

Um dia depois recebeu o convite do Vaticano para cear com o Papa, e que levasse consigo o mendigo da paróquia. O sacerdote voltou à paróquia e comentou a seu amigo o desejo do Papa. Uma vez convencido o mendigo, o levou a seu lugar de hospedagem, ofereceu-lhe roupa e a oportunidade de assear-se.

O Pontífice, depois da ceia, indicou ao sacerdote que os deixasse a sós, e pediu ao mendigo que escutasse sua confissão. O homem, impressionado, respondeu-lhe que já não era sacerdote, ao que o Papa respondeu: "uma vez sacerdote, sacerdote para sempre". "Mas estou fora de minhas faculdades de presbítero", insistiu o mendigo. "Eu sou o Bispo de Roma, posso me encarregar disso", disse o Papa.

O homem escutou a confissão do Santo Padre e pediu-lhe que por sua vez escutasse sua própria confissão. Depois dela chorou amargamente. Ao final João Paulo II lhe perguntou em que paróquia tinha estado mendigando, e o designou assistente do pároco da mesma, e encarregado da atenção aos mendigos.



Oração:

Obrigado Senhor pelo dom da amizade, ela é uma vocação tão rica e necessária para os nossos dias. Dai aos nossos sacerdotes a graça de serem profundamente amigos do Coração de Jesus e Maria para que eles saibam ser amigos e companheiros do teu povo. Concede também Senhor que os nossos padres encontrem em meio ao seu trabalho pessoas amigas que possam ser para eles um sinal de Tua presença confortadora. Que pela fé e pelo poder do Divino Espírito Santo sacerdotes e leigos descubram a graça da direção espiritual através da amizade e possamos viver como as primeiras comunidades: "eles tinham um só coração e uma só alma".


Minha benção fraterna.

Padre Luizinho,
Sacerdote Canção Nova.


Nilton de Carvalho e Ítalo
Vocacionados - Diocese de Guarulhos.


"NÃO PRONUNCIARÁS O NOME DO SENHOR, TEU DEUS, EM VÃO"
(Ex 20,7)






I - "O Santo nome do Senhor"


O segundo mandamento regula o uso que fazemos do Santo nome de Deus. Assim sendo, não devemos proferi-lo abusadamente. Deus revela o seu Santo nome só àqueles que crêem nele. Com isso Ele estabelece uma relação de confiança e intimidade com seu povo.

O uso indevido do nome de Deus é proibido pelo segundo mandamento e também o nome de Jesus Cristo, da virgem Maria, dos santos, etc.... As promessas feitas em nome do Senhor mostram a fidelidade, a veracidade e a honra contida nessas promessas. Devemos pois, ser fiéis a elas e não cumpri-las é o mesmo que dizer que Deus é mentiroso.

II - "Não pronunciar o nome do Senhor em vão"
O juramento é a invocação de Deus para ser testemunha daquilo que afirmamos. O cristão não pode fazer um juramento falso porque é contrário ao segundo mandamento. Fazendo isso ele está invocando a Deus para ser testemunha de sua mentira.
Jesus Cristo, no Sermão da Montanha, expõe o segundo mandamento: "Vocês ouviram também o que foi dito aos antigos: 'Não jure falso, mas cumpra seus juramentos para com o Senhor'. Eu, porém, lhes digo: 'Não jurem de modo algum: nem pelo Céu porque é o trono de Deus; ... diga apenas 'Sim' guando é 'Sim' e 'Não' quando é 'Não'. O que você disser alem disso vem do maligno" (Mt 5,33-34.37).

III - "Nome Cristão"
No Batismo recebemos o nosso nome que nos é conferido em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Isso porque o nome do Senhor nos santifica. É na Igreja que recebemos o nosso "nome de Batismo".
"Ao vencedor... Darei também uma pedrinha branca a cada um. Nela está escrito um nome novo, que ninguém conhece, só quem a recebeu" (Ap 2,17).

Fonte tirada do site catequisar



Ricardo Teixeira

Vocacionado - Diocese de Guarulhos

Pescadores de Homens - Filme da Conferência Episcopal dos Estados Unidos da América sobre o sentido da vocação sacerdotal no contexto actual.










Nilton de Carvalho
Vocacionado - Diocese de Guarulhos





O rio Paraíba, que nasce em São Paulo e deságua no litoral fluminense, era limpo e piscoso em 1717, quando os pescadores Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves resgataram a imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida de suas águas. Encarregados de garantir o almoço do conde de Assumar, então governador da província de São Paulo, que visitava a Vila de Guaratinguetá, eles subiam o rio e lançavam as redes sem muito sucesso próximo ao porto de Itaguaçu, até que recolheram o corpo da imagem. Na segunda tentativa, trouxeram a cabeça e, a partir desse momento, os peixes pareciam brotar ao redor do barco.
 
Durante 15 anos, Pedroso ficou com a imagem em sua casa, onde recebia várias pessoas para rezas e novenas. Mais tarde, a família construiu um oratório para a imagem, até que em 1735, o vigário de Guaratinguetá erigiu uma capela no alto do Morro dos Coqueiros. Como o número de fiéis fosse cada vez maior, teve início em 1834 a construção da chamada Basílica Velha. O ano de 1928 marcou a passagem do povoado nascido ao redor do Morro dos Coqueiros a município e, um ano depois, o papa Pio XI proclamava a santa como Rainha do Brasil e sua padroeira oficial.

A necessidade de um local maior para os romeiros era inevitável e em 1955 teve início a construção da Basílica Nova, que em tamanho só perde para a de São Pedro, no Vaticano. O arquiteto Benedito Calixto idealizou um edifício em forma de cruz grega, com 173m de comprimento por 168m de largura; as naves com 40m e a cúpula com 70m de altura, capaz de abrigar 45 mil pessoas. Os 272 mil metros quadrados de estacionamento comportam 4 mil ônibus e 6 mil carros. Tudo isso para atender cerca de 7 milhões de romeiros por ano.


Os Primeiros Milagres atribuídos a Nossa Senhora de Aparecida



Milagre das velas



Estando a noite serena, repentinamente as duas velas que iluminavam a Santa se apagaram. Houve espanto entre os devotos, e Silvana da Rocha, querendo acendê-las novamente, nem tentou, pois elas acenderam por si mesmas. Este foi o primeiro milagre de Nossa Senhora.


A libertação do escravo Zacarias




O escravo Zacarias havia fugido de uma fazenda no Paraná e acabou sendo capturado no Vale do Paraíba. Foi caçado e capturado por um famoso capitão do mato e, ao ser levado de volta, preso por correntes nos pulsos e nos pés, e como passassem perto da capela da Santa, pediu permissão para rezar diante da imagem. Rezou com tanta devoção que as correntes milagrosamente se romperam, deixando-o livre. Diante do ocorrido, seu senhor acabou por libertá-lo.


O cavaleiro ateu



Um cavaleiro que passava por Aparecida, vendo a fé dos romeiros, zombou deles e tentou entrar na igreja a cavalo para destruir a imagem da santa. Na tentativa, as patas do cavalo ficaram presas na escadaria da igreja. Até hoje pode-se ver a marca de uma das ferraduras em uma pedra, na sala dos milagres da Basílica Nova.


A cura da menina cega



Uma menina cega, ao aproximar-se, com a mãe, da Basílica, olhou em direção a ela e, de repente, exclamou "Mãe, como aquela igreja é bonita." Estava enxergando, perfeitamente curada.
 


Menino no rio



O Pai e o filho foram pescar, durante a pescaria a correnteza estava muito forte e por um descuido o menino caiu no rio e não sabia nadar, a correnteza o arrastava cada vez mais rápido e o pai desesperado pede a Nossa Senhora Aparecida para salvar o menino. De repente o corpo do menino para de ser arrastado, enquanto a forte correnteza continua e o pai salva o menino.


O Caçador




Um caçador estava voltado de sua caçada já sem munição, derepente ele se deparou com uma enorme onça. Ele se viu encurralado e a onça estava prestes a atacar, então o caçador pede desesperado a Nossa Senhora Aparecida por sua vida, a onça vira e vai embora.
 

Nilton de Carvalho
Vocacionado - Diocese de Guarulhos



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