TV Canção Nova

Nossa Sra. das Vocações

Nossa Sra. das Vocações
Senhor que dissestes "a messe é grande e poucos são os operários", nós vos pedimos que envieis muitas e santas vocações sacerdotais e religiosas para nossa Diocese. Necessitamos de sacerdotes que nos dêem o pão da Eucaristia e o Pão da Palavra e assim possamos viver a vossa vida. Virgem Santíssima, Mãe dos sacerdotes, intercedei junto a vossa Divino Filho pela perseverança e santidade de nossos sacerdotes e seminaristas. Amém. Nossa Senhora das Vocações, rogai por nós!

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Guarulhos, São Paulo, Brazil
Somos irmãos no Discernimento Vocacional da Diocese de Guarulhos ( Marcelo, Nilton, Ricardo, Robson, Ítalo e o Bruno ) que, movidos pelo Espírito Santo tivemos a idéia de montar esse blog inspirado nos emails que trocamos. Com um único objetivo: transmitir mensagens de fortalecimento da fé, partilhar de nossa caminhada. Publicar tudo o que é suscitado em nossos corações. As tribulações, as vitórias e as alegrias que alcançamos dia-a-dia com Jesus e Maria. Seguindo a ordem nos dada pelo mestre dos mestres: " Ide pelo mundo e pregai o evangelho a toda criatura" Venha fazer parte conosco dessa missão confiada à todos nós!

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Rio de Janeiro, 30 mar (RV) – Tempos de crise, mas – contrariamente ao que se poderia pensar – não para a Igreja Católica. De fato, quem achava que as posições defendidas pela Igreja como, por exemplo, a condenação do uso de preservativos, poderia afastar possíveis candidatos à vida sacerdotal, se enganou. 

O número de jovens que entram para os Seminários, todos os anos, sugere que, ao contrário, há uma retomada das vocações no Brasil. No ano passado, o país ganhou 220 novos sacerdotes – um número quatro vezes superior à média de ordenações anuais até o final da década de 90.

Tomemos como exemplo o Seminário São José, de Niterói, que conta, atualmente, 92 seminaristas: o maior número de sua história centenária. A direção do seminário foi forçada a ampliar as instalações, para poder abrigar a contínua demanda.

Em todo o Brasil, seminários abarrotados já têm fila de espera de novos candidatos ao sacerdócio, em razão da falta de espaço físico para acolher todos os aspirantes à vida religiosa. O Seminário do Rio é um deles: lá vivem 115 jovens e a demanda anual é de 30 novos candidatos. 

Pe. Reginaldo Lima, da Comissão Episcopal para Ministérios Ordenados e Vida Consagrada, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) confirma a tendência: "Desde 2000 – disse – tem havido uma retomada das vocações. O novo milênio trouxe uma nova religiosidade. As pessoas têm-se voltado mais para Deus" – explicou. (AF) 

É impressionante perceber como Deus quer se manifestar em nossa vida cada vez de forma mais surpreendente. Deus tem uma fascinação especifica por aqueles que se demonstram mais limitados, mais pecadores e por isso os separa, os consagra e os lança para o Seu povo. É assim que um chamado, com um "sim" decisivo dado a cada dia, se torna vida e felicidade para quem segue a voz do Bom Pastor. Um "sim" dado para sempre, mas que se renova a cada momento, a cada passo que damos rumo à realização plena da vontade de Deus.

Ele usa daquilo que faz parte da vida do homem e manifesta a Sua vontade. A alguns Ele chama em meio aos campos, nas "praias" da vida e a outros, em meio ao barulho das cidades de um mundo que grita, tentando impedir-nos de escutar a doce voz que nos elegeu.

Se Deus não mede esforços para nos demonstrar isso, – e mais do que isso –, para nos convencer de que Ele nos escolheu, porque ainda estamos perdendo tempo? O que mais nos falta para dizermos "sim" e nos lançarmos na vontade do Senhor? Coragem? Decisão? Abandono? Confiança?

A cada dia cresce o número de jovens, rapazes e moças, que abandonaram tudo e decidiram viver abandonados em um Amor muito maior do que eles mesmos. Mais do que seguranças é o olhar de plena felicidade e realização interior que testemunham como vale a pena seguir a voz do Amado. Jovens que tiveram a coragem de romper com tudo e se lançar na novidade que o Evangelho nos oferece a cada dia. Eles são, com suas vidas, a prova concreta de que vale a pena.

Por que você ainda continua perdendo tempo? Se for uma palavra direta ou um sinal concreto de que você precisava para dar o primeiro passo, ao ler esse texto você o encontrou. Deus, mais uma vez, está falando com você! Pode ser que o medo do "novo" seja grande, mas onde está a ousadia própria da juventude? Você já foi corajoso para fazer muita coisa que não prestava na sua vida, por que então não demonstrar toda essa coragem agora, entregando sua existência nas mãos d'Aquele que verdadeiramente o ama?

Antes de tudo é para isto que o Todo-poderoso nos chama: para sermos d'Ele. E nessa Divina Vontade está o segredo da felicidade de tantos homens e mulheres, sorridentes em meio a um mundo triste. Por essa razão, não tenha medo de entregar ao Senhor aquilo que Lhe é de direito: a sua vida. Experimente como é maravilhoso ser amado e ser instrumento desse Amor maior. Deus está gritando! O que falta para você dizer "sim"?


Renan Félix
Seminarista da Comunidade Canção Nova


Adaptação: Ricardo Teixeira


Ricardo Teixeira
Vocacionado-Diocese de Guarulhos




Nilton de Carvalho
Video sugerido pelo Seminarista Rodrigo Lovatel



Nilton de Carvalho
Video sugerido pelo Seminarista Rodrigo Lovatel








Nilton de Carvalho

É com grande louvor a Nosso Senhor e com imensa alegria que apresentamos uma pequena homenagem da Ordenação Presbiteral e celebração da primeira Missa de nosso formador vocacional e diretor espiritual do blog: Padre Cléber Leandro:






Equipe Idepelomundo

Pescadores de Homens - Filme da Conferência Episcopal dos Estados Unidos da América sobre o sentido da vocação sacerdotal no contexto actual.










Nilton de Carvalho
Vocacionado - Diocese de Guarulhos

Na vida existem muitas possibilidades, muitos caminhos, muitos rios, muitas escolhas. Todos os dias nossa liberdade é provocada em vista de opções que devemos fazer. Aliás, a pessoa humana não consegue ficar sem optar. Escolher é necessário e, quando a escolha é bem-feita, faz-se a experiência de uma grande liberdade.

Todos buscamos a realização plena como pessoas e como cristãos. São muitas as maneiras de alguém se realizar. São muitos rios que conduzem ao mesmo oceano.

É preciso escolher o melhor, onde as possibilidades de realização são maiores.

Quem não gostaria de ser pessoa sempre mais alegre, lúcida, vibrante, serviçal? O desafio é enfrentar as encruzilhadas da vida: parar, pensar, refletir, rezar e escolher o caminho que mais nos permite viver tais realidades.

O ideal seria admitirmos e contemplamos todas as propostas que se apresentam diante de nossos olhos. Refletir e acolher todas as vocações como possibilidades de realização, como caminhos possíveis para mim. Ora, todas as vocações são boas. Porém, é necessário escolher o caminho por onde Deus nos chama e quer guiar e acompanhar. E, se ele chama, também nos acompanha e dará todas as graças necessárias para bem viver esta vocação. “Eis que estarei conosco todos os dias” (Mt 28,20).

Portanto, você está diante de caminhos diferentes. Todos muito bons. Não há vocação melhor ou pior. O importante é escutar a voz de Deus e a voz de nosso povo para acolher o convite gratuito de Deus. Tenha a certeza: se Deus chama, também acompanha todos os passos daquele que amorosamente chamou. È próprio do amor de Deus acompanhar a caminhada dessa pessoa e dar força para que possa ser forte e fiel como peregrino da esperança neste mundo.


Marcos A. Silva

Vocacionado - Diocese de Guarulhos


Um padre é convidado para ser pai de toda uma comunidade

Começo com um testemunho. Quando fui ordenado sacerdote, aos 24 anos, após 10 anos de intensa preparação, senti-me um "peixe dentro d'água". Era como se o tempo todo eu dissesse: "Aqui é o meu lugar!" Como alguém me disse antes da ordenação: "Você carregará pela vida a terrível certeza de que você foi chamado e escolhido!" No local da minha ordenação, Pavilhão de Exposições do Parque Industrial, no dia 8 de dezembro de 1990, havia uma faixa com a seguinte mensagem: "Tu és sacerdote para sempre!" Agora, quase 19 anos depois, recordo-me com carinho de tudo isso.

Celebrando o Ano Sacerdotal, louvo a Deus por minha vocação e peço a Ele que me faça sempre fiel. "Fidelidade de Cristo, Fidelidade do Sacerdote" é o lema deste ano. Que eu possa viver esse ideal no comprometimento com a construção do Reino de Deus e com o entusiasmo que todos os que se dedicam ao Evangelho devem ter. As preces de vocês neste sentido - por mim e por todos os sacerdotes que passaram ou passam por nossas vidas - são fundamentais.


Continuo com um paralelismo: sacerdote e pai, pai e sacerdote. Também me vem ao coração uma outra ideia: ser padre é ser pai! Com a celebração do Dia dos Pais, penso no desafio e no dom que é a paternidade e imagino o quanto temos em comum - padres e pais - na missão que cumprimos. Amar cada filho conforme a necessidade de cada um e no jeito de cada um. Mostrar-lhe que ama a todos indistintamente e sem impor condições para amar. Acompanhá-lo e formá-lo para a vida.


Ser autoridade, mas também saber dar a liberdade e, de fato, colocar a todos num caminho de crescimento. Perseverar no amor, mesmo nas horas de incompreensão e de desafeto. Ser misericordioso e compassivo em todas as circunstâncias. Não deixar nunca de manifestar o amor, torná-lo visível.


Um padre é convidado para ser pai de toda uma comunidade, assim como cada pai é convidado para ser o sacerdote do lar. Nós padres oferecemos Deus à humanidade e a humanidade a Deus. Vocês pais, falam de Deus aos filhos e dos filhos a Deus! Enfim, somos pais-sacerdotes, somos sacerdotes-pais, na mais linda liturgia que o ser humano pode oferecer ao Senhor, a liturgia do amor vivenciado a cada instante e sem cessar!


Que Deus, o Pai dos pais, Pai do Sumo e Eterno Sacerdote Jesus Cristo, encaminhe-nos num cumprimento mais perfeito de nossas missões!


São José, patrono das famílias, rogai por nós!


São João Maria Vianney, patrono dos padres, rogai por nós!


Texto do Padre Rinaldo Roberto de Rezende - Cura da Catedral de São Dimas - SJC


Ítalo de Sá
Vocacionado Diocesano

Senhor, toma minha vida nova antes
que a espera desgaste anos em mim.
Estou disposto ao que queiras não importa o
que seja,Tu chamas-me a servir.

Leva-me aonde os homens necessitem Tua palavra, necessitem de força de viver
onde falte a esperança onde tudo seja triste simplesmente por não saber ti.

Te dou meu coração sincero
para gritar sem medo
formoso é Teu amor Senhor,
tenho alma missionária conduza-me à
terra que tenha sede de Ti.

E, assim eu partirei cantando, por terras anunciando Tua beleza.
Senhor terei meus braços sem cansaço, Tua história em meus lábios e a força na oração.





Luiz Marcelo Gonçalves
Vocacionado






Fonte: TV Canção Nova.

Nilton de Carvalho
Vocacionado - Diocese de Guarulhos

Vivenciando este mês de agosto, mês vocacional somos chamados a rezar e a refletir sobre este significativo tema, que nos encanta e ao mesmo tempo nos “incomoda”.

Afirmo que encanta, na medida em que se para pensar na beleza que a palavra indica.Vocação é chamado! No âmbito religioso, é um chamado de Deus para alguma coisa. Bom, de fato, que é um chamado, trata-se de algo, já sabido por todos nós. Mas é exatamente por ser um chamado, e por nos encantar, num primeiro momento, que à medida que se começa a vivenciar este chamado, o mesmo passa a incomodar. Incomoda, pelo fato de que é impossível ouvir o chamado, sentir o apelo, e permanecer na inércia de uma vida tranqüila e cheia de comodidades. O chamado nos desinstala, nos lança para fora de nós mesmos.

O Deus que nos chama também nos impulsiona a querer mudar o mundo. Não por mérito nosso, mas por graça divina, devemos estar sempre imbuídos da vontade de querer que a sociedade viva realmente os ideais do amor e da alegria. Pode-se dizer que todo vocacionado deve ser um semeador da alegria! Construtor da paz!

O chamado só pode ser entendido na dimensão da alteridade, ou seja, na medida em que se volta para o outro. É um serviço, uma doação. Desafia-nos, pois não se trata de algo fácil e muito menos é possível de se encontrar algum manual já pronto... Cada chamado é único e a cada um, Deus exige uma resposta, que vai se dando de acordo coma história e realidade de cada um. É mister ressaltar que é pela sensibilidade humana que sentimos esse chamado. Não é algo mágico, mas se dá na medida em que nos abrimos ao mundo e aos apelos que ele nos faz!

Todo batizado é chamado a ser “sal da terra e luz do mundo”. Isso é tarefa de todo cristão e já é em si uma vocação. A vocação fundamental que todos nós temos e recebemos.

Se nós estamos aqui, é porque Deus nos trouxe aqui, e quer de nós uma resposta coerente, de acordo com o que o mundo exige. Somos chamados a ser semeadores da esperança, anunciadores do Reino, profetas do amor!

Que o Deus da Vida suscite sempre santas vocações no coração da Igreja, para continuarem a missão do amor no coração dos homens!

São Caetano, rogai por nós!

Artigo enviado pelo visitante:

Diác. João Marcos Boranelli, C.R. ( Teatino / MG )




Assim como no dia 4, comemoramos o “Dia do Padre”, na festa de Cura d´Ars, no dia 10 de agosto a Igreja comemora o “Dia do Diácono” na festa do mártir São Lourenço patrono dos Diáconos. Mas quem são os Diáconos na Igreja Católica? Trata-se do primeiro grau no Sacramento da Ordem historicamente criado no capítulo 6 dos Atos dos Apóstolos. Para o Diaconato Permanente podem ser ordenados homens casados. Na Igreja nascente havia grande necessidade de ministros para auxiliarem os apóstolos na área da caridade para atender sobretudo as viúvas de origem grega. Assim, foram ordenados sete homens “de boa fama, repletos do Espírito e de sabedoria”. Nas palavras do papa Paulo VI: “Com a vossa ordenação {diaconal} estais configurados a Cristo na sua função de Servo. Vós deveis também ser sinais vivos da condição de servos da sua Igreja”. Os diáconos exercem seu ministério partilhando inúmeros serviços com os agentes de pastoral. Todavia, por força da ordenação, eles contam com a graça sacramental, pela qual, junto com os bispos e presbíteros, são postos à parte para uma missão específica. O Documento de Puebla afirma que o diácono recebe uma graça sacramental própria para ser sinal sacramental de Cristo-Servo.
O Diaconato é sacramento da caridade aos pobres e excluídos no sentido amplo. Assim, o diácono não é ordenado para si mesmo, nem para colocar-se acima dos leigos, nem para desempenhar funções diferentes dos presbíteros e dos bispos, mas pela sua vida e testemunho, incorporado à Igreja por meio de um Sacramento, ele deve revelar uma dimensão especial da diaconia (serviço), do sacerdócio e do mistério de Cristo, ajudando a construir um mundo mais de acordo com o Projeto de Deus.
Em relação aos padres, o diácono permanente contribui com sua larga experiência de inserção na vida familiar e profissional e no mundo, podendo ajudá-los, especialmente os mais jovens. "Fortalecidos com a graça sacramental, os diáconos servem ao povo de Deus na diaconia da liturgia, da Palavra e da caridade, em comunhão com o bispo e o presbitério" (LG 29). Segundo a tradição apostólica, o diácono participa da missão plena do bispo, reali zando sua função não apenas em nome do bispo e com sua autoridade, mas em nome de Cristo e com sua autoridade, mediante a consagração do Espírito Santo. Em seu grau, participa da missão de Cristo Mediador, Cabeça e Pastor .
O Concílio Vaticano II, no texto da restauração do diaconato, lembra: “Dedicados aos ofícios da caridade e da administração, lembrem-se os diáconos do conselho do bem-aventurado Policarpo: ‘Misericordiosos e diligentes, procedam em harmonia com a verdade do Senhor, que se fez servidor de todos’” (LG 29).
São muitos os campos onde a nossa Igreja deve fazer-se mais presente: pastorais sociais, educação, meios de comunicação social, movimentos populares. Como este grau do Sacramento da Ordem só foi restaurado no Ocidente em 1965, poucos católicos têm consciência da função do diácono na comunidade. Em nossas condições, o diácono, como membro do clero, exerce o seu ministério administrando o Sacramento do Batismo, presidindo a celebração do Matrimônio, proferindo as Exéquias (encomendação dos defuntos), proclamando a Palavra nas celebrações litúrgicas, atuando na formação dos leigos e desenvolvendo as pastorais sociais na área da caridade. Concluindo, os diáconos são pessoas consagradas que representam pública e oficialmente o Cristo-Servo na sua família, no trabalho, na comunidade e na sociedade


Diáconos Cleber Leandro e João Marcos, nossos corações se alegram por vossas vidas, por vossas vocações e sobretudo, pelo exemplo que representam em nossa caminhada.

Agradecemos por cada palavra amiga, por cada orientação, por cada minuto de suas vidas que foram dedicadas à nossa vocação e hoje somos nós que rezamos por vocês, dando graças ao Nosso Pai pelo "sim" que deram a Santa Igreja.

Pedimos vossas bençãos.

São Lourenço, rogai por nós!


Homenagem da equipe Idepelomundo.

Vocacionados da Diocese de Guarulhos

Madre Teresa de Calcutá nasceu no dia 27 de agosto de 1910. Dentro de algumas semanas terá início o ano que comemora os 100 anos de seu nascimento. A superiora das Missionárias da Caridade na região Maharashtra-Goa, Irmã Maria Gilberta, que viveu muitos anos na América Latina antes de se tornar superiora regional conversou com a agência Ásia News.

Irmã Gilberta diz ser testemunha do grande respeito pela vida suscitado por Madre Teresa. “Todos os dias muitos casais vão até as nossas casas com o desejo de adotar uma criança – destaca a religiosa. Esses casais aguardam com paciência que todo o processo e os documentos sejam completados. Essas pessoas seguem o ensinamento de Madre Teresa: combater o aborto com a adoção”. “Sabemos, infelizmente – continua irmã Gilberta – que existe uma cultura de morte, mas aqui, nas nossas casas eu não vejo uma cultura de morte, mas sim um grande respeito pela vida.”

Falando da importância do testemunho de Madre Teresa ao mundo de hoje, irmã Gilberta afirma que a bem-aventurada Teresa de Calcutá, “falava do amor com amor”. “Madre Teresa sempre ofereceu amor e esperança às pessoas mais desfavorecidas. A sua vida foi um conjunto de simplicidade, sacrifício e força ao serviço do próximo. Servir os mais pobres dos pobres foi o slogan de Madre Teresa, o modo com o qual “saciar a sede de Jesus”.

Descrevendo quanto é vivo o carisma de Madre Teresa entre as Missionárias da Caridade, irmã Gilberta destacou que “Madre Teresa dedicou a sua vida a dar esperança aos desesperados, cobrindo-os de amor”. “Enquanto nos aproximamos do centenário do seu nascimento, - sublinha a religiosa - também nós Missionárias da Caridade dedicamos nós mesmas ao serviço dos mais pobres para saciar a sede de Jesus. Nós não somos assistentes sociais. Hoje os pobres são aqueles desprovidos de meios materiais, mas também aqueles que são pobres espiritualmente. A nossa missão é servir ambos com amor. E Madre Teresa foi muito clara: “Não é a grandeza das nossas ações que conta, mas quanto amor se colocar naquilo que se faz”, conclui irmã Gilberta.

fonte:radio Vaticano

Matéria enviada pelo visitante:

Jonas - Vocacionado Diocesano


Ardia nosso coração quando ele nos falava pelo caminho
(Cf. Lc 24,32).


Ao reconhecerem Jesus, os discípulos de Emaús retomam o caminho para Jerusalém, com uma nova visão, uma razão nova, um jeito novo de ver as coisas; o encontro com Jesus faz com que eles atravessassem a noite escura destemidamente, e encorajados com uma força revigorante, pois seu coração estava aquecido com suas palavras, portanto palpitava de alegria, fazendo-os perceberem que havia esperança no caminho. Nós também precisamos fazer a experiência do encontro transformador com Jesus que nos conduz ao revigoramento da fé, animando-nos e impulsiona-nos a missão e a darmos testemunho do encontro com o mestre.

Quando o discípulo está apaixonado por Cristo, ele anuncia para o mundo que só Jesus pode nos tirar das noites escuras da vida. Ninguém deve isentar-se desta tarefa, pois o discípulo em missão precisa sair de si mesmo e ir ao encontro das pessoas que ainda não sentiram arder o coração e não perceberam o encanto da missão.




Como nos lembra o Documento de Aparecida: “nenhuma comunidade deve isentar-se de entrar decididamente, com todas as forças, nos processos constantes de renovação missionária e de abandonar as ultrapassadas estruturas, que já não favorecem a transmissão da fé” (DA 365). São imprescindíveis criatividade e entusiasmo dos evangelizadores e da própria comunidade, pois “a conversão pastoral de nossas comunidades exige que se vá além de uma pastoral de mera conservação para uma pastoral decididamente missionária” (DA 370).



Assim sendo, os ministros ordenados, realizando a missão recebida de Deus como um dom colocado a serviço, a família “igreja doméstica” cumprindo sua missão educadora, a vida consagrada vivendo a forma de vida que Cristo escolheu para viver neste mundo: pobre, castro e obediente, e os fiéis leigos, homens e mulheres do mundo no coração da Igreja dando testemunho realizando sua ação evangelizadora na sociedade, precisamente nos “Novos Areópagos” (DA 491), podem e devem proclamar que há esperança no caminho porque seus corações estão ardendo, pois fizeram uma profunda experiência com o Ressuscitado.



No batismo somos inseridos no seio da Trindade Santa, escolhidos por Deus, chamados por Jesus e enviados pelo Espírito Santo. Incorporados a Jesus, formamos o povo de Deus e participamos da função do Cristo: sacerdote, profeta e rei. Realizamos segundo as condições de cada um, a missão do povo cristão na igreja e no mundo. Pelo batismo, todos nós somos chamados ao discipulado e à missão, nem todos do mesmo modo, cada um segundo a sua própria vocação, convocados a sermos discípulos e missionários de Jesus Cristo, para que nele nossos povos tenham vida. A nova evangelização necessita de muitos e qualificados evangelizadores: cristãos leigos comprometidos, consagrados e consagradas totalmente doados ao Reino, ministros ordenados que sejam verdadeiros pastores e sinais de comunhão e unidade do povo de Deus.



Encontramos também no documento de Aparecida alguns traços fundamentais da identidade do jovem hoje, cuja personalidade se caracteriza pela doação, generosidade e serviço aos mais necessitados. “Os jovens são sensíveis a descobrir sua vocação a serem amigos e discípulos de Cristo. São chamados a serem “sentinelas da manhã”, comprometendo-se na renovação do mundo à luz do Plano de Deus. Não temem o sacrifício nem a entrega da própria vida, mas sim uma vida sem sentido. Por sua generosidade, são chamados a servir a seus irmãos, especialmente os mais necessitados. Têm capacidade para se opor às falsas ilusões de felicidade e aos paraísos enganosos das drogas, do prazer, do álcool e de todas as formas de violência. Como discípulos missionários, as novas gerações são chamadas a transmitir a seus irmãos jovens, sem distinção alguma, a corrente da vida que procede de Cristo e a compartilhá-la em comunidade, construindo a Igreja e a sociedade” (DA 443).


A comunidade cristã deve sentir-se responsável pelo cultivo das vocações, através da oração, da reflexão e de iniciativas de comunhão e solidariedade, para com as famílias, pastorais, para com os vocacionados, seminaristas, religiosos e religiosas, para com as casas de formação, seminários e para com os nossos presbíteros, sobretudo neste ano sacerdotal. O Serviço de Animação Vocacional (SAV-PV), precisa ser mais intensificado e valorizado. Durante este mês de agosto, o mês vocacional, toda a Igreja no Brasil é convidada, de modo especial, a intensificar suas orações, a refletir, a incentivar e apoiar as vocações e os ministérios, iluminada pela palavra de Jesus: “Pedi ao Senhor da messe que envie trabalhadores para a sua colheita” (Mt 9,38).



Destarte, unidos em oração pelas vocações queremos pedir ao Senhor da Messe e a Virgem Mãe das Vocações, que suscite vocações sacerdotais e religiosas em nossa Diocese, bem como jovens que se preparem dignamente para a vocação matrimonial, fazendo avultar em nossas comunidades a presença frutuosa das famílias cristãs e dos agentes pastorais comprometidos com a causa do Reino.




Diácono Cleber Leandro.
Coordenador SAV-PV

“Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá aos pobres,
depois, vem e segue-me” (Mt 19,21).

Vivia eu no silêncio e me conformava com pequenas coisas, com poucas palavras.
Era como um pássaro a se entreter com vôos curtos...
Mas tu chegaste: entraste com teu vento em meu pós e causaste um redemoinho.
Colocaste teu sopro em meu corpo e aqueceste meu sangue.
Levantaste uma tempestade a meu redor...
E eu disse: “Olha, Senhor, não quero lutar contigo, não me
imponhas as mãos, pois sou fraco. Tua voz chegou
ao silêncio: “Tenho junto a mim, vem sem nada”.
Rapidamente peguei minha roupa e calcei as sandálias:
- Aqui estou, Senhor.
- Não venhas assim, me respondeste, vem sem nada.
Fui aos pobres e reparti minha fazenda e minha casa: Tomem, tomem!
- Assim, Senhor?
- Não, assim não. Vem sem nada.
Chamei meus pais e lhes devolvi meu nome e sobrenome:
- Senhor, me queres assim?
- Não, assim não, te quero sem nada.
Corri aos campos e fiz uma fogueira com todas as minhas palavras e queimei meus lábios e minha língua com as brasas:
- Assim, Senhor, me queres assim?
- Não, assim não, hás de vir sem nada.
Então repliquei:
- Porque, Senhor, me tratas como um louco de um lado para outro?
- Porque não me dizes de uma vez o que hei de fazer?
Deus atendeu minha queixa e me disse:
- Vá à casa do oleiro. Que ele faça um cântaro com teu barro.
Depois vem a mim, que eu o encherei de água, e tu correrás a dar de beber aos que têm sede, e derramarás sobre os arrependidos, irrigarás a terra seca. Não temas se teu cântaro se quebrar, nem te preocupes se dispensarem os pedaços pela superfície da terra, porque então te chamarei a mim e verás como eu te quero e te abençoarei na tua presença!

Pe. Canísio Mayer S.J.

Luiz Marcelo Gonçalves
Vocacionado Diocesano

A fase da caminhada vocacional é assim mesmo, você não é o único a sofrer essas dores não...."Resisti-lhe fortes na fé. Vós sabeis que os vossos irmãos, que estão espalhados pelo mundo, sofrem os mesmos padecimentos que vós." Você não está ficando doido, afinal “Deus escolheu o que é loucura no mundo para confundir os sábios”.

Quando estamos discernindo algo desconstruímos nosso mundo. Abalam-se conceitos, sonhos, certezas e aumentam as dúvidas, as angústias... nossa mente entra em colapso que, com certeza se reflete em nosso corpo.

São Pedro em sua carta, cap 5, nos diz: "O Deus de toda graça, que vos chamou em Cristo à sua eterna glória, depois que tiverdes padecido um pouco, vos aperfeiçoará, vos tornará inabaláveis, vos fortificará."

Para alcançarmos a paz interior e as certezas deste tempo presente precisamos refletir, quebrar muros, romper barreiras internas, só assim nascerá o homem novo, reconstruído para glorificar o poder de Deus. Por isso não desanime: "Confiai-lhe todas as vossas preocupações, porque ele tem cuidado de vós."

O inimigo planta joio em nosso coração neste momento de reforma, ele encontra brechas e lá tenta nos desviar do caminho traçado por Deus: "Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar."

Nossa meta é o céu e para alcançá-lo precisamos de santos sacerdotes que nos dêem a Eucaristia. Maria ama seus filhos prediletos, os sacerdotes. Sabendo disso, o inimigo fará de tudo para acabar com eles, criará falsas paixões, despertará brigas ocultas, ressentimentos e mágoas não curadas, colocará nossa fé em xeque e criará situações de provação: Escolha a igreja ou a família! Por isso, "Buscai primeiro o reino de Deus e tudo vos será dado em acréscimo", é perdendo o mundo que ganhamos a vida eterna.

"Vigiai e orai para não cairdes em tentação." Derrame-se nos braças de Deus, apóie-se no colo de Maria e lute. Sozinho você não consegue vencer esta batalha, corra para Jesus: "Este Jesus vós o amais, sem o terdes visto; credes nele, sem o verdes ainda, e isto é para vós a fonte de uma alegria inefável e gloriosa, porque vós estais certos de obter, como preço de vossa fé, a salvação de vossas almas."

Estamos orando por você, estamos orando por todos nós. Assumamos então o compromisso de ler a 1ª Carta de São Pedro e rezar todos os dias: 1 Pai-Nosso, 1 Ave-Maria e 1 Glória ao Pai, pela nossa batalha interior, nossa batalha vocacional, clamando o senhorio de Jesus Cristo em nosso corpo, nossa mente e nossa alma.

Paz Bem irmão... nos vemos no altar!


Luiz Marcelo Gonçalves

Vocacionado Diocesano

Estamos sempre em busca da Santidade, o nosso objetivo é obedecer somente à voz do Senhor...
Queremos oferecer as nossas vidas em prova da gratidão que nós sentimos a DEUS e a Jesus Cristo nosso Salvador, e essa música é uma pequena demonstração do que sentimos e o que vivenciamos.


UM CONSAGRADO PARA AMAR

Venho Senhor me ofertar,
A minha vida consagrar.
Quero renovar o meu sim,
Que tua vontade se faça em mim
Renova Senhor minha vocação.

Um consagrado para amar,
Um consagrado pra se doar,
Um amor que tudo suporta,
Um amor que não dá para improvisar.
Um consagrado para amar,
Um consagrado pra se doar,
Um amor que não busca interesses seus,
É o mais puro amor, o amor de Deus!!!




A nossa missão é anunciar o evangelho e proclamar as leis e os mandamentos de DEUS a todas as nações; mostrando o grande amor e misericórdia que ELE tem por todos nós.

Queremos oferecer as nossas vidas para a missão do Senhor aqui na Terra, juntem-se a nós!


NOSSA MISSÃO

Desde o ventre da minha mãe
Já me conhecias
Antes que eu nascesse
Jesus me escolheu

Hoje a minha vida
É para o seu louvor
Sigo anunciando seu eterno amor

Aonde mandar eu irei
Seu amor eu não posso ocultar
Quero anunciar para o mundo ouvir
Que Jesus é nosso salvador

Grato eu estou senhor
Porque me confiaste
A missão de proclamar o seu eterno amor

Mesmo sendo tão pequeno
Me deste autoridade
De em seu nome anunciar
A paz e a liberdade

Aonde mandar eu irei
Seu amor eu não posso ocultar
Quero anunciar para o mundo ouvir
Que Jesus é nosso salvador




Permita-se sentir a presença de DEUS em sua VIDA!


Robson Ferreira
Vocacionado - Diocese de Guarulhos



Os cristãos são todos os homens e mulheres que pelo batismo aderem a Jesus Cristo. E para ser de Cristo nós devemos ser seus discípulos e missionários no mundo. Devemos testemunhar o “Deus vivo”(Cf. Dt 5,2¨) que liberta o seu povo eleito dos opressores e da opressão(Cf. Ex 3,7-10), que perdoa todos os pecados, indistintamente(Cf. Ex. 34,6; Eclo 2,11), e que restitui a salvação perdida quando o povo, envolvido na cultura cotidiana da morte(Cf. Sl 116,3), a Ele se dirige(Cf. Is 38,16). É deste Deus que seu divino Filho, Jesus que nos foi enviado, para que todos nós tenhamos vida e vida plena.Escutar o chamado de Jesus de Nazaré e dar um sim autêntico ao seu Evangelho, é aceitar o doce convite de Jesus para que a Ele nos estreitemos vinculando nossa vida a sua vida. Na escola de Jesus, convivendo com Ele, iremos descobrir dois aspectos fundamentais na vida cristã: Primeiro, que foi Cristo que nos escolheu. Em segundo lugar, Jesus nos escolheu para que estivéssemos com Ele e para nos enviar a pregar o seu Evangelho a todos os povos, gentes e nações, para que o mundo creia que Ele é o Senhor, Redentor e está no meio de nós(Cf. Mc 3,14). Jesus não nos quer como servos porque “o servo não conhece o que o seu senhor faz”(Cf. Jo 15,15). O servo não tem a entrada franca e desimpedida na casa de seu amo, muito menos em sua vida. Jesus quer que cada um de nós, que somos batizados, sejamos seus amigos. Porque sermos amigos de Jesus? Porque o amigo ingressa na vida de Jesus, fazendo-a própria. O amigo escuta a Jesus, conhece ao Pai e faz fluir sua Vida(Jesus Cristo) na sua própria existência(Cf. Jo 15,14)marcando todos os nossos relacionamentos, marcando todas as nossas atitudes e marcando, sobretudo, o nosso agir no mundo atual. Ser irmão de Jesus é participar da vida de Jesus, da vida do Ressuscitado, Filho do Pai, que veio a este mundo para que nós possamos viver na escola de Jesus que prega amor, perdão e comunhão.Nós, como discípulos-missionários de Jesus Cristo, fazemos parte da família de Jesus. Por isso somos chamados a termos uma união íntima com Jesus, sermos obedientes à sua Palavra de Salvação, que é sempre fazer a vontade do Pai, na fidelidade ao anúncio do Evangelho do Filho, contando sempre com a assistência do Espírito Santo. Se caminhamos na comunhão da Santíssima Trindade iremos colher os frutos do amor que Deus derrama na vida de todos os que são fiéis ao seu Reino, a sua Palavra, e à sua Mesa da Eucaristia.Como responder a este chamado de Jesus? Com a fé cândida de viver e anunciar que Jesus redimiu os pecados da humanidade e os males do mundo, oferecendo a sua vida, por doação total, a todos os homens e mulheres, para que ressuscitado dos mortos pela vontade de Deus Pai, possa pela sua morte-ressurreição-ascensão ao Céu, dar o mesmo destino a todos os homens: a vida eterna na comunhão dos santos.Por isso, a vocação cristã está fundamentada na dinâmica do Bom Samaritano(Cf. Lc 10,29-37), que nos ensina a sermos irmãos, sermos próximos, especialmente com quem mais sofre, seguindo a prática de Jesus que come com os publicanos e pecadores(Cf. Lc 5,29-32), que acolhe os pequenos e as crianças(Cf. Mc 10,13-16), que cura os leprosos(Cf. Mc 1,40-45), que perdoa e liberta a mulher pecadora(Cf. Lc 7,36-49; Jo. 8,1-11), que fala com a Samaritana(Cf. Jo. 4,1-26).Assim, aderindo a pessoa e ao saber de Jesus Cristo somos convidados a dar o nosso “Sim” que compromete radicalmente a liberdade do discípulo e se entregar a Jesus, Caminho, Verdade e Vida(Cf. Jo 14,6). E dentre as formas de encontrar Jesus está a escuta da Palavra de Deus, o recebimento do seu perdão na freqüência ao Sacramento da Reconciliação, e na vida Eucarística, ser da Eucaristia, participar da Missa e dos demais sacramentos, com piedade e compromisso, que gera a entrega amorosa e solidária aos irmãos mais necessitados e na vida de muitas comunidades que reconhecem com alegria o Senhor Ressuscitado em seu meio, a animá-los nesta caminhada rumo ao Céu.Se assim vivemos conseguiremos a SANTIDADE. E todo o zelador e toda a zeladora, bem como todo zelado e toda zelada, devem almejar o que o Coração de Jesus nos oferece: um coração aberto, dilatado para amar, para acolher o outro e para viver os mistérios que Deus nos oferece: “anunciar a Boa Nova aos pobres, curar os enfermos, consolar os tristes, libertar os cativos e anunciar a todos o ano da graça do Senhor”(Cf. Lc. 4,18-19).
Viva assim e serás feliz, amém!
Nilton de Carvalho
Vocacinoado - Diocese de Guarulhos

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