Ele usa daquilo que faz parte da vida do homem e manifesta a Sua vontade. A alguns Ele chama em meio aos campos, nas "praias" da vida e a outros, em meio ao barulho das cidades de um mundo que grita, tentando impedir-nos de escutar a doce voz que nos elegeu.
Se Deus não mede esforços para nos demonstrar isso, – e mais do que isso –, para nos convencer de que Ele nos escolheu, porque ainda estamos perdendo tempo? O que mais nos falta para dizermos "sim" e nos lançarmos na vontade do Senhor? Coragem? Decisão? Abandono? Confiança?
A cada dia cresce o número de jovens, rapazes e moças, que abandonaram tudo e decidiram viver abandonados em um Amor muito maior do que eles mesmos. Mais do que seguranças é o olhar de plena felicidade e realização interior que testemunham como vale a pena seguir a voz do Amado. Jovens que tiveram a coragem de romper com tudo e se lançar na novidade que o Evangelho nos oferece a cada dia. Eles são, com suas vidas, a prova concreta de que vale a pena.
Renan Félix
Seminarista da Comunidade Canção Nova
Adaptação: Ricardo Teixeira
Ricardo Teixeira
Vocacionado-Diocese de Guarulhos
Nilton de Carvalho
Video sugerido pelo Seminarista Rodrigo Lovatel
Nilton de Carvalho
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Nilton de Carvalho
Na vida existem muitas possibilidades, muitos caminhos, muitos rios, muitas escolhas. Todos os dias nossa liberdade é provocada em vista de opções que devemos fazer. Aliás, a pessoa humana não consegue ficar sem optar. Escolher é necessário e, quando a escolha é bem-feita, faz-se a experiência de uma grande liberdade.
Todos buscamos a realização plena como pessoas e como cristãos. São muitas as maneiras de alguém se realizar. São muitos rios que conduzem ao mesmo oceano.
É preciso escolher o melhor, onde as possibilidades de realização são maiores.
Quem não gostaria de ser pessoa sempre mais alegre, lúcida, vibrante, serviçal? O desafio é enfrentar as encruzilhadas da vida: parar, pensar, refletir, rezar e escolher o caminho que mais nos permite viver tais realidades.
O ideal seria admitirmos e contemplamos todas as propostas que se apresentam diante de nossos olhos. Refletir e acolher todas as vocações como possibilidades de realização, como caminhos possíveis para mim. Ora, todas as vocações são boas. Porém, é necessário escolher o caminho por onde Deus nos chama e quer guiar e acompanhar. E, se ele chama, também nos acompanha e dará todas as graças necessárias para bem viver esta vocação. “Eis que estarei conosco todos os dias” (Mt 28,20).
Portanto, você está diante de caminhos diferentes. Todos muito bons. Não há vocação melhor ou pior. O importante é escutar a voz de Deus e a voz de nosso povo para acolher o convite gratuito de Deus. Tenha a certeza: se Deus chama, também acompanha todos os passos daquele que amorosamente chamou. È próprio do amor de Deus acompanhar a caminhada dessa pessoa e dar força para que possa ser forte e fiel como peregrino da esperança neste mundo.
Marcos A. Silva
Vocacionado - Diocese de Guarulhos
Vivenciando este mês de agosto, mês vocacional somos chamados a rezar e a refletir sobre este significativo tema, que nos encanta e ao mesmo tempo nos “incomoda”.
Afirmo que encanta, na medida em que se para pensar na beleza que a palavra indica.Vocação é chamado! No âmbito religioso, é um chamado de Deus para alguma coisa. Bom, de fato, que é um chamado, trata-se de algo, já sabido por todos nós. Mas é exatamente por ser um chamado, e por nos encantar, num primeiro momento, que à medida que se começa a vivenciar este chamado, o mesmo passa a incomodar. Incomoda, pelo fato de que é impossível ouvir o chamado, sentir o apelo, e permanecer na inércia de uma vida tranqüila e cheia de comodidades. O chamado nos desinstala, nos lança para fora de nós mesmos.
O Deus que nos chama também nos impulsiona a querer mudar o mundo. Não por mérito nosso, mas por graça divina, devemos estar sempre imbuídos da vontade de querer que a sociedade viva realmente os ideais do amor e da alegria. Pode-se dizer que todo vocacionado deve ser um semeador da alegria! Construtor da paz!
O chamado só pode ser entendido na dimensão da alteridade, ou seja, na medida em que se volta para o outro. É um serviço, uma doação. Desafia-nos, pois não se trata de algo fácil e muito menos é possível de se encontrar algum manual já pronto... Cada chamado é único e a cada um, Deus exige uma resposta, que vai se dando de acordo coma história e realidade de cada um. É mister ressaltar que é pela sensibilidade humana que sentimos esse chamado. Não é algo mágico, mas se dá na medida em que nos abrimos ao mundo e aos apelos que ele nos faz!
Todo batizado é chamado a ser “sal da terra e luz do mundo”. Isso é tarefa de todo cristão e já é em si uma vocação. A vocação fundamental que todos nós temos e recebemos.
Se nós estamos aqui, é porque Deus nos trouxe aqui, e quer de nós uma resposta coerente, de acordo com o que o mundo exige. Somos chamados a ser semeadores da esperança, anunciadores do Reino, profetas do amor!
Que o Deus da Vida suscite sempre santas vocações no coração da Igreja, para continuarem a missão do amor no coração dos homens!
São Caetano, rogai por nós!
Artigo enviado pelo visitante:
Diác. João Marcos Boranelli, C.R. ( Teatino / MG )

O Diaconato é sacramento da caridade aos pobres e excluídos no sentido amplo. Assim, o diácono não é ordenado para si mesmo, nem para colocar-se acima dos leigos, nem para desempenhar funções diferentes
dos presbíteros e dos bispos, mas pela sua vida e testemunho, incorporado à Igreja por meio de um Sacramento, ele deve revelar uma dimensão especial da diaconia (serviço), do sacerdócio e do mistério de Cristo, ajudando a construir um mundo mais de acordo com o Projeto de Deus.Em relação aos padres, o diácono permanente contribui com sua larga experiência de inserção na vida familiar e profissional e no mundo, podendo ajudá-los, especialmente os mais jovens. "Fortalecidos com a graça sacramental, os diáconos servem ao povo de Deus na diaconia da liturgia, da Palavra e da caridade, em comunhão com o bispo e o presbitério" (LG 29). Segundo a tradição apostólica, o diácono participa da missão plena do bispo, reali zando sua função não apenas em nome do bispo e com sua autoridade, mas em nome de Cristo e com sua autoridade, mediante a consagração do Espírito Santo. Em seu grau, participa da missão de Cristo Mediador, Cabeça e Pastor .
São muitos os campos onde a nossa Igreja deve fazer-se mais presente: pastorais sociais, educação, meios de comunicação social, movimentos populares. Como este grau do Sacramento da Ordem só foi restaurado no Ocidente em 1965, poucos católicos têm consciência da função do diácono na comunidade. Em nossas condições, o diácono, como membro do clero, exerce o seu ministério administrando o Sacramento do Batismo, presidindo a celebração do Matrimônio, proferindo as Exéquias (encomendação dos defuntos), proclamando a Palavra nas celebrações litúrgicas, atuando na formação dos leigos e desenvolvendo as pastorais sociais na área da caridade. Concluindo, os diáconos são pessoas consagradas que representam pública e oficialmente o Cristo-Servo na sua família, no trabalho, na comunidade e na sociedade
Diáconos Cleber Leandro e João Marcos, nossos corações se alegram por vossas vidas, por vossas vocações e sobretudo, pelo exemplo que representam em nossa caminhada.
Agradecemos por cada palavra amiga, por cada orientação, por cada minuto de suas vidas que foram dedicadas à nossa vocação e hoje somos nós que rezamos por vocês, dando graças ao Nosso Pai pelo "sim" que deram a Santa Igreja.
Pedimos vossas bençãos.
São Lourenço, rogai por nós!
Homenagem da equipe Idepelomundo.
Vocacionados da Diocese de Guarulhos
(Cf. Lc 24,32).
Ao reconhecerem Jesus, os discípulos de Emaús retomam o caminho para Jerusalém, com uma nova visão, uma razão nova, um jeito novo de ver as coisas; o encontro com Jesus faz com que eles atravessassem a noite escura destemidamente, e encorajados com uma força revigorante, pois seu coração estava aquecido com suas palavras, portanto palpitava de alegria, fazendo-os perceberem que havia esperança no caminho. Nós também precisamos fazer a experiência do encontro transformador com Jesus que nos conduz ao revigoramento da fé, animando-nos e impulsiona-nos a missão e a darmos testemunho do encontro com o mestre.
Quando o discípulo está apaixonado por Cristo, ele anuncia para o mundo que só Jesus pode nos tirar das noites escuras da vida. Ninguém deve isentar-se desta tarefa, pois o discípulo em missão precisa sair de si mesmo e ir ao encontro das pessoas que ainda não sentiram arder o coração e não perceberam o encanto da missão.
Como nos lembra o Documento de Aparecida: “nenhuma comunidade deve isentar-se de entrar decididamente, com todas as forças, nos processos constantes de renovação missionária e de abandonar as ultrapassadas estruturas, que já não favorecem a transmissão da fé” (DA 365). São imprescindíveis criatividade e entusiasmo dos evangelizadores e da própria comunidade, pois “a conversão pastoral de nossas comunidades exige que se vá além de uma pastoral de mera conservação para uma pastoral decididamente missionária” (DA 370).
Assim sendo, os ministros ordenados, realizando a missão recebida de Deus como um dom colocado a serviço, a família “igreja doméstica” cumprindo sua missão educadora, a vida consagrada vivendo a forma de vida que Cristo escolheu para viver neste mundo: pobre, castro e obediente, e os fiéis leigos, homens e mulheres do mundo no coração da Igreja dando testemunho realizando sua ação evangelizadora na sociedade, precisamente nos “Novos Areópagos” (DA 491), podem e devem proclamar que há esperança no caminho porque seus corações estão ardendo, pois fizeram uma profunda experiência com o Ressuscitado.
No batismo somos inseridos no seio da Trindade Santa, escolhidos por Deus, chamados por Jesus e enviados pelo Espírito Santo. Incorporados a Jesus, formamos o povo de Deus e participamos da função do Cristo: sacerdote, profeta e rei. Realizamos segundo as condições de cada um, a missão do povo cristão na igreja e no mundo. Pelo batismo, todos nós somos chamados ao discipulado e à missão, nem todos do mesmo modo, cada um segundo a sua própria vocação, convocados a sermos discípulos e missionários de Jesus Cristo, para que nele nossos povos tenham vida. A nova evangelização necessita de muitos e qualificados evangelizadores: cristãos leigos comprometidos, consagrados e consagradas totalmente doados ao Reino, ministros ordenados que sejam verdadeiros pastores e sinais de comunhão e unidade do povo de Deus.
Encontramos também no documento de Aparecida alguns traços fundamentais da identidade do jovem hoje, cuja personalidade se caracteriza pela doação, generosidade e serviço aos mais necessitados. “Os jovens são sensíveis a descobrir sua vocação a serem amigos e discípulos de Cristo. São chamados a serem “sentinelas da manhã”, comprometendo-se na renovação do mundo à luz do Plano de Deus. Não temem o sacrifício nem a entrega da própria vida, mas sim uma vida sem sentido. Por sua generosidade, são chamados a servir a seus irmãos, especialmente os mais necessitados. Têm capacidade para se opor às falsas ilusões de felicidade e aos paraísos enganosos das drogas, do prazer, do álcool e de todas as formas de violência. Como discípulos missionários, as novas gerações são chamadas a transmitir a seus irmãos jovens, sem distinção alguma, a corrente da vida que procede de Cristo e a compartilhá-la em comunidade, construindo a Igreja e a sociedade” (DA 443).
Destarte, unidos em oração pelas vocações queremos pedir ao Senhor da Messe e a Virgem Mãe das Vocações, que suscite vocações sacerdotais e religiosas em nossa Diocese, bem como jovens que se preparem dignamente para a vocação matrimonial, fazendo avultar em nossas comunidades a presença frutuosa das famílias cristãs e dos agentes pastorais comprometidos com a causa do Reino.
Diácono Cleber Leandro.
Coordenador SAV-PV
A fase da caminhada vocacional é assim mesmo, você não é o único a sofrer essas dores não...."Resisti-lhe fortes na fé. Vós sabeis que os vossos irmãos, que estão espalhados pelo mundo, sofrem os mesmos padecimentos que vós." Você não está ficando doido, afinal “Deus escolheu o que é loucura no mundo para confundir os sábios”. Quando estamos discernindo algo desconstruímos nosso mundo. Abalam-se conceitos, sonhos, certezas e aumentam as dúvidas, as angústias... nossa mente entra em colapso que, com certeza se reflete em nosso corpo. São Pedro em sua carta, cap 5, nos diz: "O Deus de toda graça, que vos chamou em Cristo à sua eterna glória, depois que tiverdes padecido um pouco, vos aperfeiçoará, vos tornará inabaláveis, vos fortificará." Para alcançarmos a paz interior e as certezas deste tempo presente precisamos refletir, quebrar muros, romper barreiras internas, só assim nascerá o homem novo, reconstruído para glorificar o poder de Deus. Por isso não desanime: "Confiai-lhe todas as vossas preocupações, porque ele tem cuidado de vós." O inimigo planta joio em nosso coração neste momento de reforma, ele encontra brechas e lá tenta nos desviar do caminho traçado por Deus: "Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar." Nossa meta é o céu e para alcançá-lo precisamos de santos sacerdotes que nos dêem a Eucaristia. Maria ama seus filhos prediletos, os sacerdotes. Sabendo disso, o inimigo fará de tudo para acabar com eles, criará falsas paixões, despertará brigas ocultas, ressentimentos e mágoas não curadas, colocará nossa fé em xeque e criará situações de provação: Escolha a igreja ou a família! Por isso, "Buscai primeiro o reino de Deus e tudo vos será dado em acréscimo", é perdendo o mundo que ganhamos a vida eterna. "Vigiai e orai para não cairdes em tentação." Derrame-se nos braças de Deus, apóie-se no colo de Maria e lute. Sozinho você não consegue vencer esta batalha, corra para Jesus: "Este Jesus vós o amais, sem o terdes visto; credes nele, sem o verdes ainda, e isto é para vós a fonte de uma alegria inefável e gloriosa, porque vós estais certos de obter, como preço de vossa fé, a salvação de vossas almas." Estamos orando por você, estamos orando por todos nós. Assumamos então o compromisso de ler a 1ª Carta de São Pedro e rezar todos os dias: 1 Pai-Nosso, 1 Ave-Maria e 1 Glória ao Pai, pela nossa batalha interior, nossa batalha vocacional, clamando o senhorio de Jesus Cristo em nosso corpo, nossa mente e nossa alma. Paz Bem irmão... nos vemos no altar! Luiz Marcelo Gonçalves Vocacionado Diocesano
Estamos sempre em busca da Santidade, o nosso objetivo é obedecer somente à voz do Senhor...
Queremos oferecer as nossas vidas em prova da gratidão que nós sentimos a DEUS e a Jesus Cristo nosso Salvador, e essa música é uma pequena demonstração do que sentimos e o que vivenciamos.
Venho Senhor me ofertar,Queremos oferecer as nossas vidas para a missão do Senhor aqui na Terra, juntem-se a nós!
Desde o ventre da minha mãeVocacionado - Diocese de Guarulhos
Viva assim e serás feliz, amém!











