PAZ E BEM!
PAZ E BEM!
O corpo de Padre Pio, foi retirado de sua sepultura, na igreja de Santa Maria das Graças, em São Giovanni Rotondo, no domingo, e será exposto aos fiéis a partir do dia 24 de abril, em comemoração dos 40 anos de sua morte.
A exumação do corpo de Padre Pio, também conhecido como São Pio de Pietrelcina depois de ser canonizado pelo papa João Paulo 2°, foi feita no período da noite, próximo ao horário em que o frade capuchinho teria morrido em setembro de 1968.
A operação foi mantida em sigilo para evitar a chegada de uma multidão de fiéis. O santuário de Padre Pio é um dos mais visitados da Itália e recebe milhões de fiéis todos os anos.
O anuncio da exumação foi divulgado na madrugada desta segunda-feira pelo arcebispo de São Giovanni Rotondo, Domenico D'Ambrosio.
Segundo o clérigo, algumas partes do corpo estariam intactas.
"Desde o começo se via a barba, o queixo está perfeito e o resto do corpo bem conservado, dá para ver bem o joelho, as mãos e as luvas, mas não os estigmas", comentou o arcebispo.
Identificação
Padre Pio é conhecido como "o estigmatizado do Gargano", uma referência às chagas que tinha pelo corpo que remetiam às feridas da crucifixação de Cristo e também à região onde viveu na Itália.
Os restos do santo serão reconhecidos oficialmente pelas autoridades do Vaticano e depois analisados para constatar seu estado de conservação. Antes da exibição, o corpo deve passar por um tratamento para mantê-lo em boas condições.
A exposição fará parte das comemorações dos 40 anos da morte do frade, em setembro de 1968, e pelos 90 anos do aparecimento dos estigmas.
O túmulo foi aberto depois de uma breve cerimônia, presidida pelo arcebispo Domenico D'Ambrosio, com a presença dos padres capuchinhos, que tomam conta do santuário, e dos médicos e técnicos que irão fazer o reconhecimento do corpo.
Abaixo vídeo da exumação e exposição do corpo do Santo Padre;
Domingo, 16 de Junho de 2002
As palavras dirigidas por Jesus aos discípulos, que acabamos de ouvir, ajudam-nos a compreender a mensagem mais importante desta solene celebração. De facto, podemos considerá-las, num certo sentido, como uma magnífica síntese de toda a existência do Padre Pio de Pietrelcina, hoje proclamado santo.
A imagem evangélica do "jugo" recorda as numerosas provas que o humilde capuchinho de San Giovanni Rotondo teve que enfrentar. Hoje contemplamos nele como é suave o "jugo" de Cristo e verdadeiramente leve o seu fardo quando é carregado com amor fiel. A vida e a missão do Padre Pio testemunham que as dificuldades e os sofrimentos, se forem aceites por amor, transformam-se num caminho privilegiado de santidade, que abre perspectivas de um bem maior, que só Deus conhece.
2. "Quanto a mim, Deus me livre de me gloriar a não ser na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo" (Gl 6, 14).
Não é porventura precisamente a "glorificação da Cruz" o que mais resplandece em Padre Pio? Como é actual a espiritualidade da Cruz vivida pelo humilde Capuchinho de Pietrelcina! O nosso tempo precisa de redescobrir o valor para abrir o coração à esperança.
Em toda a sua existência, ele procurou conformar-se cada vez mais com o Crucificado, tendo clara consciência de ter sido chamado para colaborar de modo peculiar na obra da redenção. Sem esta referência constante à Cruz não se compreende a sua santidade.
No plano de Deus, a Cruz constitui o verdadeiro instrumento de salvação para toda a humanidade e o caminho proposto explicitamente pelo Senhor a todos aqueles que desejam segui-l'O (cf. Mc16, 24). O Santo Frade do Gargano compreendeu isto muito bem, e na festa da Assunção de 1914 escreveu: "Para alcançar a nossa única finalidade é preciso seguir o Chefe divino, o qual, unicamente pelo caminho que ele percorreu deseja conduzir a alma eleita; isto é, pelo caminho da abnegação e da Cruz" (Epistolário II, pág. 155).
3. "Eu sou o Senhor, que exerço a misericórdia" (Jer 9, 23).
Padre Pio foi um generoso dispensador da misericórdia divina, estando sempre disponível para todos através do acolhimento, da direcção espiritual, e sobretudo da administração do sacramento da Penitência. O ministério do confessionário, que constitui uma das numerosas características que distinguem o seu apostolado, atraía numerosas multidões de fiéis ao Convento de San Giovanni Rotondo. Mesmo quando aquele singular confessor tratava os peregrinos com severidade aparente, eles, tomando consciência da gravidade do pecado e arrependendo-se sinceramente, voltavam quase sempre atrás para o abraço pacificador do perdão sacramental.
Oxalá o seu exemplo anime os sacerdotes a realizar com alegria e assiduidade este ministério, muito importante também hoje, como desejei recordar na Carta aos Sacerdotes por ocasião da passada Quinta-Feira Santa.
4. "Senhor, és tu o meu único bem".
Cantamos assim no Salmo Responsorial. Através destas palavras o novo Santo convida-nos a pôr Deus acima de tudo, a considerá-lo como o nosso único e sumo bem.
De facto, a razão última da eficácia apostólica do Padre Pio, a raiz profunda de tanta fecundidade espiritual encontra-se na íntima e constante união com Deus de que eram testemunhas eloquente as longas horas passadas em oração. Gostava de repetir: "Sou um pobre frade que reza", convencido de que "a oração é a melhor arma que possuímos, uma chave que abre o coração de Deus". Esta característica fundamental da sua espiritualidade continua nos "Grupos de Oração" por ele fundados, que oferecem à Igreja e à sociedade o admirável contributo de uma oração incessante e confiante. O Padre Pio unia à oração também uma intensa actividade caritativa, da qual é uma extraordinária expressão a "Casa Alívio do Sofrimento". Oração e caridade, eis uma síntese muito concreta do ensinamento do Padre Pio, que hoje é proposto a todos.
5. "Bendigo-Te, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque... estas coisas... as revelaste aos pequeninos" (Mt 11, 25).
Como se mostram apropriadas estas palavras de Jesus, quando as pensamos referindo-as a ti, humilde e amado Padre Pio.
Nós pedimos-te que nos ensines também a nós a humildade do coração, para sermos conservados entre os pequeninos do Evangelho, aos quais o Pai prometeu revelar os mistérios do seu Reino.
Ajuda-nos a rezar sem nunca nos cansarmos, com a certeza de que Deus conhece aquilo de que precisamos, ainda antes que nós o peçamos.
Obtém-nos um olhar de fé capaz de reconhecer imediatamente nos pobres e nos que sofrem o próprio rosto de Jesus.
Ampara-nos no momento do combate e da prova e, se cairmos, faz com que conheçamos a alegria do sacramento do Perdão.
Transmite-nos a tua terna devoção a Maria, Mãe de Jesus e nossa mãe.
Acompanha-nos na peregrinação terrena rumo à Pátria bem-aventurada, onde também nós esperamos chegar para contemplar eternamente a Glória do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Amen!
Assistam a terceira e última parte do documentário:

DISCURSO DO PAPA JOÃO PAULO II
AOS PEREGRINOS PARA O ACTO DE AGRADECIMENTO
PELA BEATIFICAÇÃO DO PADRE PIO DE PIETRELCINA
Segunda-feira, 3 de Maio de 1999
Caríssimos Irmãos e Irmãs!
1. Com grande alegria encontro-me de novo convosco nesta Praça, que ontem viu realizar-se um evento por vós tão esperado: a beatificação do Padre Pio de Pietrelcina. Hoje, é o dia da acção de graças.
Há pouco concluiu-se a solene celebração eucarística, presidida pelo Cardeal Angelo Sodano, meu Secretário de Estado. A ele dirijo uma cordial saudação, estendendo-a a todos os Cardeais e Bispos, assim como aos numerosos sacerdotes e aos fiéis presentes. Com afecto especial vos abraço, caros Frades Capuchinhos, e demais membros da grande Família franciscana, que louvais o Senhor pelas maravilhas por Ele operadas no humilde Frade de Pietrelcina, seguidor exemplar do Pobrezinho de Assis.
Muitos de vós, caros peregrinos, são membros dos grupos de oração fundados pelo Padre Pio: saúdo-vos com afecto juntamente com todos os fiéis que, movidos pela devoção para com o novo Beato, quiseram estar presentes nesta jubilosa circunstância. Por fim, desejo dirigir uma saudação particular a cada um de vós, queridos doentes, que fostes os predilectos no coração e na acção do Padre Pio: obrigado pela vossa preciosa presença!
2. A divina Providência quis que o Padre Pio fosse proclamado Beato na vigília do Grande Jubileu do Ano 2000, quando se conclui um século dramático. Qual é a mensagem que, com este evento de grande importância espiritual, o Senhor quer oferecer aos fiéis e à inteira humanidade?
O testemunho do Padre Pio, legível na sua vida e na sua própria pessoa física, leva-nos a considerar que esta mensagem coincide com o conteúdo essencial do Jubileu, já próximo: Jesus Cristo é o único Salvador do mundo. N'Ele, na plenitude dos tempos, a misericórdia de Deus fez-se carne, para dar a salvação à humanidade, ferida mortalmente pelo pecado. «Pelas Suas chagas fostes curados» (1 Pd 2, 24), repete a todos o Beato Padre, com as palavras do apóstolo Pedro, ele, que teve aquelas chagas impressas no seu corpo.
Em sessenta anos de vida religiosa, transcorridos quase todos em San Giovanni Rotondo, ele dedicou-se inteiramente à oração e ao ministério da reconciliação e da direcção espiritual. O Servo de Deus Papa Paulo VI ressaltou-o muito bem: «Vede que fama teve o Padre Pio!... Mas por quê? ... Porque celebrava a Missa de maneira humilde, atendia às confissões desde a manhã até à noite, e era representante impresso dos estigmas de Nosso Senhor. Era um homem de oração e de sofrimento» (20 de Fevereiro de 1971).
Inteiramente recolhido em Deus, levando sempre no seu corpo a paixão de Jesus, ele foi pão partido para os homens famintos do perdão de Deus Pai. Os seus estigmas, como os de Francisco de Assis, eram obra e sinal da misericórdia divina, que mediante a Cruz de Cristo remiu o mundo. Aquelas feridas abertas e sangrentas falavam do amor de Deus por todos, especialmente pelos doentes no corpo e no espírito.
3. E que dizer da sua vida, incessante combate espiritual sustentado com as armas da oração, centrada nos quotidianos sagrados gestos da Confissão e da Missa? A Santa Missa era o centro de toda a sua jornada, a preocupação quase ansiosa de todas as horas, o momento de maior comunhão com Jesus, Sacerdote e Vítima. Sentia-se chamado a participar na agonia de Cristo, agonia que continua até ao fim do mundo.
Caríssimos, neste nosso tempo, em que ainda se tem a ilusão de resolver os conflitos com a violência e a prepotência, e se cede não raro à tentação de abusar da força das armas, o Padre Pio repete aquilo que certa vez ele disse: «Que horror a guerra! Em cada homem atingido na carne está Jesus que sofre». Depois, não deve passar despercebido o facto que as suas duas obras – a «Casa Alívio do Sofrimento» e os Grupos de oração – foram por ele concebidas no ano de 1940, quando na Europa se delineava a catástrofe da segunda guerra mundial. Ele não ficou inerte, mas, do seu convento perdido no Gargano, respondeu com a oração e com as obras de misericórdia, com a caridade para com Deus e para com o próximo. E hoje, do Céu, ele repete a todos que este é o autêntico caminho da paz.
4. Os Grupos de Oração e a «Casa Alívio do Sofrimento»: eis dois «dons» significativos que o Padre Pio nos deixou. Ideada e querida por ele como hospital para os doentes pobres, a «Casa Alívio do Sofrimento» foi projectada, desde o início, como estrutura sanitária aberta a todos, mas não por isso menos aparelhada que os outros hospitais. O Padre Pio a quis, pelo contrário, dotada dos mais avançados instrumentos científicos e tecnológicos, para que fosse lugar de autêntico acolhimento, de amoroso respeito e de eficaz terapia para toda a pessoa que sofre. Não é talvez este um verdadeiro milagre da Providência, que continua e se desenvolve, seguindo o espírito do Fundador?
Depois, quanto aos Grupos de oração, foram queridos por ele como faróis de luz e amor no mundo. Desejava que muitas almas se associassem a ele na oração: «Orai – dizia – orai ao Senhor comigo, porque o mundo inteiro precisa de orações. E cada dia, quando o vosso coração sentir mais a solidão da vida, orai, orai juntamente com o Senhor, porque também Deus tem necessidade das nossas orações!». A sua intenção era criar um exército de pessoas que rezassem, de pessoas que fossem «fermento» no mundo com a força da oração. E hoje a Igreja inteira é-lhe grata por esta preciosa herança, admira a santidade deste seu filho e convida todos a seguir o seu exemplo.
5. Caríssimos Irmãos e Irmãs, o testemunho do Padre Pio constitui uma poderosa evocação da dimensão sobrenatural, que não deve ser confundida com a crendice de milagres, desvio que sempre foi rejeitado por ele. Para ele olhem, de modo especial, os sacerdotes e as pessoas consagradas.
Ele ensina os sacerdotes a fazerem-se instrumentos dóceis e generosos da graça divina, que cura as pessoas na raiz dos seus males, restituindo-lhes a paz do coração. O altar e o confessionário foram os dois pólos da sua vida: a intensidade carismática com que celebrava os divinos Mistérios é mais do que nunca testemunho salutar, para demover os presbíteros da tentação da rotina e os ajudar a redescobrir, dia após dia, o inexaurível tesouro de renovação espiritual, moral e social posto nas suas mãos.
Aos consagrados, de modo especial à Família franciscana, ele oferece um testemunho de singular fidelidade. Francisco era o seu nome de baptismo, e do Seráfico Pai, desde o seu ingresso no convento, ele foi um digno seguidor, na pobreza, na castidade e na obediência. Praticou com todo o seu rigor a regra capuchinha, abraçando com generosidade a vida de penitência. Não se comprazia com o sofrimento, mas escolheu-o como via de expiação e de purificação. Como o Pobrezinho de Assis, teve como objectivo a conformidade com Jesus Cristo, desejando apenas «amar e sofrer», para ajudar o Senhor na fadigosa e exigente obra da salvação. Na obediência «firme, constante e férrea» (Epist. I, 488), o seu amor incondicionado a Deus e à Igreja encontrou a mais alta expressão.
Que consolação sentir ao nosso lado o Padre Pio, que quis ser simplesmente «um pobre frade que ora»: irmão de Cristo, irmão de Francisco, irmão de quem sofre, irmão de cada um de nós. Possa a sua ajuda guiar-nos pelo caminho do Evangelho e tornar-nos sempre mais generosos no seguimento de Cristo!
Obtenha-nos isto a Virgem Maria, que ele amou e fez com que fosse amada com profunda devoção. Obtenha-nos isto a sua intercessão, que invocamos com confiança.
Acompanho estes bons votos com a Bênção Apostólica, que de coração vos concedo, a vós caros peregrinos aqui presentes, e a quantos se uniram espiritualmente a este encontro festivo.
· Não se desanime se você não consegue fazer tudo como gostaria. · Perdoe a todos com caridade cristã. · O impulso de permanecer em paz eternamente é bom e santo, mas é preciso modificá-lo com a completa resignação à Vontade Divina. · Tenha Jesus Cristo em seu coração e todas as cruzes do mundo parecerão rosas. · Em tudo o que você fizer, seja sempre humilde, guardando zelosamente a pureza de seu coração e a pureza de seu corpo. · Cada um tem o que espera. Confie em Deus e você já terá muito! · Arme-se com a "arma" da oração, e terá mais força no combate diário. · Se tudo o que somos e temos recebemos de Deus, do que podemos gloriar-nos? · A alma cristã deve fugir dos aplausos dos homens. · Aspiremos a felicidade que nos foi preparada por Deus. · Deus é nosso Pai. O que se pode temer tendo um Pai como este? · Medite na Palavra de Deus e ela terá o poder de transformar suasinclinações naturais para elevar seu espírito com pensamentos puros e sublimes. · Lembre-se de que você tem no Céu não somente um pai, mas também uma Mãe. · Desapeguemo-nos passo a passo das coisas terrenas. · É preciso calar e ter silêncio ao seu redor para poder ouvir a voz de Deus. · Esforcemo-nos, com a ajuda divina, em jamais nos distanciarmos de Jesus. · Temos tantos defeitos para criticar em nós mesmos, então para que ]ficar criticando os defeitos alheios? · Quem combate dirigindo seu olhar a Deus cantará triunfo. · A humildade nos atrai a Deus. · Peça a Deus para sempre sentir o perfume de seus ensinamentos. · Uma fé viva, uma crença cega e a total adesão à autoridade constituída por Deus sobre ti: isto forma a luz que orienta os passos do povo de Deus no deserto. · Tenha grande confiança na bondade e na misericórdia de Deus, e Ele nunca o abandonará; mas não negligencie abraçar a Santa Cruz por causa disso! · Aja sempre com retidão, mesmo se todo o inferno se voltar contra você! · Que a paixão de Cristo esteja sempre esculpida na tua mente e no teu coração! · Deus está entre nós e nos chama; mas nós insistimos em nãoresponder e em não vê-Lo, porque preferimos ficar absortos em nossos próprios interesses. · Que Jesus sempre o carregue nos braços. · A oração faz desaparecer a distância entre o homem e Deus." · Quando você não consegue meditar na Palavra de Deus, não deixe por isso de fazer seu dever. Se as distrações forem muitas, não desanime: faça a meditação da 'paciência', que terá o mesmo valor para você." · Louve somente a Deus e não aos homens · Não se esqueça de que Jesus quer se servir de você na sua situação atual" · Os santos amam mais do que as pessoas apegadas ao mundo." · "Se Jesus nos faz felizes assim na Terra, como será no Céu?" · "A oração é uma chave que abre o coração de Jesus." · Como posso, Senhor, conter o Infinito no pequeno vaso do meu coração?" · "O coração do nosso Divino Mestre não tem lei mais agradável do que a da docilidade, da humildade e da caridade." · "Que o doce Jesus repouse sempre no seu coração." · "É necessário tolerar as próprias imperfeições, mas não amá-las ou acariciá-las." · "Quem vive a caridade vive em Deus." · "Viva em paz e não se deixe tapear pelo demônio." · "O nome de Jesus é o terror dos demônios." · "A confissão que é a purificação da alma, deve ser feita ao menos uma vez por semana. Não é possível manter a alma longe da confissão por mais de sete dias." · "A humildade é o reconhecimento da renúncia de si mesmo." · "A vida sem o amor é pior do que a morte." · "A divina piedade sempre escuta a oração de quem espera, confia e se abandona a Deus. 
Padre Pio era o modelo de cada padre... Não se podia assistir "à sua Missa", sem que nos tornássemos, quase sem perceber, "participantes" desse drama que se vivia a cada manhã sobre o altar. Crucificado com o Crucificado, o Padre revivia a paixão de Jesus com grande dor, da qual fui testemunha privilegiada, pois lhe ajudava, na missa .
Ele nos ensinava que nossa Salvação só se poderia obter se, em primeiro lugar, a cruz fosse plantada na nossa vida. Dizia: "Creio que a Santíssima Eucaristia é o grande meio para aspirar à Santa Perfeição, mas é preciso recebê-La com o desejo e o engajamento de arrancar, do próprio coração, tudo o que desagrada Àquele que
queremos ter em nós".(27 de julho 1917). Pouco depois da minha ordenação sacerdotal, explicou-me ele que, durante a celebração da Eucaristia, era preciso era preciso colocar em paralelo a cronologia da Missa e a d
a Paixão. Trata-se, antes de tudo, de compreender e de realizar que o Padre no altar É Jesus Cristo. Desde então, Jesus, em seu Padre, revive indefinidamente a mesma Paixão.
Do sinal da cruz inicial até o Ofertório, é preciso ir encontrar Jesus no Getsemani, é preciso seguir Jesus na Sua agonia, sofrendo diante deste "mar de lama" do pecado. È preciso unir-se a Jesus em sua dor de ver que a Palavra do Pai, que Ele veio nos trazer, não é recebida pelos homens, nem bem, nem mal. E, a partir desta visão, é preciso escutar as leituras da Missa como sendo dirigidas a nós, pessoalmente .
O Ofertório: É a prisão, chegou a hora...
O Prefácio: É o
canto de louvor e de agradecimento que Jesus dirige ao Pai, e que Lhe permitiu, enfim, chegar a esta "Hora".
Desde o início da oração Eucarística até a Consagração : Nós nos unimos (rapidamente!...) a Jesus em Seu aprisionamento, em Sua atroz fla
gelação, na Sua coroação de espinhos e Seu caminhar com a cruz nas costas, pelas ruelas de Jerusalém e, no "Memento", olhando todos os presentes e aqueles pelos quais rezamos especialmente.
A Consagração nos dá o Corpo entregue agora, o Sangue derramado agora. Misticamente, é a própria crucifixão do Senhor. E é por isso que Padre Pio sofria atrozmente neste momento da Missa.
Nós nos uníamos em seguida a Jesus na cruz, oferecendo ao
Pai, desde esse instante, o Sacrifício Redentor. Este é o sentido da oração litúrgica que segue imediatamente à consagração.
"Por Cristo com Cristo e em Cristo" corresponde ao grito de Jesus: "Pai, nas Tuas Mãos entrego o Meu Espírito!" Desde então, o sacrifício é consumado pelo Cristo e aceito pelo Pai. Daqui por diante, os homens não mais estão separados de Deus e se encontram de novo unidos. É a razão pela qual, nesse instante, recita-se a oração de todos os filhos: "Pai Nosso...".

A fração da hóstia indica a Morte de Jesus...
A Intinção, instante em que o Padre, tendo partido a hóstia (símbolo da morte...), deixa cair uma parcela do Corpo de Cristo no cálice do Precioso Sangue, marca o momento da Ressurreição, pois o Corpo e o Sangue estão de novo reunidos e é ao Cristo Vivo que vamos comungar. A Benção do Padre marca os fiéis com a cruz, ao mesmo tempo como um extraordinário distintivo e como um escudo protetor contra os assaltos do Maligno...
Palavras do padre Pio
Jesus me consolou. Em 18 de abril de 1912, depois de uma luta terrível contra o inferno, a consolação do Senhor me veio depois da Missa: "Ao final da missa, conversei com Jesus para a ação de graças. Oh quanto foi suave o colóquio mantido com o paraíso nessa manhã!... O coração de Jesus
e o meu se fundiram. Não eram mais dois que batiam, mas um só. Meu coração tinha desaparecido como uma gota de água se dissolve no mar... - Padre Pio chorava de alegria.- Quando o paraíso invade um coração, esse coração aflito, exilado, fraco e mortal não pode suporta-lo sem chorar...". Ao Pe Agostinho, 18/04/1912, em "Padre Pio, Transparent de Dieu", J.Derobert.
Confidências a seus filhos espirituais
"Minha missa é uma mistura sagrada com a Paixão de Jesus. Minha responsabilidade é única no mundo", disse ele chorando.
"Na Paixão de Jesus, encontrarão também a minha".
"Não desejo o sofrimento por ele mesmo, não; mas pelos frutos que me dá. Ele dá glória a Deus e salva meus irmãos, que mais posso desejar?". "A que momento do Divino Sacrifício mais sofreis?". - Da consagração à comunhão." "Durante o ofertório?. - É neste momento que a alma é separada das coisas profanas." "A consagração?". - É verdadeiramente aí que advém uma nova admirável destruição e criação." "A Comunhão? Na comunhão, sofreis a morte? - Misticamente, sim. - Por veemência de amor ou de dor? - Por uma e outra: mas mais por amor." "Sofreis toda e sempre a Paixão de Jesus?". - Sim, por Sua bondade e Sua condescendência, tanto quanto é possível a uma criatura humana. - E como podeis trabalhar com tanta dor? - Encontro o meu repouso sobre a cruz." "Como nós devemos ouvir a Santa Missa?". - Como a assistiam a Santa Virgem Maria e as Santas mulheres. Como São João assistiu ao Sacrifício Eucarístico e ao Sacrificio sangrento da cruz "".
Pe. Tarcísio, Congresso de Udine, 1972.
1887 (25/maio) Nascimento em Pietrelcina, na província de Benevento (Itália). Seus pais: Grazio Forgione e Maria Giuseppa Di Nunzio Forgione.
(26/maio) Batismo por D. Nicolantonio Orlando, na igreja de S. Anna (Pietrelcina). Recebeu o nome de Francesco.
1899 Primeira comunhão.
(27/setembro) Crisma por Mons. Donato Maria dell’Olio, arcebispo de Benevento, na igreja de S. Anna (Pietrelcina).
1903 (1/janeiro) Visão que o convenceu de que sua vida seria uma contínua luta contra o maligno.
(6/janeiro) Entrada no noviciado dos Capuchinhos em Morcone.
(22/janeiro) Vestidura do hábito Capuchinho. Assumiu o nome de Frei Pio.
1904 (22/janeiro) Profissão dos votos simples.
(25/janeiro) Partida para S. Elia a Pianisi para efetuar os estudos do primeiro grau.
1905 (outubro) Partida para S. Marco la Catola para estudar filosofia.
1906 (abril) Retorno a S. Elia a Pianisi para efetuar os estudos do segundo grau.
1907 (27/janeiro) Profissão dos votos solenes.
(9-10/outubro) Ida a S. Marco la Catola para efetuar os exames de filosofia.
(outubro) Partida para Serracapriola para estudar teologia.
1908 (novembro) Partida para Montefusco para continuar os estudos de teologia.
(19/dezembro) Recebimento das Ordens Menores em Benevento.
(21/dezembro) Recebimento da Ordem do Subdiaconato em Benevento.
1909 (maio) Retorno a Pietrelcina por motivo de saúde.
(18/julho)Recebimento da Ordem do Diaconato no convento de Morcone.
1910 (10/agosto) Ordenação sacerdotal na Catedral de Benevento.
(14/agosto) Celebração da primeira missa solene em Pietrelcina.
- Dores nas mãos e nos pés: os estigmas invisíveis.
1911 (8/setembro) Informação a Padre Benedetto de S. Marco in Lamis, seu diretor espiritual, sobre os primeiros aparecimentos dos estigmas.
(outubro) Partida para Venafro. Consultas médicas em Nápoles.
(7/dezembro) Retorno a Pietrelcina.
1915 (10/outubro) Revelou suportar há anos a coroação de espinhos e a flagelação.
(6/novembro) Convocação ao serviço militar. Apresentação ao distrito de Benevento.
(18/dezembro) Retorno a Pietrelcina com licença por motivo de doença.
1916 (17/fevereiro) Partida para o convento de S. Anna em Foggia.
(28/julho) Primeira ida a San Giovanni Rotondo.
(4/setembro) Retorno provisório a San Giovanni Rotondo.
(18/dezembro) Reapresentação ao serviço militar em Nápoles.
(30/dezembro) Nova licença por motivo de doença.
1917 (6/janeiro) Visita ao Santuário de Pompéia e retorno a San Giovanni Rotondo.
(16/maio) Acompanhou até Roma sua irmã Graziella, que entrou para o convento da Ordem de Sta. Brígida.
(19/agosto) Reapresentação ao serviço militar em Nápoles.
(5/novembro) Nova licença por motivo de doença.
(12/novembro) Retorno a San Giovanni Rotondo.
1918 (5/março) Reapresentação ao serviço militar em Nápoles.
(16/março) Dispensa por estar com pneumonia dupla.
(18/março) Retorno ao convento de San Giovanni Rotondo
(5-7/agosto) Um misterioso Personagem celeste traspassou-lhe o coração com uma lança e a ferida sangrava continuamente.
(20/setembro) Apareceu-lhe novamente o misterioso Personagem, no coro da igreja de Santa Maria delle Grazie. Padre Pio recebeu em seu corpo os sinais da crucifixão de Nosso Senhor e viu-se com chagas nas mãos, no lado e nos pés.
(20/dezembro) Há vários dias apercebeu-se da transverberação do coração - como se uma lâmina de ferro traspassasse seu coração.
1919 Divulgação da notícia dos estigmas, propagação da fama de Padre Pio pelo mundo todo e início do afluxo de peregrinos.
(15-16/maio) Consulta do Prof. Luigi Romanelli, o primeiro médico a examinar os estigmas de Padre Pio.
(26/julho) Consulta do Prof. Amico Bignami.
(8/outubro) Consulta do Dr. Giorgio Festa.
1920 (15/julho) Consulta do Dr. Giorgio Festa e do Prof. Luigi Romanelli.
1921 (junho-julho) Difusão da notícia de uma possível transferência de Padre Pio.
1922 (4/junho) Ordem de que se observasse tudo ao redor de Padre Pio.
1923 (17/junho) Ordem de que Padre Pio não celebrasse mais a missa em público e que não mais se respondesse às cartas recebidas.
(25/junho) Celebração da missa privadamente. Comoção popular.
(26/junho) Padre Pio voltou a celebrar a missa na igreja de Santa Maria delle Grazie.
(8/agosto) Ordem da transferência de Padre Pio para Ancona.
(17/agosto) Suspensão da transferência de Padre Pio.
1925 (22/abril) Agitação popular devido a algumas restrições impostas a Padre Pio no ministério das confissões.
(5/outubro) Operação de hérnia pelo Dr.Giorgio Festa.
1927 (26/março-5/abril) Visita apostólica do Mons. Felice Bevilacqua.
1928 (10/julho) Chegada de outro visitador apostólico, Mons. Bruno.
1929 (3/janeiro) Padre Pio assistiu a sua mãe, que morreu em San Giovanni Rotondo.
1931 (25/maio) O convento de San Giovanni Rotondo é submetido à imediata jurisdição do superior geral.
(9/junho) Ordem de suspensão de todos os ministérios de Padre Pio, exceto da missa, que devia celebrar privadamente.
1933 (14/março) Visita do Mons. Luca Pasetto e do Mons. Felice Bevilacqua.
(24/junho) Primeiro encontro do Mons. Andrea Cesarano, novo arcebispo de Manfredonia, com Padre Pio.
(16/julho) Padre Pio voltou a celebrar a missa na igreja de Santa Maria delle Grazie.
1934 (25/março) Padre Pio voltou a ouvir a confissão dos homens.
(12/maio) Padre Pio voltou a ouvir a confissão das mulheres.
1935 (10/agosto) Celebração de 25 anos de sacerdócio de Padre Pio.
1946 (7/outubro) Padre Pio assistiu a seu pai, que morreu em San Giovanni Rotondo.
1947 (19/maio) Início dos trabalhos para a construção da obra terrena de Padre Pio: o hospital “Casa Sollievo della Sofferenza”.
(6/julho) Abertura do convento dos Capuchinhos em Pietrelcina.
1950 (7/janeiro) Início do sistema de anotação prévia dos nomes numa lista para organizar as confissões das mulheres.
1953 (22/janeiro) Celebração de 50 anos de vestidura religiosa de Padre Pio.
1954 (6/junho) Celebração da missa a céu aberto na praça em frente à igreja pela primeira vez.
1956 (5/maio) Inauguração da “Casa Sollievo della Sofferenza”.
(2/julho) Assentamento da pedra fundamental para a construção da nova igreja de Santa Maria delle Grazie.
1957 (4/abril) Padre Pio foi nomeado, por Pio XII, diretor em vida da fraternidade da Ordem Terceira Franciscana “Santa Maria delle Grazie” e lhe foi conferido o privilégio de dirigir pessoalmente a “Casa Sollievo della Sofferenza”.
(7-9/maio) VII Congresso Nacional dos médicos católicos italianos.
1959 (25/abril) Padre Pio ficou doente. Começou a transmitir uma mensagem espiritual pelo microfone, após a recitação do Angelus, ao meio-dia e à tarde.
(1-2/julho) Consagração da nova igreja de Santa Maria delle Grazie. Coroação de Nossa Senhora pelo Card. Federico Tedeschini.
(5-6/agosto) Visita da estátua de Nossa Senhora de Fátima a San Giovanni Rotondo. Padre Pio restabeleceu-se.
1960 (30/julho) Chegada do Mons. Carlo Maccari, visitador apostólico, a San Giovanni Rotondo.
(10/agosto) Celebração de 50 anos de sacerdócio de Padre Pio.
1963 (22/janeiro) Celebração de 60 anos de vestidura religiosa de Padre Pio.
1964 (11/maio) Padre Pio nomeou a Santa Sé herdeira universal de todos os bens relativos à sua obras terrena.
1966 (5/maio) Dez anos de inauguração da “Casa Sollievo della Sofferenza”. Convenção Internacional dos Grupos de Oração.
(26/dezembro) Celebração de 50 anos de permanência de Padre Pio em San Giovanni Rotondo.
1967 (9/maio) Morte de Michele, irmão de Padre Pio.
(25/maio) Padre Pio fez 80 anos.
1968 (29/março) Início da utilização de cadeira de rodas.
(20/setembro) Comemoração dos 50 anos dos estigmas de Padre Pio.
(21/setembro) Convenção Internacional dos Grupos de Oração.
(22/setembro) Celebração da última missa por Padre Pio, às 5:00.
(23/setembro) Morte de Padre Pio, às 2:30.
(26/setembro) Funerais de Padre Pio às 15:30, com a presença de mais de cem mil pessoas. Enterro na cripta da igreja de Santa Maria delle Grazie.
(27/setembro) Abertura da cripta à visitação. Início da peregrinação de inúmeros fiéis.
1969 (4/novembro) Em nome da Ordem, o postulador geral dos Capuchinhos, Padre Bernardino de Siena, solicitou ao bispo Antonio Cunial, administrador apostólico de Manfredonia, o início da Causa de Beatificação e Canonização de Padre Pio.
(23/novembro) Mons. Antonio Cunial aceitou a solicitação.
1971 (fevereiro) Início da publicação das cartas de Padre Pio pelos Capuchinhos no Epistolário, volume I: Correspondência de Padre Pio com seus diretores espirituais (1910-1922).
1972 (1-6/maio) Primeira Convenção para o estudo sobre a espiritualidade de Padre Pio.
1973 (16/janeiro) Mons. Valentino Vailati, arcebispo de Manfredonia, entregou à Congregação para as Causas dos Santos a documentação necessária para obter o nihil obstat para a introdução da Causa de Beatificação de Padre Pio.
1974 (25/dezembro) Publicação da primeira biografia oficial do Servo de Deus Pio de Pietrelcina, sob a orientação da Postulação geral dos Capuchinhos.
1980 (3/março) Mons. Valentino Vailati, arcebispo de Manfredonia, entregou à Congregação para as Causas dos Santos documentos complementares para obter o nihil obstat para a introdução da Causa de Beatificação de Padre Pio.
1982 (29/novembro) Assinatura do decreto para a introdução do processo diocesano sobre a vida e as virtudes do Servo de Deus Pio de Pietrelcina pelo papa João Paulo II.
1983 (20/março) Início do processo diocesano.
1987 (23/maio) O papa João Paulo II foi em peregrinação a San Giovanni Rotondo, ajoelhou-se em oração diante do túmulo de Padre Pio, falou de seu amor a Deus, à Nossa Senhora e de seu serviço às almas no altar e no confessionário.
1990 (21/janeiro) Encerramento solene do processo diocesano sobre a vida e as virtudes do Servo de Deus Pio de Pietrelcina, em sessão pública, no Santuário de Santa Maria delle Grazie. Entrega da admirável documentação recolhida em cento e quatro volumes à Congregação para as Causas dos Santos, após sete anos de trabalho e com o depoimento de setenta e três testemunhas.
1997 (18/dezembro) Proclamação do decreto sobre a heroicidade das virtudes; o papa João Paulo II conferiu a Padre Pio o título de “Venerável”.
1998 (21/dezembro) Promulgação, na presença do papa João Paulo II, do decreto sobre o milagre para a Beatificação de Padre Pio, relativo à cura da Sra. Consiglia De Martino (de Salerno, Itália).
1999 (2/maio) O papa João Paulo II declarou Padre Pio “Beato”. Mais de quatrocentas mil pessoas reuniram-se na Praça de São Pedro (Vaticano), na Praça de São João Latrão (Roma), em San Giovanni Rotondo e em Pietrelcina para assistir à solenidade.
2001 (20/dezembro) Promulgação, na presença do papa João Paulo II, do decreto sobre o milagre para a Canonização de Padre Pio, relativo à cura do menino Matteo Pio Colella (de San Giovanni Rotondo, Itália).
2002 (16/junho) O papa João Paulo II declarou Padre Pio “Santo”. Mais de quatrocentas mil pessoas reuniram-se na Praça de São Pedro (Vaticano), em San Giovanni Rotondo e em Pietrelcina, numa extraordinária manifestação de fé sem precedentes. Em San Giovanni Rotondo a Missa foi concelebrada por cinqüenta sacerdotes e, no momento em que Padre Pio foi proclamado santo, voaram no céu sobre a cidade: 12.327 balões azuis e amarelos (correspondentes ao número de dias desde a morte até a santificação de Padre Pio), seis milhões de pétalas de rosas e milhares de papeizinhos em que estavam escritas frases de Padre Pio. Muitas festividades foram programadas nos cinco continentes, e a canonização foi transmitida via satélite para o mundo todo.
2004 (1/julho) Consagração do novo Santuário de São Pio de Pietrelcina em San Giovanni Rotondo.


