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Nossa Sra. das Vocações

Nossa Sra. das Vocações
Senhor que dissestes "a messe é grande e poucos são os operários", nós vos pedimos que envieis muitas e santas vocações sacerdotais e religiosas para nossa Diocese. Necessitamos de sacerdotes que nos dêem o pão da Eucaristia e o Pão da Palavra e assim possamos viver a vossa vida. Virgem Santíssima, Mãe dos sacerdotes, intercedei junto a vossa Divino Filho pela perseverança e santidade de nossos sacerdotes e seminaristas. Amém. Nossa Senhora das Vocações, rogai por nós!

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Guarulhos, São Paulo, Brazil
Somos irmãos no Discernimento Vocacional da Diocese de Guarulhos ( Marcelo, Nilton, Ricardo, Robson, Ítalo e o Bruno ) que, movidos pelo Espírito Santo tivemos a idéia de montar esse blog inspirado nos emails que trocamos. Com um único objetivo: transmitir mensagens de fortalecimento da fé, partilhar de nossa caminhada. Publicar tudo o que é suscitado em nossos corações. As tribulações, as vitórias e as alegrias que alcançamos dia-a-dia com Jesus e Maria. Seguindo a ordem nos dada pelo mestre dos mestres: " Ide pelo mundo e pregai o evangelho a toda criatura" Venha fazer parte conosco dessa missão confiada à todos nós!

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O VÍDEO FALA POR SI SÓ!





O rio Paraíba, que nasce em São Paulo e deságua no litoral fluminense, era limpo e piscoso em 1717, quando os pescadores Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves resgataram a imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida de suas águas. Encarregados de garantir o almoço do conde de Assumar, então governador da província de São Paulo, que visitava a Vila de Guaratinguetá, eles subiam o rio e lançavam as redes sem muito sucesso próximo ao porto de Itaguaçu, até que recolheram o corpo da imagem. Na segunda tentativa, trouxeram a cabeça e, a partir desse momento, os peixes pareciam brotar ao redor do barco.
 
Durante 15 anos, Pedroso ficou com a imagem em sua casa, onde recebia várias pessoas para rezas e novenas. Mais tarde, a família construiu um oratório para a imagem, até que em 1735, o vigário de Guaratinguetá erigiu uma capela no alto do Morro dos Coqueiros. Como o número de fiéis fosse cada vez maior, teve início em 1834 a construção da chamada Basílica Velha. O ano de 1928 marcou a passagem do povoado nascido ao redor do Morro dos Coqueiros a município e, um ano depois, o papa Pio XI proclamava a santa como Rainha do Brasil e sua padroeira oficial.

A necessidade de um local maior para os romeiros era inevitável e em 1955 teve início a construção da Basílica Nova, que em tamanho só perde para a de São Pedro, no Vaticano. O arquiteto Benedito Calixto idealizou um edifício em forma de cruz grega, com 173m de comprimento por 168m de largura; as naves com 40m e a cúpula com 70m de altura, capaz de abrigar 45 mil pessoas. Os 272 mil metros quadrados de estacionamento comportam 4 mil ônibus e 6 mil carros. Tudo isso para atender cerca de 7 milhões de romeiros por ano.


Os Primeiros Milagres atribuídos a Nossa Senhora de Aparecida



Milagre das velas



Estando a noite serena, repentinamente as duas velas que iluminavam a Santa se apagaram. Houve espanto entre os devotos, e Silvana da Rocha, querendo acendê-las novamente, nem tentou, pois elas acenderam por si mesmas. Este foi o primeiro milagre de Nossa Senhora.


A libertação do escravo Zacarias




O escravo Zacarias havia fugido de uma fazenda no Paraná e acabou sendo capturado no Vale do Paraíba. Foi caçado e capturado por um famoso capitão do mato e, ao ser levado de volta, preso por correntes nos pulsos e nos pés, e como passassem perto da capela da Santa, pediu permissão para rezar diante da imagem. Rezou com tanta devoção que as correntes milagrosamente se romperam, deixando-o livre. Diante do ocorrido, seu senhor acabou por libertá-lo.


O cavaleiro ateu



Um cavaleiro que passava por Aparecida, vendo a fé dos romeiros, zombou deles e tentou entrar na igreja a cavalo para destruir a imagem da santa. Na tentativa, as patas do cavalo ficaram presas na escadaria da igreja. Até hoje pode-se ver a marca de uma das ferraduras em uma pedra, na sala dos milagres da Basílica Nova.


A cura da menina cega



Uma menina cega, ao aproximar-se, com a mãe, da Basílica, olhou em direção a ela e, de repente, exclamou "Mãe, como aquela igreja é bonita." Estava enxergando, perfeitamente curada.
 


Menino no rio



O Pai e o filho foram pescar, durante a pescaria a correnteza estava muito forte e por um descuido o menino caiu no rio e não sabia nadar, a correnteza o arrastava cada vez mais rápido e o pai desesperado pede a Nossa Senhora Aparecida para salvar o menino. De repente o corpo do menino para de ser arrastado, enquanto a forte correnteza continua e o pai salva o menino.


O Caçador




Um caçador estava voltado de sua caçada já sem munição, derepente ele se deparou com uma enorme onça. Ele se viu encurralado e a onça estava prestes a atacar, então o caçador pede desesperado a Nossa Senhora Aparecida por sua vida, a onça vira e vai embora.
 

Nilton de Carvalho
Vocacionado - Diocese de Guarulhos








Ó, virgem santa, rogai por nós, pecadores...
Junto a Deus Pai e livrai-nos do mal e das dores.
Que todo homem caminhe tocado pela fé
Crendo na graça divina esteja como estiver.
Abençoai nossas casas, as águas, as matas e o pão nosso, a luz de toda manhã, o amor sobre o ódio.
Iluminai a cabeça dos homens, te pedimos agora.. E que o bem aconteça
Nossa Senhora

Em pé a Mãe dolorosa em prantos junto a Cruz da qual seu filho pendia.
Sua alma gemente, contristada e desolada, foi por um gládio trespassada.
O quão triste e aflita estava a bendita Mãe do Unigênito Filho?
Gemia e suspirava a piedosa Mãe ao contemplar as dores de seu Filho Divino.
Qual o homem que não choraria, vendo a Mãe do Cristo em tal suplício?
Quem poderia, sem tristeza, contemplar a Mãe de Cristo sofre com seu filho?
Pelos pecados de seu povo, Ela o via atormentado e pelos açoites dilacerado.
Viu seu doce Filho morrer abandonado, e entregar seu espírito.
Ó Mãe, fonte de todo amor, fazei-me sentir a violência de vossas dores, para convosco chorar.
Fazei meu coração arder de amor por Cristo nosso Deus, a fim de comprazê-lo.
Ó Santa Mãe, eu vos suplico, gravai no meu coração as chagas do Crucificado.
Dividi comigo as dores de vosso Filho dilacerado, que se dignou a sofrer tanto por mim.
Fazei-me piedosamente convosco chorar e sofre com o Crucificado enquanto eu viver.
Estar convosco junto à Cruz, e no pranto unir-me a Vós, eis o meu desejo!
Ó Virgem, entre as virgens ilustre, não sejais para mim amarga e fazei-me chorar convosco.
Fazei-me carregar a morte de Cristo, compartilhar de sua paixão e suas chagas venerar.
Feri-me com suas chagas e inebriai-me com a Cruz e o sangue de vosso Filho.
Para não ser consumido pelas chamas, que eu seja, ó Virgem, defendido por Vós no dia do Juízo.



Nossa Senhora das Dores, rogai por nós.


Nilton de Carvalho
Vocacionado- Diocese de Guarulhos


Mãe do Silêncio e da Humildade, tu vives perdida e encontrada
no mar sem fundo do Mistério do Senhor.
Tu és disponibilidade e receptividade.
Tu és fecundidade e plenitude.
Tu és atenção e solicitude pelos irmãos.
Estás revestidas de fortaleza.


Resplandecem em ti a maturidade humana
e a elegância espiritual.
És senhora de ti mesma antes de ser nossa Senhora.
Em ti não existe dispersão.


Em um ato de simples e total, tua alma, toda imóvel,
está paralisada e identificada com o Senhor.
Estás em Deus, e Deus em ti.
O Mistério total te envolve
e te penetra e te possui,
ocupa e entrega todo o teu ser.


Parece que em ti tudo ficou parado,
tudo se identificou contigo: o tempo, o espaço,
a palavra, a música, o silêncio, a mulher, Deus.
Tudo ficou assumido em ti, e divinizado.


Jamais se viu figura humana de tamanha doçura,
nem se voltará a ver nesta terra
uma mulher tão inefavelmente evocadora.
Entretanto, teu silêncio
não é a ausência mas presença.


Estás abismada no Senhor e, ao mesmo tempo,
atenta aos irmãos, como em Caná.
A comunicação nunca é tão profunda como
quando não se diz nada, e o silêncio
nunca é tão eloqüente como quando nada se comunica.


Faze-nos compreender que o silêncio não é
desinteresse pelos irmãos, mas fonte
de energia e de irradiação,
não é encolhimento mas projeção.
Faze-nos compreender que,
para derramar, é preciso preencher-se.


Afoga-se o mundo no mar da dispersão,
e não é possível
amar os irmãos com um coração disperso.
Faze-nos compreender que o apostolado,
sem silêncio, é alienação, e que o silêncio,
sem apostolado, é comodidade.


Envolve-nos em teu manto de silêncio e comunica-nos
a fortaleza de tua FÉ, a altura de tua Esperança
e a profundidade de teu Amor.
Fica com os que ficam e vem com os que partem.
Ó Mãe Admirável do Silêncio!


Autor: Inácio Larrañaga.


Luiz Marcelo Gonçalves
Vocacionado Diocesano


“Eu tentei muitas vezes calar e não dar nem respostas, eu tentei na fuga esconder-me e ir longe de ti, mas tua força venceu-me ao final e fiquei seduzido, é difícil agora viver sem saudade de Ti”.
Experiência tem apenas aquele que já viveu, e o jovem não sabe e nem tem a certeza de tudo, é extremamente normal que em toda a nossa história de vida tenhamos coisas a aprender, pois todos os dias nos são dado à possibilidade de viver e aprender novas coisas. Sabemos que o próprio Cristo Jesus foi ensinado por sua catequista, professora e Mãe, Maria.
São João Damasceno diz: “- Oh Mãe! Ser teu devoto, ó virgem santa é uma arma de solução que Deus dá aos que quer salvar”.
Sabemos que o papel de Maria na Igreja e no Mundo não é mais que nos revelar Jesus como único Salvador, Caminho, Verdade e Vida, que se não fosse isso não serias nada.
São Bernardo diz: “- Os maiores santos, ou seja, as almas mais ricas em graça e virtude, são as mais assíduas a rezarem a virgem Maria, a contemplá-la continuamente como modelo perfeito a imitar e como poderoso auxílio a quem recorrer”.
Que também nós filhos (as) da Igreja reconhecendo que nada sabemos e muito temos a aprender! Que possamos recorrer a Maria como nossa Protetora, Rainha, Educadora, mas em primeiro lugar como Mãe e Mestra, para que seduzidos no Amor ela possa nos revelar o doce amor que é o Próprio Jesus.
Peço a Virgem Maria Santíssima, como estrela da evangelização, envie toda a Milícia Celeste no comando de São Miguel Arcanjo que nos auxilia e combate em nosso favor contra as forças malignas.
Se você não acredita que Maria é a marca, o ícone, o símbolo e o sinal de entrega a Deus. Não há mais o que se dizer.
Obrigado Mãe por seres quem tu és, Mãe de Deus e nossa, pois teu nome é Maria de Deus!


Nossa Senhora da Natividade. Rogai por nós!

Ricardo Teixeira
Vocacionado-Diocese de Guarulhos

Qual mãe resistiria a toda essa dor? Qual mãe conseguiria suportar ver seu filho sendo flagelado, julgado, condenado e tão brutalmente assassinado diante de seus olhos e ainda assim, ficar em silêncio?
Maria, a esolhida, a concebida sem pecado!
Não me restam dúvidas de que, tanto quanto Jesus, Maria também sentiu todas as dores da Cruz.
E como se não bastasse tudo o que Jesus nos ensinou, ainda na cruz ele encontrou forças para dizer algumas de suas últimas frases: " Filho, eis aí tua mãe".
Obrigado Jesus por nos deixar tão rico tesouro.







Nilton de Carvalho

Vocacionado - Diocese de Guarulhos

Na Igreja Católica há dois tipos de culto: o de latria e o de dulia.
O culto latria (λατρεια) é o culto de adoração, prestado somente Deus, como supremo Senhor de vida e de todo universo, confessando que absolutamente tudo dele.
O culto de dulia (δουλεια) é o culto de veneração, prestado aos santos e, estando a Virgem Maria acima de todos na corte celeste, é-lhe prestado um culto especial de veneração, chamado hiperdulia (‘υπερδουλεια).
A Mariologia, instituída como uma das bases da fé Católica Romana, fez surgir ao longo dos tempos, diversas formas de devoção àquela que chamam de Nossa Senhora, com diversas denominações.



Nossa Senhora das Vocações


Títulos de Maria

Invocada por suas denominações, a veneração a Maria é responsável pela multiplicidade de nuances em seu caráter, que é admirado em aspectos parciais
Segue abaixo os títulos dedicados à Virgem Maria:

Nossa Senhora da Abadia -imagem encontrada perto da Abadia Bouro na arquidiocese de Braga, Portugal

Nossa Senhora da Ajuda - relembra Maria junto à cruz, também implorando a Deus pelo gênero humano

Nossa Senhora do Amor Divino - relembra o amor especial que Deus dedicou a Maria, escolhendo-a por sua Mãe

Nossa Senhora do Amparo - relembra Jesus crucificado, entregando Maria como Mãe de todos os homens;

Nossa Senhora dos Anjos - Relembra Maria, como rainha das cortes celestes e também faz alusão à cidade de Assis, local para onde havia sido levado um pedaço do túmulo da Virgem e se ouvia sempre o canto dos anjos; A cidade de Los Angeles, nos EUA, foi batizada com seu nome : Nuestra Señora la Reina de Los Ángeles de Porciúncula.

Nossa Senhora da Anunciação - Visita do arcanjo Gabriel a

Nossa Senhora Aparecida, ou da Conceição Aparecida - Imagem encontrada no Vale do Paraíba ( São Paulo )

Nossa Senhora da Apresentação - Apresentação de Maria no Templo, em Jerusalém;

Nossa Senhora Aquiropita - Imagem que não foi pintada por mão humana, de devoção em Rossano, na Calábria.

Nossa Senhora da Assunção - relembra a elevação de Maria, de corpo e alma, aos céus

Nossa Senhora Auxiliadora - relembra o auxílio de Maria ao Papa Pio VII durante o domínio napoleônico;

Nossa Senhora do Belém - relembra a maternidade de Maria, na cidade de Belém

Nossa Senhora da Boa Hora - relembra a proteção de Maria na hora dos partos e na hora da morte;

Nossa Senhora da Boa Morte - Proteção aos agonizantes;

Nossa Senhora da Boa Nova - Maria é que traz aos homens a Boa Nova (Evangelho ) do nascimento de Jesus

Nossa Senhora da Boa Viagem - relembra Maria como protetora dos portugueses que partiam nas viagens de descobrimento do Novo Mundo;

Nossa Senhora do Bom Conselho - relembra Maria como grande conselheira dos Apóstolos, cultuada desde o século V, na cidade de Genazzano, Itália

Nossa Senhora do Bom Despacho - celebra o prestígio de Maria perante Deus, pelo despacho da encarnação do Verbo

Nossa Senhora do Bom Parto / do Parto - Nascimento de Jesus, tendo Maria permanecido virgem antes, durante e depois do parto.

Nossa Senhora do Bom Socorro - relembra o socorro de Maria aos cristãos, celebrado, desde o século X, em Blosville, na Normandia

Nossa Senhora do Bom Sucesso - relembra o auxílio da Mãe de Deus para os que almejam sucesso em seus tratamentos de saúde e nos seus empreendimentos materiais;

Nossa Senhora do Brasil - relembra as inúmeras graças concedidas, por seu intermédio, aos brasileiros;

Nossa Senhora das Brotas - relembra o fato de folhas brotarem numa altar de Nossa Senhora, no início do povoamento de Cuiabá, MT no século XVII, também venerada em Piraí do Sul, após um milagre envolendo a estampa de Nossa Senhora deixada com uma moradora da cidade por Santo Antônio de Sant´anna Galvão;

Nossa Senhora da Cabeça - imagem encontrada no Pico da Cabeça, Serra Morena, na Andaluzia, no século XIII

Nossa Senhora do Cabo da Boa Esperança - relembra a proteção de Maria, no século XV, quando protegeu os portugueses , na sua esperança de chegar às Índias, dobrando o Cabo das Tormentas

Nossa Senhora da Luz, das Candeias ou da Candelária - relembra a purificação de Maria no Templo, comemorada com uma procissão luminosa

Nossa Senhora de Caravaggio - Aparição da Virgem , no século XV, em Caravaggio, Itlália

NossaSenhora do Carmo, do Monte Carmelo - relembra o convento construído em honra à Virgem, nos primeiros séculos do cristianismo, no Monte Carmelo, na Samaria;

Nossa Senhora da Carpição - originária de cerimonial de carpição ou capina de um terreno onde foi ereta uma capela dedicada à Virgem Maria, em São José dos Campos, São Paulo, no século XIX;


Nossa Senhora de Ceuta ou do Bastão - relembra o auxílio da Virgem Ana conquista de Ceuta por D. João I, sua imagem traz um rico bordão na mão, donde vem o termo “do Bastão”;

Nossa Senhora da Conceição - Relembra que Santa Ana concebeu Maria, pura sem pecado.

Nossa Senhora da Consolação - relembra a Virgem como “Consoladora dos aflitos”, devoção iniciada por Santa Mônica

Nossa Senhora de Copacabana - Imagem esculpida por um índio, Francisco Tito Iupanqui, no século XVI, na aldeia de Copacabana, às margens do Lago

Nossa Senhora da Correia - relembra a correia da cintura da Virge Maria, símbolo de pureza, com que as mulheres judias eram cingidas desde a infância

Nossa Senhora dos Desamparados - relembra a proteção de Maria a uma confraria criada , no século XV, em Valência, Espanha, para acolher crianças desamparadas;

Nossa Senhora Desatadora de Nós - relembra que a Virgem Maria liberta os homens das aflições da vida, desata os nós que os escravizam

Nossa Senhora do Desterro - A fuga para o Egito

Nossa Senhora Divina Pastora - Devoção a Virgem Maria como pastora de almas, surgida no século XVIII em Sevilha, Espanha;

Nossa Senhora da Divina Providência - relembra que a Virgem confiou plenamente na Divina Providência, entregando-se totalmente a Deus

Nossa Senhora das Dores (ou da Piedade/da Soledade/ das Angústias/ das Lágrimas/ das Sete Dores/ do Calvário/ do Pranto) - Refere-se às sete dores da Virgem Maria: a profecia de Simeão, a fuga para o Egito, a perda do menino Jesus, o encontro no caminho do Calvário, a morte de Jesus, o golpe da lança e a descida da cruz, e o sepultamento de Cristo.

Nossa Senhora da Encarnação - relembra a encarnação do Verbo no seio puríssimo da Virgem

Nossa Senhora da Escada - A Virgem é comparada à “Escada de Jacó”, que liga o céu e a terra. També faz alusão aos trinta e um degraus que davam aceso a um santuário de Lisboa, Portugal

Nossa Senhora da Esperança - relembra a Virgem na esperança e na iminência do parto divino

Nossa Senhora da Estrela - imagem oculta por Dom Rodrigo, último rei dos visigodos, em 711, quando da invasão árabe; sendo descoberta, quando a Vila de Marvão, em Portugal, foi liberada do domínio muçulmano; Maria é chamada “Aurora da Salvação

Nossa Senhora de Fátima, do Rosário de Fátima - Aparição em Fátima, Portugal

Nossa Senhora da Fé - relembra que a vida da Virgem foi um contínuo “Ato de Fé, sendo esta devoção medieval originária da França e Bélgica;

Nossa Senhora da Glória - relembra coroação da Virgem como rainha

Nossa Senhora da Graça - imagem encontrada por pescadores na praia de Cascai, Portugal, em 1362 e que apareceu a Catarina Álvares

Nossa Senhora das Graças ou da Medalha Milagrosa - relembra uma aparição feita a Catarina Labouré, em Paris;

Nossa Senhora de Guadalupe - Aparição ao índio Juan Diego, em Guadalupe, México, em 1531

Nossa Senhora da Guia - relembra que a Virgem Maria guiou Jesus, na sua infância e juventude; é chamada pelos ortodoxos de “Odegitria” (‘οδεγός);

Nossa Senhora da Lampadosa - relembra a padroeira da ilha de Lampadosa;

Nossa Senhora da Lapa - Imagem escondida dos muçulmanos numa lapa, no século X, pelas monjas beneditinas de Aguiar da Beira, sendo encontrada em 1498, por uma menina, que muda de nascença, começou a falar

Nossa Senhora do Leite ou da Lactação - relembra a Virgem nutrindo o Menino-Deus com seu leite materno;

Nossa Senhora do Líbano - relembra a milenar devoção dos libaneses à Virgem Maria, e também o santuário construído, entre 1904 e 1908, no cume Haruça no Monte Líbano, para honrar a Imaculada Conceição de Maria;

Nossa Senhora do Livramento - relembra o livramento do fidalgo português Rodrigo Homem de Azevedo, preso pelo Duque de Alba no século XVI;

Nossa Senhora do Loreto - refere-se à “Casa de Nazaré”, onde viveu a Virgem Maria, transladada para um bosque de loureiros, próximo a Recanati, na Itália;

Nossa Senhora de Lourdes - Aparição, no século XIX, na Gruta de Massabielle, em Lourdes, França;

Nossa Senhora de Lujan - refere-se a uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, mandada esculpir no Brasil em 1630, por um portugês, residente na argentina; que ao ser transportada, encalhou às margens do Rio Lujan ;

Nossa Senhora da Luz - imagem encontrada por Pedro Martins, entre uma estranha luz, que lhe apareceu em Carnide, Porgal; Maria é lembrada como aquela que apresenta seu Filho Jesus como “Luz das Nações

Nossa Senhora Madre de Deus - relembra a maternidade divina de Maria, cultuada desde os primeiros séculos e confirmada Concílio de Éfeso;

Nossa Senhora Mãe da Igreja - relembra a proclamação de Maria como “Mãe de todo o povo de Deus”, Papa Paulo VI, durante o Concílio Vaticano II.
Nossa Senhora Mãe dos Homens - devoção surgida no convento de São Francisco das Chagas, no bairro de Xabregas, Lisboa, relembrando que Maria além de Mãe de Deus é Mãe de todos os homens

Nossa Senhora das Maravilhas - relembra que a vida de Maria foi uma sucessão de maravilhas, das quais a maior foi a encarnação do Verbo. Isto atesta a própria Virgem, no canto do "Magnificat";

Nossa Senhora dos Mares - Desde os primeiros séculos do cristianismo, Maria é invocada como protetora das viagens marítimas

Nossa Senhora dos Mártires -
Invocada em homenagem dos cristãos que tombaram no Cerco de Lisboa, em 1147


Nossa Senhora Medianeira - relembra o papel de intermediária entre o fiel e Jesus, devoção que teve origem em Veneza, durante a grande epidemia de 1630

Nossa Senhora de Međugorje - Aparição em Medugorje na Bósnia

Nossa Senhora Menina - Relembra a infância da Virgem, do nascimento aos três anos junto a seus pais, São Joaquim e Santa Ana e dos três aos doze anos, no Templo de Jerusalém;

Nossa Senhora das Mercês - Relembra a aparição a São Pedro Nolasco, no início século XII, solicitando a criação de Ordem destinada ao resgate de cristãos feitos cativos pelos muçulmanos

Nossa Senhora dos Milagres - Relembra os grande prodígios operados pela Mãe de Deus, Onipotência suplicante e canal de todas as graças, a quem nada Deus recusa;

Nossa Senhora da Misericórdia - Por conseguir inúmeros benefícios de Deus para os homens, Maria é chamada “Mãe de Misericórdia”; o título também lembra a proteção da Virgem às Santas Casas de Misericórdia, cuja primeira foi fundada em Lisboa, em 1498;

Nossa Senhora do Monte - Relembra que a Virgem é um monte altíssimo, que vence a altura de todos os outros montes, em santidade e virtude

Nossa Senhora de Monserrat - Relembra que a Virgem é um monte altíssimo, que vence a altura de todos os outros montes, em santidade e virtude

Nossa Senhora de Muquém - relembra o auxílio da Virgem Maria a um garimpeiro português, na vila de São Tomé de Muquém, no início da mineração em Goiás, Brasil

Nossa Senhora da Natividade - relembra o nascimento da virgem Maria, que, segundo a tradição, foi num sábado, 8 de setembro do ano 20 a.c, na cidade de Jerusalém

Nossa Senhora dos Navegantes - Maria é invocada como protetora dos navegantes, devoção que teve seu auge durante as cruzadas e, depois, durante o período das grandes navegações;

Nossa Senhora de Nazaré - relembra a vida da Virgem Maria, em Nazaré, junto à sua sagrada família;

Nossa Senhora Neves - refere-se a um milagre, anunciado pela Virgem Maria, de que em pleno verão, na noite 4 para 5 de agosto em Roma, o que realmente aconteceu no local onde hoje se ergue a basílica de Santa Maria Maior

Nossa Senhora do Ó - Alusão à Nossa Senhora nas proximidades de seu parto. Houve um sermão proferido pelo Padre Vieira, onde compara as virtudes de Maria à "perfeição da letra o", símbolo da imortalidade e de Deus, de quem Maria é mãe. Referências às sete antífonas do Ó, nas proximidades do Natal.

Nossa Senhora da Oliveira - refere-se a uma imagem levada para Guimarães, Portugal, por São Tiago, que a colocou num templo, ao lado qual havia uma oliveira. Também, a Virgem Maria é comparada na passagem bíblica: “sua glória é igual ao fruto da Oliveira” (Os 14,6);

Nossa Senhora do Parto, do Bom Parto - recorda a proteção da Virgem Maria às mães que estão para dar à luz

Nossa Senhora do Patrocínio - relembra a intercessão da Virgem Maria junto a seu filho, em favor dos homens, como nas Bodas de Caná;

Nossa Senhora da Paz ou Rainha da Paz - relembra a intervenção da Virgem Maria na devolução da catedral de Toledo, Espanha, aos cristãos

Nossa Senhora da Pena - relembra a Virgem como inspiradora e padroeira das letras e das artes;

Nossa Senhora da Penha - relembra o milagre realizado, no início do século XVII, por intercessão da Virgem Maria invocada por Baltazar de Abreu Cardoso, brasileiro, que encontrou uma serpente ao subir um penhasco (penha) que levava à sua fazenda no Rio de Janeiro, Brasil

Nossa Senhora da Penha de França - relembra a aparição da Virgem Maria a Simão Vela, monge francês, na serra chamada Penha de França, no norte da Espanha

Nossa Senhora de Pentecostes - alusão ao dia de Pentecostes quando Maria juntamente com os Apóstolos ficou repleta do Espírito Santo, que veio sob a forma de línguas de fogo;

Nossa Senhora da Purificação - relembra a purificação de Maria no Templo, comemorada com uma procissão luminosa;

Nossa Senhora Peregrina - Alusão à imagem de Nossa Senhora de Fátima;

Nossa Senhora do Socorro- relembra a Virgem Maria como socorro dos cristãos, em suas horas de necessidade.Refere-se a um quadro milagroso da ilha de Creta que após ser roubado, foi recuperado em Roma e posto, no século XIX, sob a guarda dos padres redentoristas;

Nossa Senhora da Piedade- relembra que Jesus, após o descimento da Cruz, foi entregue aos braços de sua Mãe Santíssima;

Nossa Senhora do Pilar - refere-se a uma aparição da Virgem Maria a São Tiago, que estava evangelizando em Saragoça. A virgem lhe apareceu sentada num pilar, donde lhe vem o nome

Nossa Senhora de Pompeia - relembra a aparição da Virgem a Bartolo Longo, em Pompéia, no sul da Itália;

Nossa Senhora da Ponte - refere-se à comparação de Maria à ponte donde passamos da terra para o céu;

Nossa Senhora Porta do Céu - refre-se à máxima que diz: “Ninguém chega ao Pai, a não ser por Jesus; e nimguém chega ao Filho, a não ser por Maria”. Esta é uma das invocações das “Ladainhas Loretanas”, considerando pois que o culto da Mãe de Deus é a porta que leva os fiéis ao paraíso;

Nossa Senhora do Porto - refere-se a uma imagem bizantina colocada no célebre santuário, cuja construção foi iniciada no século VI, no bairro do Porto, em Clermont-Ferrand, na França. Uma cópia deste ícone foi levada na batalha aos muçulmanos, para a retomada da cidade do Porto, em Portugal;

Nossa Senhora do Povo - relembra a construção, pelo povo Roma, de uma igreja dedicada à Virgem Maria, no local onde se erguera o mausoléu dos Domícios, família a qual pertencia o imperador Nero;

Nossa Senhora dos Prazeres - relembra os sete principais prazeres da vida da Virgem Maria: a anunciação, a saudação de Santa Isabel, o nascimento de seu filho, a visita dos Reis Magos, o encontro de Jesus no Templo, a primeira aparição de Jesus ressuscitado, a sua coroação no céu;

Nossa Senhora do Presépio - relembra a maternidade de Maria, na cena do presépio, conforme a franciscana;

Nossa Senhora Rainha - Nossa Senhora sempre foi reconhecida pela Igreja Católica como Rainha. É proclamada, pela Igreja, Rainha por doze vezes: Rainha dos anjos, dos patriarcas, dos profetas, dos apóstolos, dos confessores, das virgens, dos mártires, de todos os Santos, do Santíssimo Rosário, da paz, concebida sem pecado original e levada aos céus.

Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos - relembra que a Virgem Maria foi mãe, mestra e rainha dos apóstolos, que lhe devotavam especial veneração;

Nossa Senhora Rainha do Céu - relembra a coroação de Maria, após sua assunção aos céus;

Nossa Senhora Rainha dos Homens - relembra que Maria é rainha de todos os homens, portanto digna de todos os louvores, por parte de todos;

Nossa Senhora Rainha, Vencedora e Três vezes Admirável de Schoenstatt - Imagem da Virgem Maria, padroeira doMovimento Apostólico de Schoenstatt, e relembra a aliança de amor que o padre Joseph Kentenich (1885 - 1968), selou pela primeira, com a Virgem Maria.;

Nossa Senhora dos Remédios - relembra a Virgem Maria como único remédio para todos os nossos trabalhos, angústias, necessidades e doenças;

Nossa Senhora do Rocio - imagem encontrada no mar, no final do século XVII, por um pescador que vivia em Rocio, próximo a Paranaguá;

Nossa Senhora do Rosário - relembra a aparição da Virgem a São Domingos de Gusmão, no século XIII, pedindo-lhe a divulgação do seu rosário de orações;

Nossa Senhora do Sagrado Coração - relembra que de Maria foi formado o coração divinal de Jesus;

Nossa Senhora da Salete- relembra a aparição da Virgem Maria, a 19 de setembro de 1846, a dois pastorinhos, na montanha de Salete, Isére, nos Alpes franceses;

Nossa Senhora da Saudade - relembra a imensa saudade que a Virgem Maria teve de seu filho, nos três dias incompletos que seu corpo esteve no sepulcro;

Nossa Senhora da Saúde - relembra que a Virgem Maria é fonte de vigor físico e moral para os homens;

Nossa Senhora Salvação do Povo - relembra que a Virgem Maria sempre socorreu o povo Roma, em todas as suas situações de necessidade.

Nossa Senhora do Sion, do Sião - relembra a aparição da Virgem Maria, em 1842, em Roma, a Alfredo Ratisbona, ateu de origem judaica, convertido ao catolicismo;

Nossa Senhora da Soledade - relembra a solidão, a tristeza e saudade da Virgem Maria, por ocasião da paixão de seu filho;

Nossa Senhora do Trabalho - relembra a devoção de todo Trabalhador por maria, por nossa senhora aquela que sempre abençoa os trabalhos;

Nossa Senhora do Terço - similar à invocação de Nossa Senhora do Rosário, mas refere-se apenas a cinco mistérios da vida de Jesus;

Nossa Senhora da Visitação - relembra a visita da Virgem Maria a sua prima Santa Isabel;

Nossa Senhora da Vitória - relembra que a Virgem Maria, vitoriosa, pode levar os cristãos à vitória em suas vidas. Em Portugal, foi introduzida a devoção D. João I, para comemorar a vitória na Batalha de Aljubarrota.


Maria Mãe de Jesus, rogai por nós pecadores!

Nilton de Carvalho
Vocacionado - Diocese de Guarulhos.

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