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Nossa Sra. das Vocações

Nossa Sra. das Vocações
Senhor que dissestes "a messe é grande e poucos são os operários", nós vos pedimos que envieis muitas e santas vocações sacerdotais e religiosas para nossa Diocese. Necessitamos de sacerdotes que nos dêem o pão da Eucaristia e o Pão da Palavra e assim possamos viver a vossa vida. Virgem Santíssima, Mãe dos sacerdotes, intercedei junto a vossa Divino Filho pela perseverança e santidade de nossos sacerdotes e seminaristas. Amém. Nossa Senhora das Vocações, rogai por nós!

Quem somos

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Guarulhos, São Paulo, Brazil
Somos irmãos no Discernimento Vocacional da Diocese de Guarulhos ( Marcelo, Nilton, Ricardo, Robson, Ítalo e o Bruno ) que, movidos pelo Espírito Santo tivemos a idéia de montar esse blog inspirado nos emails que trocamos. Com um único objetivo: transmitir mensagens de fortalecimento da fé, partilhar de nossa caminhada. Publicar tudo o que é suscitado em nossos corações. As tribulações, as vitórias e as alegrias que alcançamos dia-a-dia com Jesus e Maria. Seguindo a ordem nos dada pelo mestre dos mestres: " Ide pelo mundo e pregai o evangelho a toda criatura" Venha fazer parte conosco dessa missão confiada à todos nós!

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Em uma pesquisa foi encontrada uma definição para Padre, muito bonita, vejam:

"O Padre entende o chamado para ser um servo de Deus, um sacerdote, um pai (padre) à semelhança de Cristo que amou e deu sua vida ao povo pobre, simples e marginalizado. Nunca hesita. Tudo aceita, confia e acredita em Deus e na sua Providência, e caminha seguro para missão que lhe é designada.
É o padre, que através do Evangelho, leva os homens a Deus, pela conversão da fé em Cristo. Por isso, são pessoas que nascem com esse dom e logo cedo ou no momento oportuno, ouvem o chamado de Deus para se consagrarem a servir à comunidade, nos assuntos que se referem a Ele."

Acho que dispensa qualquer tipo de comentário, mas olha essa outra:

Quem é o Padre?
É alguém escolhido por Deus, dentro de uma comunidade, no seio de uma família, para ser o continuador da obra salvadora de Jesus. Ele assume a missão de construir a comunidade.
Por graça e vocação, o padre age em nome de Jesus: ele perdoa os pecados, ele reconcilia seus irmãos com Deus e entre si; ele trás a bênção de Deus para todos.
O padre é aquele que celebra a vida de Deus na vida da comunidade. Na Celebração Eucarística , ele trás Jesus para as comunidades. A Eucaristia é a razão primeira do sacerdócio.
O padre alimenta seus fiéis por esse sacramento, pela sua pregação e pelo seu testemunho.
Padre é o modelo por excelência de Jesus Cristo, o bom Pastor. Por esse motivo ele deve ser como o Cristo Pastor. O Padre deve ser o pastor atencioso de seu rebanho.
Deve guiar por bons caminhos, orientando nas dificuldades e prevenindo quando necessário. Deve defender seus irmãos dos lobos modernos que devoram os menos esclarecidas e dos ladrões que atacam, que confundem e dispersam o único rebanho do Senhor.
Padre é o homem de Deus que deve estar no meio do povo: nas Paróquias, nas Pastorais, nos Seminários, nos Hospitais, nas Escolas e Faculdades, nos Meios de Comunicação Social, nas Comunidades Inseridas e entre os mais pobres e marginalizados... É um sinal de que o Reino de Deus existe entre nós."

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Padre Cléber Leandro de Oliveira, nós do Grupo de Vocacionados 2010, queremos parabenizá-lo primeiramente ao senhor pelo seu primeiro ano de Presbitério e por sua dedicação com nosso grupo, através desta convivência nosso desejo de servir a Deus e a Igreja só tem aumentado. Muito obrigado pelo acompanhamento nesse processo de discernimento, Deus o abençoe e ilumine sempre.
Queremos também parabenizar a todos os Padres de nossa Diocese pelo "Dia do Padre", dizer também que somos muito gratos á Deus pela vida de cada um, pois o acompanhamento de nossos Párocos tem sido de suma importância em nossa caminhada vocacional.
Deus os abençoe, ilumine e dê sempre mais forças para que a cada ano renovem seus votos com Deus e com a Igreja.
Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

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    Minha avó paterna sempre contava que meu pai, quando pequeno, queria ser padre. Chegando o dia da despedida dois cavalos esperavam o vocacionado de malas prontas, para ir ao seminário. As vizinhas se reuniram para ajudar no que fosse necessário.

    Meu pai ficou apavorado com as preocupações das mulheres: Se o menino adoecer, quem será por ele? E se ficar com saudades, poderá voltar para casa? No Seminário, quem vai fazer de pai e de mãe? Não vai viver sozinho, como cachorro sem dono? Será que se acostuma à comida feita em grande quantidade, como aos soldados no quartel? E assim por diante.

    Quando chegou a hora de partir, meu pai já estava escondido no mato e só voltou para casa na escuridão da noite. Assim não ficou padre. Mas sempre se dedicou à comunidade e às vocações sacerdotais e religiosas.

    Aliás, vocação naquele tempo, era sinônimo de padre, irmã religiosa e irmão religioso. Foi o Concílio Ecumênico Vaticano II que mudou a mentalidade. Meu pai ficaria admirado se lesse a orientação sobre o “Mês Vocacional”, no Diretório da Liturgia de 2010. O mês de agosto, conforme o costume da Igreja no Brasil, é dedicado à oração, reflexão e ação nas comunidades sobre o tema das vocações. Por isso, lembra-se:

1ª semana: vocação para ministério ordenado: diáconos, padres e bispos;
2ª semana: vocação para a vida em família (atenção especial aos pais);
3ª semana: vocação para a vida consagrada: religiosos(as) e consagrados(as) seculares;
4ª semana: vocação para os ministérios e serviços na comunidade.



    Muito oportuna a admoestação do apóstolo Pedro a todas as vocações: “Por isso, irmãos, esforçai-vos por consolidar vossa vocação e eleição. Se agirdes assim, não tropeçareis” (2 Pd 1, 10).

    E o apóstolo Paulo, depois de chamar a atenção de que “cada um de nós recebeu a graça na medida do dom de Cristo, explica: “A uns nomeou apóstolos, a outros profetas, evangelistas, pastores e mestres para a formação dos consagrados na obra confiada, para construir o corpo de Cristo” (Ef 4, 11-12).

    Aproveitemos o “Mês Vocacional” para refletir sobre as diversas vocações na Igreja, apoiar as pessoas vocacionadas e orar pela sua perseverança.



Dom Aloísio Sinésio Bohn


Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

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“Jesus chamou os doze e começou a envia-los dois a dois” (Mc 6,7).

    Jesus é o missionário do Pai. Ele é o bom pastor que não se cansa de sair ao encontro das pessoas, pois veio “para reunir os filhos de Deus dispersos” (Jo 11,52). Ele é o Verbo encarnado que “assumiu as nossas dores e carregou as nossas enfermidades” (Mt 8,17) e nos indica como contemplar a ação de Deus na vida das pessoas e na realidade do mundo.

    Diante do centurião de Cafarnaum (Mt 8,10); do paralítico que é colocado na sua presença (Mt 9,2); da mulher com hemorragias que tocou no seu manto (Mt 9,18); da mulher Cananéia que pede por sua filha (Mt 15,28); dos dois cegos em Jericó que gritam pedindo compaixão (Mt 20,29-34), Jesus sempre vê a força da fé, ressalta a ação de Deus.

    Chamando e formando seus discípulos, Jesus os educa para que, na profunda comunhão com ele, encontrem sempre os sinais da ação de Deus e vejam nos pobres os sinais de sua presença viva: “todas as vezes que fizestes isso a um destes mais pequenos, que são meus irmãos, foi a mim que o fizestes!” (Mt 25,40).

    O discípulo missionário, e em especial o ministro ordenado presbítero, guarda sempre no coração a palavra de Jesus: “sem mim, nada podeis fazer” (Jo 15,5) e está convencido de que necessita recomeçar sempre a partir de Jesus Cristo missionário servo, identificado com os pobres.

    O Evangelho nos mostra que tanto o chamado quanto a missão nascem do próprio Jesus Cristo. A iniciativa é sempre dele. Pela força do seu Espírito, ele nos concede a graça de respondermos sim ao seu chamado. Essa resposta vai acontecendo à medida em que nos encontramos com ele. Esse encontro nos faz mergulhar na experiência da presença do Verbo Encarnado, nos dá o motivo para segui-lo, sendo discípulos dele, fazendo parte de sua família, isto é, da comunidade, e sendo marcados por seu estilo de vida e suas motivações.

    Essa convicção perpassa a vida de cada presbítero, dando-lhe a marca fundamental para sua vida e missão. São muitos os presbíteros que, no dia de sua vida nas grandes cidades, nas periferias, no interior, no sertão do nordeste ou na Amazônia, se dedicam ao trabalho de evangelização e encontram nesse mesmo trabalho uma fonte de graça, pois cada atividade se torna oportunidade para o encontro com Jesus Cristo. Desse modo, o exercício do ministério não pode ser visto somente como desgaste; pois ele fortalece a vida e a missão do ministro ordenado à medida em que descobre e contempla a ação do Espírito de Deus nas pessoas, nos fatos, nas várias atividades, na realidade como um todo. A experiência nos diz que “um olhar contemplativo sobre a vida, constantemente avivado e purificado na oração, é uma fonte de conhecimento de Jesus Cristo e de dinamismo missionário”.

    Lembro-me de Renato, adolescente da comunidade de Nova Esperança, Km 50 da BR Santarém-Cuiabá. Era quarta-feira santa deste ano de 2010 e fui presidir a santa eucaristia nessa comunidade. Após o Evangelho que falava sobre a traição de Judas, perguntei a Renato: Judas traiu Jesus por 30 moedas de prata. Você o trairia por cem moedas? Ele respondeu: Não. Outra vez lhe perguntei: e se lhe oferecessem 200 moedas de prata? Ele, taxativamente, respondeu: Não. E, pela terceira vez, lhe dirigi a pergunta: E se lhe oferecessem quinhentas moedas de prata? Sem duvidar, Renato falou: Não trairia Jesus mesmo se me oferecessem mil moedas de prata ou de ouro. A minha curiosidade aumentou e me dirigi ao adolescente: Renato, por que você não trairia Jesus? Ele respondeu, de modo inspirado: “Não trairia jamais, porque amo Jesus!”.

    Eu fiquei muito surpreso com a resposta! Agradeci muito a Deus pelo testemunho de Renato. E, me perguntei: O que Deus me diz através desse testemunho? Voltei para Santarém com aquela pergunta no coração, procurando iluminar aquela experiência com a Palavra de Deus e fazendo a ligação com o tema do ano sacerdotal: Fidelidade de Cristo, fidelidade do sacerdote!

    A partir desta e de outras tantas experiências, vemos que tem um sentido profundo o que, a esse respeito, diz o Vaticano II: “Os presbíteros atingem a santidade pelo próprio exercício do seu ministério, realizado sincera e infatigavelmente no espírito de Cristo” (PO 13). Esse modo de viver o ministério traz esperança e torna-se sinal de esperança que aponta sempre para Jesus Cristo que assumiu nossa natureza humana e, ressuscitado, envia seus discípulos missionários, garantindo-lhes: “Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos” (Mt 28,20).

    Para beber nessa fonte, não posso, de nenhum modo, viver o ministério como uma função que se esgota em si mesma. Sou chamado a ser um contemplativo na ação, a fim de que possa acolher o que o Espírito de Deus me diz em cada encontro, em cada atividade e em cada etapa do processo de evangelização. Essa contemplação certamente poderá se torna mais profunda se o discernimento das “sementes do Verbo” for feito em equipe. A ajuda de outros irmãos é de grande importância, mesmo que para isso necessite percorrer algumas horas em barco, ônibus ou carro! É a partir de Cristo – Palavra e Pão da Vida, missionário identificado com os pobres - que as experiências partilhadas ganham um alcance maior: podem tornar-se fonte espiritual para vivência do próprio ministério ordenado, caminho de santidade.

    O papa João Paulo II escreveu: “O missionário deve ser “um contemplativo na ação”. Encontra resposta aos problemas, na luz da palavra de Deus e na oração pessoal e comunitária. O contato com os representantes das tradições espirituais não-cristãs, e, em particular as da Ásia, persuadiu-me de que o fruto da missão depende, em grande parte, da contemplação. O missionário, se não é contemplativo, não pode anunciar Cristo de modo crível. Ele é uma testemunha da experiência de Deus e deve poder dizer como os apóstolos: “O que nós contemplamos, ou seja, o Verbo da vida (...), nós vo-lo anunciamos” (1Jo 1,1-3)” (RM 91).

    Na verdade, “Conhecer Jesus Cristo pela fé é nossa alegria; segui-lo é uma graça, e transmitir este tesouro aos demais é uma tarefa que o Senhor nos confiou ao nos chamar e nos escolher” (DAp 18).

    Deus abençoe cada presbítero, em especial os diocesanos, e conceda aos que trabalham nos seminários com os seus formandos, bem como aos demais que doam sua vida em outras áreas da missão a pedido da Igreja, a graça de acolher e viver o seguimento a Jesus Cristo missionário hoje!

Parabéns pelo dia do Presbítero!



D. Esmeraldo Farias
Bispo Diocesano de Santarém - PA


Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

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Alguns membros do Grupo de Vocacionados deste ano
na 1ª Convivência no Sítio Tabor,
com os alguns membros do SAV-PV
25/07/2010

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      A vida é marcada por novidades. À medida que vivemos, deparamo-nos cotidianamente com inúmeras descobertas. Em determinados momentos, as novidades vividas são ruins, em outros, são boas, mas, querendo ou não, o “novo” sempre vem e mudanças sempre acontecem. Alguém que vai embora, um emprego que se perde, um amor que vai embora, a vida nos reserva muitas surpresas e, por intermédio delas, podemos sempre crescer.


    Existem mudanças que podem ser positivas, outras até mesmo necessárias. Quando rompemos com o medo, assumindo, com humildade, a graça de não sermos sabedores do futuro, podemos ser extremamente formados pelo mistério, que, aos poucos, vai se revelando, desvelando nossa verdade e acrescentando àquilo que somos.

    O “novo”, as mudanças, as perdas revelam aquilo que somos, pois, à medida que vamos reagindo diante de cada nova situação, vamos descobrindo novas áreas de nós mesmos, e podemos compreender um pouco mais quem somos nós. Não é pela ação que você conhece uma determinada pessoa, mas por suas reações, pois, as ações podem ser programadas e as reações sempre são naturais.

    Cada tempo novo, cada situação nova na vida, é um momento privilegiado para se descobrir no melhor e no pior, nas fraquezas e nas virtudes. Não existe crescimento sem autoconhecimento. Por isso não podemos temer o “novo”, pois quando o vivemos bem, deixando as coisas acontecerem a seu tempo, crescemos significativamente na compreensão do mistério que somos nós.

    Não fugir de si mesmo, e de algumas mudanças necessárias, é um caminho de cura e maturidade. Enfrentar-se, com humildade e paciência, diante das próprias limitações, significa preparar o caminho para a virtude.

    A felicidade habita no coração que, aos poucos, se torna livre, natural e sem ilusões a respeito de si e da vida.
 
    Não tema o “novo”, as mudanças, enfim, não tema se descobrir. Permita que a vida lhe ensine a se aceitar e amar aquilo que você realmente é, desprendendo-se de ilusões e de idealizações irreais.

    Quando começamos a nos compreender, alcançamos a capacidade de transformar “invernos” em belíssimas “primaveras”. Faça essa experiência!


Artigo de: Adriano Zandoná (Seminarista e missionário da Comunidade Canção Nova)



Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

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A vida algumas vezes parece uma arena esportiva.
Precisamos de disciplina.
Disciplina de um atleta, do vigor de um esportista.
Mas na vida nem sempre encontramos regras justas, perdemos nossas posses, nossas coisas preciosas...
Na vida, os conflitos se agigantam, as diferenças nos dividem, nos separam.
Nossa motivação se escoa, a vontade se vai, e nos sentimos desanimados.
As dúvidas dançam em nossas mentes.
Como recobrar a motivação?
Como conquistar os nossos alvos?
Como trocar as lagrimas pelo riso?
Quando tudo se vai, Deus e a vida que ele nos deu ainda estão conosco!
As escolhas ainda estão diante de nós,
desistir ou continuar, é uma dessas escolhas.
Posso recomeçar?
Posso reconstruir?
Posso fazer de novo?
Nossa maior motivação não perece, não vacila, não se apaga.
Nossa maior motivação é a Glória Daquele que me fez e por causa Dele, podemos recomeçar!



 
 
Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

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