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Nossa Sra. das Vocações

Nossa Sra. das Vocações
Senhor que dissestes "a messe é grande e poucos são os operários", nós vos pedimos que envieis muitas e santas vocações sacerdotais e religiosas para nossa Diocese. Necessitamos de sacerdotes que nos dêem o pão da Eucaristia e o Pão da Palavra e assim possamos viver a vossa vida. Virgem Santíssima, Mãe dos sacerdotes, intercedei junto a vossa Divino Filho pela perseverança e santidade de nossos sacerdotes e seminaristas. Amém. Nossa Senhora das Vocações, rogai por nós!

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Guarulhos, São Paulo, Brazil
Somos irmãos no Discernimento Vocacional da Diocese de Guarulhos ( Marcelo, Nilton, Ricardo, Robson, Ítalo e o Bruno ) que, movidos pelo Espírito Santo tivemos a idéia de montar esse blog inspirado nos emails que trocamos. Com um único objetivo: transmitir mensagens de fortalecimento da fé, partilhar de nossa caminhada. Publicar tudo o que é suscitado em nossos corações. As tribulações, as vitórias e as alegrias que alcançamos dia-a-dia com Jesus e Maria. Seguindo a ordem nos dada pelo mestre dos mestres: " Ide pelo mundo e pregai o evangelho a toda criatura" Venha fazer parte conosco dessa missão confiada à todos nós!

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O Amor é uma verdade que realiza o homem

    Vivemos em um tempo em que a sociedade é extremamente utilitarista, e em virtude disso, somos constantemente tentados a acreditar que bom e digno de ser amado é somente aquele que corresponde, com resultados, àquilo que desejamos.

    O amor é uma doação, é um gastar-se gratuitamente pelo bem do outro, e, a partir do momento em que se ama esperando algum resultado ou retorno, o princípio do amor é traído e este se torna inautêntico.

    Amar é acreditar em alguém mesmo quando este não corresponde. É enxergar o que há de bom naquele que está imerso no mal. É ir além. Enfim, amar é seguir o exemplo da cruz. Jesus, mesmo ao ser crucificado, amou, perdoou e se entregou por amor aos homens. Porém, a doação da cruz não foi uma troca; Cristo não morreu por nós impondo como condição para isso nosso seguimento à vontade d’Ele; ao contrário, Ele primeiro se doou, e depois, propôs: “Vem, e segue-me”.

    É proposta e não imposição. É um convite impresso na liberdade humana, e não uma exigência de retorno e resultados. O verdadeiro amor é entrega que não impõe condições, e, muitas vezes, é sacrifício.

    Tal ideal não é fácil de ser vivenciado. Principalmente, em um mundo que nos leva a crer que somente aquilo que nos dá prazer e satisfação precisa ser buscado e desejado. Somente o que satisfaça às nossas vontades e nos traga algum conforto. O que é uma imensa inverdade.

    Amar da maneira de Jesus é heroísmo, e acima de tudo, é uma decisão. Porém, não existe outra maneira: para amar de verdade é preciso olhar para a cruz.

    Há muitos que dizem que amam alguém por este lhe fazer bem ou por lhe proporcionar algum prazer, mas, se essa interação for sustentada somente por isso, tais pessoas correm o risco de “se amarem” no outro, em vez de amá-lo sinceramente.

    Mesmo diante de todas as dificuldades que comporta o amar, não existe outra força maior e com mais capacidade para transformar o ser humano que o amor.

    O que atraiu e continua atraindo milhares de pessoas a Jesus é sua livre e total doação, que se resume no mais puro e concreto amor. É este sentimento que dá força e sentido para que o homem enfrente as lutas e dores próprias de sua condição.

    O amor é uma verdade constante que potencializa e realiza o homem. Por este, vale a pena lutar, esperar e suportar as consequências dele, pois, “é perdendo que se ganha”, “é dando que se recebe”, “é morrendo que se vive…”, e quem ama sempre vence!

    Adriano Zandoná - Seminarista e Missionário da Comunidade Canção Nova


Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

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    Neste domingo em que a Igreja celebra a Assunção de Nossa Senhora, ocorreu uma solenidade marcante para a Congregação dos Religiosos de Sion.

    A Igreja acaba de se presentear com dois novos Padres. A solene missa iniciou-se às 18h na Paróquia São José do Ipiranga e foi presidida pelo Cardeal Odilo Pedro Scherer (Arcebispo de São Paulo) contou com um público bem diversificado. Na assembléia havia pessoas de Castro (PR), interior de São Paulo, Arujá (SP), Mauá (SP), Guarulhos (SP), interior de Minas Gerais e até amigos do exterior. A grande maioria dos padres de Sion estava presente.

    Juntamente com o Cardeal Scherer, também estavam no presbitério o Superior Geral da Congregação Pe. Jenuário Béo, o vigário da Paróquia São José Pe. Ramires de Andrade, além de outros padres, postulantes e aspirantes de Sion.

    Texto: Congregação dos Religiosos de Nossa Senhora de Sion




PADRE GILMAR,
    nós Vocacionados Diocesanos de Guarulhos queremos parabenizá-lo por mais esta etapa alcançada em sua vida religiosa, que Deus continue sempre abençoando ao senhor e usando sua vida para levar Nosso Senhor Jesus Cristo a quem tanto precisa e da melhor forma mística que conhecemos, através da Santa Eucaristia.
    Muita luz e paz em sua caminhada, forte abraço!



 
Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

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    Agosto é um mês especial para os salesianos, pois se comemora – no dia 16 – a festa do aniversário natalício de seu fundador, São João Bosco, mestre e guia da juventude. Se estivesse entre nós, o santo italiano estaria completando hoje 195 anos de idade; está vivo, porém, na eternidade, donde continua abençoando os jovens do mundo inteiro e lutando pela salvação e condições de uma vida melhor para esse público por meio dos seus missionários, espalhados mundo afora.

    Celebrar o aniversário natalício de Dom Bosco é uma antiga tradição da Congregação Salesiana, e segundo padre Mário Bonatti, sacerdote pertencente a essa congregação: “Liturgicamente o dia de Dom Bosco é dia 31 de janeiro, contudo, nessa data, os jovens do Hemisfério Sul estão em férias e pouco se difunde do pensamento e das propostas desse grande santo entre eles [nesse período]. Pensando nisso, criou-se a tradição de falar da vida de santidade de Dom Bosco no dia 16 de agosto, festa do seu nascimento”.

    Com celebrações solenes, brincadeiras diversas, encenações teatrais, músicas, danças, apresentações, e é claro, o famoso bolo de aniversário com direito a “Parabéns pra você!”, jovens e religiosos celebram a história de santidade do santo, que entregou toda a vida aos jovens mais necessitados da cidade de Turim, na Itália. “Há em todas as casas salesianas do Hemisfério Sul uma grande festa para Dom Bosco, pois é uma magnífica oportunidade de apresentar a vida do santo como um modelo a ser seguido”, afirma padre Mário.


Um pouco da vida de Dom Bosco

    São João Bosco nasceu no dia 16 de agosto de 1815 num pequeno vilarejo italiano chamado Castelnuovo D’Asti, no Piemonte, conhecida popularmente como “os Becchi”. Ainda criança, a morte do pai fez com que experimentasse a dor de tantos pobres órfãos, dos quais se faria pai amoroso no futuro.

    De família humilde e sem condições de lhe garantir os estudos, o pequeno João Bosco sempre deparou com a Divina Providência em seu caminho. Desejando fazer-se padre a fim de dedicar-se totalmente à salvação das crianças, enquanto trabalhava de dia, passava as noites debruçado sobre os livros, até que, aos vinte anos, pôde ingressar no Seminário de Chieri. E, em 1841, foi ordenado sacerdote em Turim, aos vinte e seis anos de idade. Essa cidade, na época, estava cheia de jovens pobres em busca de trabalho, alguns órfãos ou abandonados, expostos a muitos perigos para alma e para o corpo. Dom Bosco começou a reuni-los aos domingos, às vezes, numa igreja, outras num prado, ou ainda numa praça para que se divertissem e fossem instruídos e catequizados. Até que, após cinco anos de grandes dificuldades, conseguiu estabelecer-se no bairro periférico de Valdocco e abrir o seu primeiro Oratório.

    Reunindo cada vez mais jovens ao seu redor, vê a necessidade de fundar uma família que pudesse se dedicar integralmente a eles, surge então a “Pia Sociedade São Francisco de Sales”, conhecida como “Salesianos de Dom Bosco”. São João Bosco não foi apenas um educador por excelência, mas, antes de tudo, um formador de santos, entre eles São Domingo Sávio e Madre Mazzarello.

    Texto: Blog da Redação Canção Nova



Vídeo: Veja o lugar onde nasceu Dom Bosco:


 
 
Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

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EM MARIA, DEUS TEM ESPAÇO PARA OPERAR MARAVILHAS


"Grande sinal apareceu no céu: uma mulher que tem o sol por manto, a lua sob os pés, e uma coroa de doze estrelas na cabeça" (cf. Ap 12,1).


 

    Meus queridos irmãos,

    Admirável alegria a festa que neste domingo, exatamente o domingo dia 15 de agosto, estamos celebrando: A ASSUNÇÃO DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA, NOSSA MÃE E SENHORA.

    Nesta festividade se recorda a presença admirável da Virgem Maria na vida dos fiéis católicos, que em Nossa Senhora veem, ao mesmo tempo, a glória da Santa Igreja e a prefiguração de sua própria glorificação. A festa tem uma íntima dimensão de solidariedade dos fiéis com aquela que é a primeira e a Mãe dos fiéis cristãos. Daí a facilidade com que se aplica a Santíssima Virgem o texto de Apocalipse 12, conforme nos exorta a Primeira Leitura, originariamente uma descrição do povo de Deus, que deu à luz o Salvador e depois refugiou-se no deserto (a Igreja perseguida do primeiro século) até a vitória final do Cristo. Assim o Livro do Apocalipse (cf. Ap 11,19a;12,1-6a.10ab) nos apresenta o sinal da Mulher – Aparece no céu a Mulher que gera o Messias; as doze estrelas indicam quem ela é: o povo das doze tribos, Israel, mas não só o Israel antigo, do qual nasce Jesus; é também o novo Israel, a Igreja, que deve esconder-se da perseguição, no primeiro século depois de Cristo, até que, no fim glorioso, Cristo Ressuscitado possa revelar-se em plenitude. Maria assunta ao Céu sintetiza em si, por assim dizer, todas as qualidades deste povo prenhe de Deus, aguardando a revelação de Sua glória.

    O momento da Anunciação de Nossa Senhora, que significa para nós católicos que a Virgem Maria é conduzida por Deus, de corpo e alma, para junto de seu Filho amantíssimo, na glória celeste, é cantado e celebrado com grandes galas pelo povo cristão, sendo para nós um santo mistério, o mistério da Encarnação de Deus.
 
    Esta festa é considerada festa da nova criação. Isso porque, com a vinda do Filho de Deus em carne humana, Jesus se tornou a primeira de todas as criaturas, a cabeça de todos os seres vivos e n'Ele todas as criaturas foram regeneradas. A primeira criação ficou marcada pela desobediência. A segunda criação, por conseguinte, ficou marcada por um forte "sim" obediencial.
 
    A morte nos veio por Eva, e a vida nos veio pela Santíssima Virgem Maria. Sim, a Anunciação celebra o início da nova criação, da nova vida, vida que ultrapassa o tempo da velha criação e jorra para dentro da eternidade de Deus.
 
    O Altíssimo pediu a Maria o seu consentimento para que concebesse o Seu Filho Jesus. Nossa Senhora, assim, com seu FIAT, com o seu SIM, se tornou a Mãe do Doador da Vida, Aquele que é a Vida, e não apenas uma vida temporal, mas a vida eterna, as alegrias sem fim.
 
    E a Virgem Maria deu o seu decidido "sim", tornando-se não só um instrumento passivo de Deus, mas também cooperadora do mistério da salvação. Maria Santíssima, a servidora, que sob seu Filho e com seu Filho, de toda a nova humanidade, é chamada à comunhão eterna com Deus.
 
    Em Maria, o Todo-poderoso tem espaço para operar maravilhas. Em compensação, os que estão cheios de si mesmo não O deixam agir e, por isso, são despedidos de mãos vazias, pelo menos no que diz respeito às coisas d'Ele. O Filho de Maria coloca na sombra os poderosos deste mundo, pois enquanto estes oprimem, ela salva de verdade.
    (*) Texto adaptado da homilia do autor

Padre Wagner Augusto Portugal
Vigário Judicial da Diocese da Campanha (MG)



Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

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A principal condição para o bom êxito da comunidade cristã é o perdão sem limites. Pedro se acha generoso, sugerindo ele próprio o número sete como resposta à sua pergunta sobre a frequência com que se deve perdoar: “Até sete vezes?”

Entre os judeus costumava-se perdoar de duas a três vezes ao homem que tinha pecado contra alguém. Pedro, por sua vez, procura se apresentar muito misericordioso para Jesus e faz uma média dizendo que quer se propor a perdoar o dobro de vezes do costume vivido; mais ainda: atrás do número sete do apóstolo encontra-se no coração dele o seguinte desejo, dito em outras palavras a Jesus: “Mestre, quero perdoar de forma perfeita – pois o sete indica perfeição.”

Cristo surpreende o apóstolo ao responder: “Não te digo até sente vezes – o dobro; de forma perfeita – mas setenta vezes sete.” Ou seja, o que Jesus diz a Pedro? Quero que perdoe “perfeitamente vezes perfeitamente”; “infinitamente vezes infinitamente.” Este é o perdão que Jesus quer de Pedro e de cada um de nós.

Agora, na realidade prática da vida, como entender isso? Primeiramente devemos entender que perdão não é fruto de sentimentos, mas de decisão. Para dizer que o dia em que eu sentir vontade de perdoar alguém, devo ter a certeza de que não preciso mais perdoá-lo, pois já lhe perdoei. Perdão é fruto de uma decisão!

Como conseguirei me decidir pelo perdão? Quando eu entender que devo perdoar não porque a pessoa que me ofendeu e me machucou merece ou precisa de meu perdão. Não, perdoo porque eu preciso perdoar, porque eu preciso me libertar dessas amarras e correntes que me prendem quando não perdoo as pessoas.

Quantas pessoas dizem: “Padre, nunca perdoei nem vou perdoar, pois não esqueci e não vou esquecer do que me fizeram.” Ótimo, graças a Deus! Por quê? Porque esquecimento não é fruto de perdão, é fruto de uma doença chamada “Mal de Alzheimer!”

Agora, não basta simplesmente tomar a decisão; tomar a decisão é a realidade fundamental para chegarmos ao perdão completo e verdadeiro, pois se ficássemos somente na decisão, quando viessem as lembranças, logo a decisão seria submergida pela dor da ofensa sofrida; a decisão é um passo – o primeiro – fundamental, para que eu comece a me abrir aos sentimentos de Cristo, ou seja, de compaixão e de misericórdia – especialmente neste caso – tomará o seu devido lugar em meu coração e me curará, quando eu me abrir a esta compaixão e misericórdia, para que possa ser compassivo e ser misericordioso com meu irmão. Aliás, só é compassivo e misericordioso com os outros aquele que saboreou da compaixão e da misericórdia de Jesus Cristo. A decisão de perdoar me abre ao fato de mergulhar no Coração misericordioso e compassivo de Nosso Senhor Jesus Cristo. Tomado e abraçado por esta compaixão e misericórdia, passo a ter as devidas condições de perdoar de forma plena e total; justamente porque conseguirei proporcionar ao outro aquilo que um dia recebi. Ninguém dá aquilo que não tem. Por isso podemos entender aquele homem que não teve misericórdia do seu devedor; ele foi perdoado, devendo muitíssimo mais, mas não teve a coragem de perdoar aquele que pouco lhe devia. Por quê? Porque não tomou a decisão de perdoar; não foi abraçado pela compaixão e misericórdia; e porque não foi tomado pela compaixão e misericórdia, não teve condições de perdoar.

Padre Pacheco - Comunidade Canção Nova



Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

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