TV Canção Nova

Nossa Sra. das Vocações

Nossa Sra. das Vocações
Senhor que dissestes "a messe é grande e poucos são os operários", nós vos pedimos que envieis muitas e santas vocações sacerdotais e religiosas para nossa Diocese. Necessitamos de sacerdotes que nos dêem o pão da Eucaristia e o Pão da Palavra e assim possamos viver a vossa vida. Virgem Santíssima, Mãe dos sacerdotes, intercedei junto a vossa Divino Filho pela perseverança e santidade de nossos sacerdotes e seminaristas. Amém. Nossa Senhora das Vocações, rogai por nós!

Quem somos

Minha foto
Guarulhos, São Paulo, Brazil
Somos irmãos no Discernimento Vocacional da Diocese de Guarulhos ( Marcelo, Nilton, Ricardo, Robson, Ítalo e o Bruno ) que, movidos pelo Espírito Santo tivemos a idéia de montar esse blog inspirado nos emails que trocamos. Com um único objetivo: transmitir mensagens de fortalecimento da fé, partilhar de nossa caminhada. Publicar tudo o que é suscitado em nossos corações. As tribulações, as vitórias e as alegrias que alcançamos dia-a-dia com Jesus e Maria. Seguindo a ordem nos dada pelo mestre dos mestres: " Ide pelo mundo e pregai o evangelho a toda criatura" Venha fazer parte conosco dessa missão confiada à todos nós!

Fale Conosco

Seguidores

O jeito de crer aparece no jeito de rezar...

    O que significa rezar? É importante rezar? Vale a pena? Como rezar? Estas e outras perguntas sobre a oração estiveram no centro da Liturgia da Palavra do domingo passado. E poderíamos continuar a perguntar: qual é o lugar da oração na vida cristã? É preciso rezar, mesmo com tanta coisa para fazer? Vale mais a oração ou a ação?

    Uma coisa é certa: Jesus rezava, como nos atestam os Evangelhos. Passava até noites inteiras em oração, a sós com Deus (cf. Lc 6,12); os apóstolos também rezavam enquanto esperavam, com Maria, a Mãe de Jesus, a vinda do Espírito Santo (cf. At 1,22); os primeiros cristãos "eram perseverantes na oração" (cf. At 2,42); muitas vezes, São Paulo rezava e recomendava a oração aos fiéis em suas cartas (cf Ef 1,16; Fl 1,4; Rm 12,12; Cl 4,2). Inegavelmente, a oração faz parte da vida cristã, desde a pregação de Jesus e dos apóstolos e já nos primórdios da Igreja. E ao longo de toda a história da Igreja, a oração é uma das expressões mais evidentes da fé e da vida eclesial. Cristão reza; e quem não reza, deixa de lado um aspecto importante da vida cristã.

    Ver Cristo rezando impressionava muito os discípulos, tanto que um deles lhe pediu: “Senhor, ensina-nos a rezar, como também João ensinou a seus discípulos” (Lc 11,1). Era costume que os “mestres” ensinassem a oração aos discípulos. E ainda hoje isso é parte da missão de quem deve ser “mestre na fé” para seus irmãos – sacerdotes, pastores de almas, catequistas. Aqui já está um dos significados da oração: É traduzir em atitudes aquilo que se aprendeu sobre Deus e a fé: rezar é passar do crer intelectual ao relacionar-se com Deus. Para saber se alguém tem fé, e que tipo de fé, basta observar se reza e como reza. Por isso é bem justificada a afirmação: lex credendi, lex orandi” – o jeito de crer aparece no jeito de rezar e a oração é expressão do jeito de crer.

    Há muitos modos de rezar e também hoje há muitos "mestres de oração". São todos igualmente bons? Jesus já desaconselhava a oração “dos hipócritas”, que são falsos (cf. Mt 6,5) e rezam apenas com os lábios, mas cujo coração está longe de Deus (cf. Mc 7,6); e também pede que não rezemos como os pagãos, que pensam poder convencer Deus com muitas palavras (cf. Mt 6,7). Em vez disso, ensina o Pai-Nosso (cf. Mt 6,9-15; Lc 11,2-4). O cristão deve aprender a rezar de Jesus, cuja oração é “falar com o Pai”.

    Em nossa oração não nos dirigimos a Deus de maneira abstrata, como se o Altíssimo fosse uma energia que pode ser capturada com palavras ou ritos mágicos; nem invocamos um poder impessoal com o fim de direcioná-lo e de obter os benefícios desejados... Nossa oração tem base na graça recebida no Batismo, pela qual fomos acolhidos por Deus como filhos (“filhos no Filho”) e recebemos o Espírito Santo, que nos ajuda a rezar como convém (cf. Rm 8,26-27). Como Nosso Senhor Jesus Cristo, também nós podemos dirigir-nos a Deus, como os filhos se dirigem ao pai, com toda confiança e simplicidade. É belo pensar que não somos estranhos a Deus, nem Deus é estranho a nós; somos da “família de Deus”, a quem nos dirigimos com toda familiaridade. Por isso, nossa oração se traduz em profissão de fé, adoração, louvor, narração das maravilhas de Deus, agradecimento, súplica, desabafo na angústia, pedido de perdão, intercessão pelos outros... Filhos amados pelo pai e que lhe dedicam amor filial podem achegar-se ao colo do genitor, falar-lhe livremente, chorar no seu ombro, sentir-se abraçados e envolvidos de ternura, até sem dizer uma palavra...

    Naturalmente, não tenho a pretensão de dizer tudo sobre a oração cristã nestes poucos parágrafos... Resta ainda falar da beleza e importância da oração litúrgica, quando não rezamos sozinhos, mas, como comunidade de fé, nos unimos a Cristo Sacerdote, que reza conosco e por nós diante do Pai. É prece de valor infinito, pois é perfeita a oração do Filho e são infinitos os méritos de Sua santa Encarnação, Sua Vida, Paixão e Ressurreição. Por isso, a Igreja recomenda, com tanta insistência, a participação na oração litúrgica, especialmente na Santa Missa dominical.

Cardeal Odilo Pedro Scherer



Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

| | edit post

    A Igreja Católica celebra no dia 29 de agosto deste ano o dia nacional do catequista. Na ação pastoral da vida eclesial é tão importante a missão do catequista, verdadeiros evangelizadores, que Jesus, antes de começar sua pregação, escolheu seus doze discípulos, que deveriam se espalhar pelo mundo inteiro, anunciando a boa nova, isto é, evangelizando as pessoas.

    O número 12, na Sagrada Escritura, tem um sentido de totalidade, plenitude e, realmente, esses doze discípulos se multiplicaram em progressão geométrica e, entre eles, nós temos os catequistas, homens e mulheres dispostos a levar às crianças, aos adolescentes, aos jovens e aos adultos a mensagem de Cristo, promovendo a catequese renovada, à luz do Concílio Vaticano II.

    Os catequistas e as catequistas lembram o próprio Senhor Jesus, pois, além de apresentarem o projeto do Pai a outras pessoas, pretendem formar novos discípulos missionários.

    Nosso Senhor Jesus Cristo nos ajuda em seus métodos de evangelização, catequese e apostolado: Ele começa pela vida, em seus aspectos comuns, de forma a levar o povo à revelação do seu Evangelho.

    Quando Ele disse a seus discípulos: “Ide e pregai o Evangelho a toda criatura”, estava iniciando com eles um trabalho de catequese, que foi multiplicado até os dias de hoje.

    O mundo está tão conturbado com guerras, violência, ganância, egoísmo que pouca gente quer escutar a Palavra de Deus. É por isto que é muito louvável o trabalho do catequista nos nossos dias porque ele precisa abrir os olhos e os ouvidos das pessoas para a realidade sempre atual, em todos os tempos, da Palavra de Deus.

    Que Deus, com largueza e profusão, abençoe nossos catequistas, homens e mulheres que, espontaneamente, se dedicam a transmitir ensinamentos cristãos. Que eles continuem no seu propósito de evangelizar e que consigam formar novos operários para a messe do Senhor, na escola da nova evangelização de discípulos-missionários.

Dom Eurico dos Santos Veloso
Arcebispo Emérito de Juiz de Fora (MG)


Parabéns a todos os Catequistas da Diocese de Guarulhos!!!!!!
 
 
Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

| | edit post



Trindade Santa, Deus da vida e do amor, somos seguidoras e seguidores de Jesus, discípulos missionários a serviço das vocações.

Como animadores vocacionais, queremos responder ao mandato de Jesus de “fazer discípulos entre todas as nações“, incentivando a vocação dos cristãos leigos e leigas, à vida consagrada e aos ministérios ordenados construindo uma Igreja corresponsável e ministerial.

Buscamos uma Igreja fiel aos sinais dos tempos, samaritana, missionária e libertadora, que responda ao clamor do povo, em suas lutas e esperanças; e que testemunhe a Boa Nova do Reino, com a palavra e com a vida.

Que Maria, a mãe de Jesus, e tantas testemunhas fiéis até o martírio,

Intercedam a benção para o III Congresso Vocacional do Brasil.

Amém.



Padre Cléber Leandro de Oliveira
Promotor Vocacional Diocesano

| | edit post

Em um mundo completamente imagético como é o nosso hoje, a fotografia está presente em todos os momentos. Seja de câmeras comuns, digitais, de celulares, a imagem se tornou um elemento central nesse mundo midiatizado.



Mas se hoje a fotografia tem esse lugar de destaque, podendo ser alterada, transformada e manipulada, muito se deve aos inventores deste conceito.

Dois franceses merecem destaque nessa descoberta: Joseph Nicéphore Niépce e Jean Jacques Mandé Daguerre. Niépce foi o precursor, unindo elementos da química e da física, criou a héliographie em 1926. Nesse invento ele aliou o princípio da “câmara obscura”, empregada pelos artistas desde o século XVI, à característica fotossensível dos sais de prata. Após a morte de Niépce, Daguerre aperfeiçoou o invento, rebatizando-o como daguerreótipo.

Por essa época um francês radicado no Brasil, Hércules Florence, desenvolvia também experimentos que levariam ao mesmo resultado. Mas o advento da fotografia foi anunciado ao mundo oficialmente, em Paris, na Academia de Ciências da França, consagrando o Daguerreótipo, em 19 de agosto 1839.



De lá pra cá a fotografia evoluiu muito e foi a grande responsável por “apresentar o mundo” à humanidade. Mesmo com o surgimento de outras formas de exibição de imagens (cinema, televisão, computador) a fotografia continua sendo a única "capaz de captar a alma humana". Ou, como diria Henri Cartier-Bresson, um dos maiores fotógrafos de todos os tempos "fotografar é captar o momento decisivo".


Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

| | edit post

Irmãos, não vamos deixar de participar:


Diocese de Guarulhos e Coordenação Diocesana de Pastoral



12º DIA DA DIOCESE

Sábado 21 de agosto de 2010

Paróquia Nossa Senhora de Bonsucesso




       às 15h00:


          Solene Celebração Eucarística


          Presidida pelo nosso Bispo, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini


      Às 17h30:


          Musical “Cantos e contos de nossa história”


          Sobre os 450 anos de presença da Igreja Católica em Guarulhos


      Segue:


          Lançamento do Livro histórico sobre Bonsucesso






Haverá bolsão para estacionamento de ônibus

e barracas com comida típicas a tarde toda



Venha participar, você faz parte desta história!






Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

| | edit post

    O mês de agosto é especialmente dedicado às Vocações Sacerdotais e Religiosas.
    Habitualmente, quando se fala em Vocação, pensa-se logo em Consagração ao Sacerdócio Ministerial ou a vida Consagrada pela prática dos Conselhos Evangélicos. Entretanto, mesmo no campo religioso, o significado do termo Vocação, é bem mais amplo.
    Na realidade, todo cristão é um vocacionado, um chamado à santidade, de acordo com seu estado de vida. Tal concepção já existente no passado, foi explicitado e salientado pelo Vaticano II, que no documento sobre a Igreja (Lumen Gentium) dedica todo um capítulo (cap. 5) para tratar da Vocação Universal para a Santidade.
    Pelo batismo o fiel é inserido em Jesus Cristo, em seu ser e em seu agir. Assim, todos somos chamados a viver a vida de Jesus Cristo e portanto à Santidade pelo fiel cumprimento das obrigações do próprio estado. Assim, solteiros e casados, jovens ou adultos, como membros de Cristo, uma vez unidos a Ele, participam de sua Santidade.
    Entretanto a Igreja dedica neste mês de agosto, uma especial atenção à Vocação Sacerdotal. Pelo Sacerdócio Ministerial e também pela Vida Consagrada, os presbíteros e religiosas, por uma eleição especial de Deus, dom gratuito concedido pelo Espírito Santo, entregam-se totalmente a Deus, a aos serviços da Igreja e da Comunidade.
    Pois bem, muito embora neste mês de agosto a Igreja no Brasil lembre a todos nós a vocação comum e universal para a santidade, enfatiza de modo mais explicito a vocação especial para a Vida Sacerdotal e Religiosa.
    A vocação Sacerdotal é um dom gratuito, especial de Deus que escolhe dentre os homens aqueles que quer para serem seus ministros, para se aconfigurarem a Cristo Cabeça e assim se tornarem seus representantes e pastores junto aos fiéis.
    Dotados de funções próprias, especialmente consagrados, são enviados para tornar presente entre os homens de todos os tempos e lugares, a Jesus Cristoe sua missão. Revestidos da autoridade do próprio Cristo, assim como Cristo veio para servir e não ser servido, os presbíteros ou sacerdotes são constituídos por Deus, dentro da Igreja por Cristo fundada, para tornarem presente não só a pessoa de Cristo, mas também a sua missão, como pastores sacerdotes e profetas, colocando-se a serviço dacomunidade.
    É nisto que se fundamentam o respeito, a docilidade e o verdadeiro amor dos fiéis pelos seus sacerdotes, seus padres, e a sua valorização pois são,apesar de suas limitações, os representantes de Cristo em nossas comunidades.
    Por essas razões, conclamo a todos os diocesanos de modo especial neste mês de agosto a refletir sobre esse dom especial que Deus concedeu à sua Igreja que é o Sacerdócio católico e nas suas intenções elevem fervorosas precesa o Pai.
    As orações e apoio que devemos aos nossos padres devem ser estendidos também aos candidatos ao sacerdócio, assim como à Obra das Vocações Sacerdotais, pedindo a Deus nos envie muitas e santas vocações para o sacerdócio e a vida consagrada também colaborando materialmente com nossas ofertas em favor da formação dos futuros padres, em favor de nosso seminário.
    Peçamos a Deus que é infinito em sua generosidade, confiante de que não deixará de atender as nossas preces pelos nossos sacerdotes e seminaristas.
    Deus ouvirá as nossas orações e também não deixará de recompensar com as suas bênçãos e graças a quantos derem sua colaboração para o nosso Seminário.

    D. Luiz GonzagaBergonzini Bispo de Guarulhos


Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

| | edit post

    Quando a Liturgia se corrompe, toda a vida cristã corre perigo de se corromper.

    A Liturgia é a oração oficial da Igreja, do povo de Deus, do Corpo Místico de Cristo.

    Nela [Liturgia], é o próprio Jesus, junto com todos os que estão unidos a Ele pelos laços da fé, do batismo e do Espírito Santo, que se apresenta ao Pai em sacrifício de salvação do mundo inteiro; que ora ao Pai, que lhe oferece louvor, adoração, agradecimento, pedido de perdão, pedido de ajuda…

    O centro da Liturgia é JESUS. Ela não é – não pode ser! – propriedade particular de nenhum celebrante, de nenhuma comunidade, de nenhum grupo de fiéis, de ninguém: cabe à Igreja – e só à Igreja – organizá-la, modificá-la, aperfeiçoá-la. Infelizmente, em nome de uma criatividade mal entendida (e de um Concílio Vaticano II mal interpretado), a Liturgia tem sido, muitas vezes, manipulada a bel-prazer.

    Indo muito além da liberdade de ação que ela própria permite, tem-se visto de tudo em algumas celebrações litúrgicas.

    O fato é que quando as pessoas se permitem certas liberdades no campo da Liturgia, violando suas normas e seus limites, as mesmas atitudes, aos poucos, vão sendo permitidas em outros campos da vida cristã, ou seja, na moral, nos mandamentos, na doutrina e por aí afora. Dessa forma, tudo fica relativo, isto é, tudo depende do ponto de vista de cada um e cada um faz “do jeito que gosta”. Corrompida a Liturgia, corrompe-se também a vida cristã e eclesial.

    Sem entrar em detalhes, a Liturgia – sempre! – deve pôr em seu centro JESUS, Sua Vida, Sua Palavra, Sua morte, Sua Ressurreição, Sua Presença no meio de nós. Nesse sentido, não é a comunidade o centro da Liturgia, menos ainda o celebrante. A comunidade e o celebrante se reúnem em torno do Senhor.

    É a Ele que deve ser orientada a participação da comunidade e a ação do celebrante, e este deve ter a consciência e a humildade de não pretender ser o centro das atenções; deve rejeitar todo tipo de exibicionismo. Pelo contrário, a fé e a devoção do celebrante devem dar o tom da celebração.

    A comunidade precisa ser informada e formada para que sua participação não se torne um “festival”, no qual há muita “alegria e participação”, mas onde falta o silêncio, a concentração, a atenção à Palavra de Deus, o respeito pelo Corpo e Sangue de Cristo. Sobre este ponto, no dia 15 de abril de 2010, ao receber em audiência os bispos do Regional Norte 2 da CNBB, o Papa Bento XVI dirigiu-lhes palavras muito oportunas.

    É bom que você conheça as passagens principais e compreenda sua importância para que uma Celebração Eucarística seja autêntica.

– “Sinto que o centro e a fonte permanente do ministério do Papa estão na Eucaristia, coração da vida cristã, fonte e vértice da missão evangelizadora da Igreja. Podeis assim compreender a preocupação do Sucessor de Pedro por tudo o que possa ofuscar o ponto mais original da fé católica: hoje Jesus Cristo continua vivo e realmente presente na hóstia e no cálice consagrados. Uma menor atenção que por vezes é prestada ao culto do Santíssimo Sacramento é indício e causa de escurecimento do sentido cristão do mistério, como sucede quando na Santa Missa já não aparece como proeminente e operante Jesus, mas uma comunidade atarefada com muitas coisas em vez de estar recolhida e deixar-se atrair para o Único necessário: o seu Senhor”.

– “Ora, a atitude primária e essencial do fiel cristão que participa na celebração litúrgica não é fazer, mas escutar, abrir-se, receber… É óbvio que, neste caso, receber não significa ficar passivo ou desinteressar-se do que lá acontece, mas cooperar – porque tornados capazes de o fazer pela graça de Deus – segundo «a autêntica natureza da verdadeira Igreja, que é simultaneamente humana e divina, visível e dotada de elementos invisíveis, empenhada na ação e dada à contemplação, presente no mundo e, todavia, peregrina, mas de forma que o que nela é humano se deve ordenar e subordinar ao divino, o visível ao invisível, a ação à contemplação, e o presente à cidade futura que buscamos» (Const. Sacrosanctum Concilium, 2)”.

– “Se na liturgia não emergisse a figura de Cristo, que está no seu princípio e está realmente presente para a tornar válida, já não teríamos a liturgia cristã, toda dependente do Senhor e toda suspensa da sua presença criadora. Como estão distantes de tudo isto quantos, em nome da inculturação, decaem no sincretismo introduzindo ritos tomados de outras religiões ou particularismos culturais na celebração da Santa Missa (cf. Redemptionis Sacramentum, 79)”!

– “O mistério eucarístico é um «dom demasiado grande – escrevia o meu venerável predecessor o Papa João Paulo II – para suportar ambiguidades e reduções», particularmente quando, «despojado do seu valor sacrificial, é vivido como se em nada ultrapassasse o sentido e o valor de um encontro fraterno ao redor da mesa» (Enc. Ecclesia de Eucharistia, 10).

– “O culto não pode nascer da nossa fantasia; seria um grito na escuridão ou uma simples auto-afirmação. A verdadeira liturgia supõe que Deus responda e nos mostre como podemos adorá-Lo. «A Igreja pode celebrar e adorar o mistério de Cristo presente na Eucaristia, precisamente porque o próprio Cristo Se deu primeiro a ela no sacrifício da Cruz» (Exort. ap. Sacramentum caritatis, 14). A Igreja vive desta presença e tem como razão de ser e existir ampliar esta presença ao mundo inteiro”.



    Até aqui foram as palavras de Bento XVI. Reflita um pouco sobre elas. Pelo que depender de você, ponha no centro da Liturgia, em particular da Eucaristia, o próprio Jesus e, junto com sua comunidade, volte-se para Ele e permita que Ele tome conta de sua vida. Não faça da Liturgia um laboratório de experiências, que só na aparência seriam pastorais…

    Respeite a Liturgia tal como a Igreja propõe: respeitar a Liturgia, em particular a Eucaristia, é respeitar a oração do próprio Jesus.

    Faça da Eucaristia, celebrada e participada com fé, devoção e respeito, como o “fogo da lareira” que aquece toda a sua vida de discípulo/a de Nosso Senhor Jesus Cristo. Sem Eucaristia, o mundo iria de mal a pior, pois a Eucaristia é Jesus. E Jesus é o único que pode salvar o mundo.

Dom Hilário Moser, SDB


Adalberto Lima
Vocacionado Diocesano

| | edit post

Vocacional Masculino e Feminino

"Vem, segue-me..."

"Vem, segue-me..."
Clique aqui e saiba mais

Pastoral Vocacional

Pastoral Vocacional
Quer saber mais sobre a caminhada vocacional? Escreva para: vocacionalguarulhos@hotmail.com

Visitantes on-line

Bispo Diocesano

Bispo Diocesano
Dom Joaquim Justino Carrera - "PAX VOBIS" (Jo 20,21s)

Arquivo

Contato

Contato