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Nossa Sra. das Vocações

Nossa Sra. das Vocações
Senhor que dissestes "a messe é grande e poucos são os operários", nós vos pedimos que envieis muitas e santas vocações sacerdotais e religiosas para nossa Diocese. Necessitamos de sacerdotes que nos dêem o pão da Eucaristia e o Pão da Palavra e assim possamos viver a vossa vida. Virgem Santíssima, Mãe dos sacerdotes, intercedei junto a vossa Divino Filho pela perseverança e santidade de nossos sacerdotes e seminaristas. Amém. Nossa Senhora das Vocações, rogai por nós!

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Guarulhos, São Paulo, Brazil
Somos irmãos no Discernimento Vocacional da Diocese de Guarulhos ( Marcelo, Nilton, Ricardo, Robson, Ítalo e o Bruno ) que, movidos pelo Espírito Santo tivemos a idéia de montar esse blog inspirado nos emails que trocamos. Com um único objetivo: transmitir mensagens de fortalecimento da fé, partilhar de nossa caminhada. Publicar tudo o que é suscitado em nossos corações. As tribulações, as vitórias e as alegrias que alcançamos dia-a-dia com Jesus e Maria. Seguindo a ordem nos dada pelo mestre dos mestres: " Ide pelo mundo e pregai o evangelho a toda criatura" Venha fazer parte conosco dessa missão confiada à todos nós!

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Padre Pio era o modelo de cada padre... Não se podia assistir "à sua Missa", sem que nos tornássemos, quase sem perceber, "participantes" desse drama que se vivia a cada manhã sobre o altar. Crucificado com o Crucificado, o Padre revivia a paixão de Jesus com grande dor, da qual fui testemunha privilegiada, pois lhe ajudava, na missa .

Ele nos ensinava que nossa Salvação só se poderia obter se, em primeiro lugar, a cruz fosse plantada na nossa vida. Dizia: "Creio que a Santíssima Eucaristia é o grande meio para aspirar à Santa Perfeição, mas é preciso recebê-La com o desejo e o engajamento de arrancar, do próprio coração, tudo o que desagrada Àquele que

queremos ter em nós".(27 de julho 1917). Pouco depois da minha ordenação sacerdotal, explicou-me ele que, durante a celebração da Eucaristia, era preciso era preciso colocar em paralelo a cronologia da Missa e a d

a Paixão. Trata-se, antes de tudo, de compreender e de realizar que o Padre no altar É Jesus Cristo. Desde então, Jesus, em seu Padre, revive indefinidamente a mesma Paixão.

Do sinal da cruz inicial até o Ofertório, é preciso ir encontrar Jesus no Getsemani, é preciso seguir Jesus na Sua agonia, sofrendo diante deste "mar de lama" do pecado. È preciso unir-se a Jesus em sua dor de ver que a Palavra do Pai, que Ele veio nos trazer, não é recebida pelos homens, nem bem, nem mal. E, a partir desta visão, é preciso escutar as leituras da Missa como sendo dirigidas a nós, pessoalmente .

O Ofertório: É a prisão, chegou a hora...

O Prefácio: É o

canto de louvor e de agradecimento que Jesus dirige ao Pai, e que Lhe permitiu, enfim, chegar a esta "Hora".

Desde o início da oração Eucarística até a Consagração : Nós nos unimos (rapidamente!...) a Jesus em Seu aprisionamento, em Sua atroz fla

gelação, na Sua coroação de espinhos e Seu caminhar com a cruz nas costas, pelas ruelas de Jerusalém e, no "Memento", olhando todos os presentes e aqueles pelos quais rezamos especialmente.

A Consagração nos dá o Corpo entregue agora, o Sangue derramado agora. Misticamente, é a própria crucifixão do Senhor. E é por isso que Padre Pio sofria atrozmente neste momento da Missa.

Nós nos uníamos em seguida a Jesus na cruz, oferecendo ao

Pai, desde esse instante, o Sacrifício Redentor. Este é o sentido da oração litúrgica que segue imediatamente à consagração.

"Por Cristo com Cristo e em Cristo" corresponde ao grito de Jesus: "Pai, nas Tuas Mãos entrego o Meu Espírito!" Desde então, o sacrifício é consumado pelo Cristo e aceito pelo Pai. Daqui por diante, os homens não mais estão separados de Deus e se encontram de novo unidos. É a razão pela qual, nesse instante, recita-se a oração de todos os filhos: "Pai Nosso...".


A fração da hóstia indica a Morte de Jesus...

A Intinção, instante em que o Padre, tendo partido a hóstia (símbolo da morte...), deixa cair uma parcela do Corpo de Cristo no cálice do Precioso Sangue, marca o momento da Ressurreição, pois o Corpo e o Sangue estão de novo reunidos e é ao Cristo Vivo que vamos comungar. A Benção do Padre marca os fiéis com a cruz, ao mesmo tempo como um extraordinário distintivo e como um escudo protetor contra os assaltos do Maligno...

Depois de ter escutado uma tal explicação dos lábios do próprio Padre e sabendo bem que ele vivia dolorosamente tudo aquilo, compreende-se que me tenha pedido segui-lo neste caminho... o que eu fazia cada dia... E com que alegria!
Pe Jean Derobert.

Palavras do padre Pio

Jesus me consolou. Em 18 de abril de 1912, depois de uma luta terrível contra o inferno, a consolação do Senhor me veio depois da Missa: "Ao final da missa, conversei com Jesus para a ação de graças. Oh quanto foi suave o colóquio mantido com o paraíso nessa manhã!... O coração de Jesus

e o meu se fundiram. Não eram mais dois que batiam, mas um só. Meu coração tinha desaparecido como uma gota de água se dissolve no mar... - Padre Pio chorava de alegria.- Quando o paraíso invade um coração, esse coração aflito, exilado, fraco e mortal não pode suporta-lo sem chorar...". Ao Pe Agostinho, 18/04/1912, em "Padre Pio, Transparent de Dieu", J.Derobert.

Confidências a seus filhos espirituais

"Minha missa é uma mistura sagrada com a Paixão de Jesus. Minha responsabilidade é única no mundo", disse ele chorando.

"Na Paixão de Jesus, encontrarão também a minha".

"Não desejo o sofrimento por ele mesmo, não; mas pelos frutos que me dá. Ele dá glória a Deus e salva meus irmãos, que mais posso desejar?". "A que momento do Divino Sacrifício mais sofreis?". - Da consagração à comunhão." "Durante o ofertório?. - É neste momento que a alma é separada das coisas profanas." "A consagração?". - É verdadeiramente aí que advém uma nova admirável destruição e criação." "A Comunhão? Na comunhão, sofreis a morte? - Misticamente, sim. - Por veemência de amor ou de dor? - Por uma e outra: mas mais por amor." "Sofreis toda e sempre a Paixão de Jesus?". - Sim, por Sua bondade e Sua condescendência, tanto quanto é possível a uma criatura humana. - E como podeis trabalhar com tanta dor? - Encontro o meu repouso sobre a cruz." "Como nós devemos ouvir a Santa Missa?". - Como a assistiam a Santa Virgem Maria e as Santas mulheres. Como São João assistiu ao Sacrifício Eucarístico e ao Sacrificio sangrento da cruz "".

Pe. Tarcísio, Congresso de Udine, 1972.







Equipe Idepelomundo


1887 (25/maio) Nascimento em Pietrelcina, na província de Benevento (Itália). Seus pais: Grazio Forgione e Maria Giuseppa Di Nunzio Forgione.

(26/maio) Batismo por D. Nicolantonio Orlando, na igreja de S. Anna (Pietrelcina). Recebeu o nome de Francesco.

1899 Primeira comunhão.

(27/setembro) Crisma por Mons. Donato Maria dell’Olio, arcebispo de Benevento, na igreja de S. Anna (Pietrelcina).

1903 (1/janeiro) Visão que o convenceu de que sua vida seria uma contínua luta contra o maligno.

(6/janeiro) Entrada no noviciado dos Capuchinhos em Morcone.

(22/janeiro) Vestidura do hábito Capuchinho. Assumiu o nome de Frei Pio.

1904 (22/janeiro) Profissão dos votos simples.

(25/janeiro) Partida para S. Elia a Pianisi para efetuar os estudos do primeiro grau.

1905 (outubro) Partida para S. Marco la Catola para estudar filosofia.

1906 (abril) Retorno a S. Elia a Pianisi para efetuar os estudos do segundo grau.

1907 (27/janeiro) Profissão dos votos solenes.

(9-10/outubro) Ida a S. Marco la Catola para efetuar os exames de filosofia.

(outubro) Partida para Serracapriola para estudar teologia.

1908 (novembro) Partida para Montefusco para continuar os estudos de teologia.

(19/dezembro) Recebimento das Ordens Menores em Benevento.

(21/dezembro) Recebimento da Ordem do Subdiaconato em Benevento.

1909 (maio) Retorno a Pietrelcina por motivo de saúde.

(18/julho)Recebimento da Ordem do Diaconato no convento de Morcone.

1910 (10/agosto) Ordenação sacerdotal na Catedral de Benevento.

(14/agosto) Celebração da primeira missa solene em Pietrelcina.
- Dores nas mãos e nos pés: os estigmas invisíveis.

1911 (8/setembro) Informação a Padre Benedetto de S. Marco in Lamis, seu diretor espiritual, sobre os primeiros aparecimentos dos estigmas.

(outubro) Partida para Venafro. Consultas médicas em Nápoles.

(7/dezembro) Retorno a Pietrelcina.

1915 (10/outubro) Revelou suportar há anos a coroação de espinhos e a flagelação.

(6/novembro) Convocação ao serviço militar. Apresentação ao distrito de Benevento.

(18/dezembro) Retorno a Pietrelcina com licença por motivo de doença.

1916 (17/fevereiro) Partida para o convento de S. Anna em Foggia.

(28/julho) Primeira ida a San Giovanni Rotondo.

(4/setembro) Retorno provisório a San Giovanni Rotondo.

(18/dezembro) Reapresentação ao serviço militar em Nápoles.

(30/dezembro) Nova licença por motivo de doença.

1917 (6/janeiro) Visita ao Santuário de Pompéia e retorno a San Giovanni Rotondo.

(16/maio) Acompanhou até Roma sua irmã Graziella, que entrou para o convento da Ordem de Sta. Brígida.

(19/agosto) Reapresentação ao serviço militar em Nápoles.

(5/novembro) Nova licença por motivo de doença.

(12/novembro) Retorno a San Giovanni Rotondo.

1918 (5/março) Reapresentação ao serviço militar em Nápoles.

(16/março) Dispensa por estar com pneumonia dupla.

(18/março) Retorno ao convento de San Giovanni Rotondo

(5-7/agosto) Um misterioso Personagem celeste traspassou-lhe o coração com uma lança e a ferida sangrava continuamente.

(20/setembro) Apareceu-lhe novamente o misterioso Personagem, no coro da igreja de Santa Maria delle Grazie. Padre Pio recebeu em seu corpo os sinais da crucifixão de Nosso Senhor e viu-se com chagas nas mãos, no lado e nos pés.

(20/dezembro) Há vários dias apercebeu-se da transverberação do coração - como se uma lâmina de ferro traspassasse seu coração.

1919 Divulgação da notícia dos estigmas, propagação da fama de Padre Pio pelo mundo todo e início do afluxo de peregrinos.

(15-16/maio) Consulta do Prof. Luigi Romanelli, o primeiro médico a examinar os estigmas de Padre Pio.

(26/julho) Consulta do Prof. Amico Bignami.

(8/outubro) Consulta do Dr. Giorgio Festa.

1920 (15/julho) Consulta do Dr. Giorgio Festa e do Prof. Luigi Romanelli.

1921 (junho-julho) Difusão da notícia de uma possível transferência de Padre Pio.

1922 (4/junho) Ordem de que se observasse tudo ao redor de Padre Pio.

1923 (17/junho) Ordem de que Padre Pio não celebrasse mais a missa em público e que não mais se respondesse às cartas recebidas.

(25/junho) Celebração da missa privadamente. Comoção popular.

(26/junho) Padre Pio voltou a celebrar a missa na igreja de Santa Maria delle Grazie.

(8/agosto) Ordem da transferência de Padre Pio para Ancona.

(17/agosto) Suspensão da transferência de Padre Pio.

1925 (22/abril) Agitação popular devido a algumas restrições impostas a Padre Pio no ministério das confissões.

(5/outubro) Operação de hérnia pelo Dr.Giorgio Festa.

1927 (26/março-5/abril) Visita apostólica do Mons. Felice Bevilacqua.

1928
(10/julho) Chegada de outro visitador apostólico, Mons. Bruno.

1929 (3/janeiro) Padre Pio assistiu a sua mãe, que morreu em San Giovanni Rotondo.

1931 (25/maio) O convento de San Giovanni Rotondo é submetido à imediata jurisdição do superior geral.

(9/junho) Ordem de suspensão de todos os ministérios de Padre Pio, exceto da missa, que devia celebrar privadamente.

1933 (14/março) Visita do Mons. Luca Pasetto e do Mons. Felice Bevilacqua.

(24/junho) Primeiro encontro do Mons. Andrea Cesarano, novo arcebispo de Manfredonia, com Padre Pio.

(16/julho) Padre Pio voltou a celebrar a missa na igreja de Santa Maria delle Grazie.

1934 (25/março) Padre Pio voltou a ouvir a confissão dos homens.

(12/maio) Padre Pio voltou a ouvir a confissão das mulheres.

1935 (10/agosto) Celebração de 25 anos de sacerdócio de Padre Pio.

1946 (7/outubro) Padre Pio assistiu a seu pai, que morreu em San Giovanni Rotondo.

1947 (19/maio) Início dos trabalhos para a construção da obra terrena de Padre Pio: o hospital “Casa Sollievo della Sofferenza”.

(6/julho) Abertura do convento dos Capuchinhos em Pietrelcina.

1950 (7/janeiro) Início do sistema de anotação prévia dos nomes numa lista para organizar as confissões das mulheres.

1953 (22/janeiro) Celebração de 50 anos de vestidura religiosa de Padre Pio.

1954 (6/junho) Celebração da missa a céu aberto na praça em frente à igreja pela primeira vez.

1956 (5/maio) Inauguração da “Casa Sollievo della Sofferenza”.

(2/julho) Assentamento da pedra fundamental para a construção da nova igreja de Santa Maria delle Grazie.

1957 (4/abril) Padre Pio foi nomeado, por Pio XII, diretor em vida da fraternidade da Ordem Terceira Franciscana “Santa Maria delle Grazie” e lhe foi conferido o privilégio de dirigir pessoalmente a “Casa Sollievo della Sofferenza”.

(7-9/maio) VII Congresso Nacional dos médicos católicos italianos.

1959 (25/abril) Padre Pio ficou doente. Começou a transmitir uma mensagem espiritual pelo microfone, após a recitação do Angelus, ao meio-dia e à tarde.

(1-2/julho) Consagração da nova igreja de Santa Maria delle Grazie. Coroação de Nossa Senhora pelo Card. Federico Tedeschini.

(5-6/agosto) Visita da estátua de Nossa Senhora de Fátima a San Giovanni Rotondo. Padre Pio restabeleceu-se.

1960 (30/julho) Chegada do Mons. Carlo Maccari, visitador apostólico, a San Giovanni Rotondo.

(10/agosto) Celebração de 50 anos de sacerdócio de Padre Pio.

1963 (22/janeiro) Celebração de 60 anos de vestidura religiosa de Padre Pio.

1964 (11/maio) Padre Pio nomeou a Santa Sé herdeira universal de todos os bens relativos à sua obras terrena.

1966 (5/maio) Dez anos de inauguração da “Casa Sollievo della Sofferenza”. Convenção Internacional dos Grupos de Oração.

(26/dezembro) Celebração de 50 anos de permanência de Padre Pio em San Giovanni Rotondo.

1967 (9/maio) Morte de Michele, irmão de Padre Pio.

(25/maio) Padre Pio fez 80 anos.

1968 (29/março) Início da utilização de cadeira de rodas.

(20/setembro) Comemoração dos 50 anos dos estigmas de Padre Pio.

(21/setembro) Convenção Internacional dos Grupos de Oração.

(22/setembro) Celebração da última missa por Padre Pio, às 5:00.

(23/setembro) Morte de Padre Pio, às 2:30.

(26/setembro) Funerais de Padre Pio às 15:30, com a presença de mais de cem mil pessoas. Enterro na cripta da igreja de Santa Maria delle Grazie.

(27/setembro) Abertura da cripta à visitação. Início da peregrinação de inúmeros fiéis.

1969 (4/novembro) Em nome da Ordem, o postulador geral dos Capuchinhos, Padre Bernardino de Siena, solicitou ao bispo Antonio Cunial, administrador apostólico de Manfredonia, o início da Causa de Beatificação e Canonização de Padre Pio.

(23/novembro) Mons. Antonio Cunial aceitou a solicitação.

1971 (fevereiro) Início da publicação das cartas de Padre Pio pelos Capuchinhos no Epistolário, volume I: Correspondência de Padre Pio com seus diretores espirituais (1910-1922).

1972 (1-6/maio) Primeira Convenção para o estudo sobre a espiritualidade de Padre Pio.

1973 (16/janeiro) Mons. Valentino Vailati, arcebispo de Manfredonia, entregou à Congregação para as Causas dos Santos a documentação necessária para obter o nihil obstat para a introdução da Causa de Beatificação de Padre Pio.

1974 (25/dezembro) Publicação da primeira biografia oficial do Servo de Deus Pio de Pietrelcina, sob a orientação da Postulação geral dos Capuchinhos.

1980 (3/março) Mons. Valentino Vailati, arcebispo de Manfredonia, entregou à Congregação para as Causas dos Santos documentos complementares para obter o nihil obstat para a introdução da Causa de Beatificação de Padre Pio.

1982 (29/novembro) Assinatura do decreto para a introdução do processo diocesano sobre a vida e as virtudes do Servo de Deus Pio de Pietrelcina pelo papa João Paulo II.

1983 (20/março) Início do processo diocesano.

1987 (23/maio) O papa João Paulo II foi em peregrinação a San Giovanni Rotondo, ajoelhou-se em oração diante do túmulo de Padre Pio, falou de seu amor a Deus, à Nossa Senhora e de seu serviço às almas no altar e no confessionário.

1990 (21/janeiro) Encerramento solene do processo diocesano sobre a vida e as virtudes do Servo de Deus Pio de Pietrelcina, em sessão pública, no Santuário de Santa Maria delle Grazie. Entrega da admirável documentação recolhida em cento e quatro volumes à Congregação para as Causas dos Santos, após sete anos de trabalho e com o depoimento de setenta e três testemunhas.

1997 (18/dezembro) Proclamação do decreto sobre a heroicidade das virtudes; o papa João Paulo II conferiu a Padre Pio o título de “Venerável”.

1998 (21/dezembro) Promulgação, na presença do papa João Paulo II, do decreto sobre o milagre para a Beatificação de Padre Pio, relativo à cura da Sra. Consiglia De Martino (de Salerno, Itália).

1999 (2/maio) O papa João Paulo II declarou Padre Pio “Beato”. Mais de quatrocentas mil pessoas reuniram-se na Praça de São Pedro (Vaticano), na Praça de São João Latrão (Roma), em San Giovanni Rotondo e em Pietrelcina para assistir à solenidade.

2001 (20/dezembro) Promulgação, na presença do papa João Paulo II, do decreto sobre o milagre para a Canonização de Padre Pio, relativo à cura do menino Matteo Pio Colella (de San Giovanni Rotondo, Itália).

2002 (16/junho) O papa João Paulo II declarou Padre Pio “Santo”. Mais de quatrocentas mil pessoas reuniram-se na Praça de São Pedro (Vaticano), em San Giovanni Rotondo e em Pietrelcina, numa extraordinária manifestação de fé sem precedentes. Em San Giovanni Rotondo a Missa foi concelebrada por cinqüenta sacerdotes e, no momento em que Padre Pio foi proclamado santo, voaram no céu sobre a cidade: 12.327 balões azuis e amarelos (correspondentes ao número de dias desde a morte até a santificação de Padre Pio), seis milhões de pétalas de rosas e milhares de papeizinhos em que estavam escritas frases de Padre Pio. Muitas festividades foram programadas nos cinco continentes, e a canonização foi transmitida via satélite para o mundo todo.

2004 (1/julho) Consagração do novo Santuário de São Pio de Pietrelcina em San Giovanni Rotondo.








Equipe Idepelomundo

Tal como o apóstolo Paulo, o Padre Pio de Pietrelcina colocou, no vértice da sua vida e do seu apostolado, a Cruz do seu Senhor como sua força, sabedoria e glória. Abrasado de amor por Jesus Cristo, com Ele se configurou imolando-se pela salvação do mundo. Foi tão generoso e perfeito no seguimento e imitação de Cristo Crucificado, que poderia ter dito: «Estou crucificado com Cristo; já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim» (Gál 2, 19). E os tesouros de graça que Deus lhe concedera com singular abundância, dispensou-os ele incessantemente com o seu ministério, servindo os homens e mulheres que a ele acorriam em número sempre maior e gerando uma multidão de filhos e filhas espirituais.

Este digníssimo seguidor de S. Francisco de Assis nasceu no dia 25 de Maio de 1887 em Pietrelcina, na arquidiocese de Benevento, filho de Grazio Forgione e de Maria Giuseppa de Nunzio. Foi baptizado no dia seguinte, recebendo o nome de Francisco. Recebeu o sacramento do Crisma e a Primeira Comunhão, quando tinha 12 anos.

Aos 16 anos, no dia 6 de Janeiro de 1903, entrou no noviciado da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, em Morcone, tendo aí vestido o hábito franciscano no dia 22 do mesmo mês, e ficou a chamar-se Frei Pio. Terminado o ano de noviciado, fez a profissão dos votos simples e, no dia 27 de Janeiro de 1907, a dos votos solenes.

Depois da Ordenação Sacerdotal, recebida no dia 10 de Agosto de 1910 em Benevento, precisou de ficar com sua família até 1916, por motivos de saúde. Em Setembro desse ano de 1916, foi mandado para o convento de São Giovanni Rotondo, onde permaneceu até à morte.

Abrasado pelo amor de Deus e do próximo, o Padre Pio viveu em plenitude a vocação de contribuir para a redenção do homem, segundo a missão especial que caracterizou toda a sua vida e que ele cumpriu através da direcção espiritual dos fiéis, da reconciliação sacramental dos penitentes e da celebração da Eucaristia. O momento mais alto da sua atividade apostólica era aquele em que celebrava a Santa Missa. Os fiéis que nela participavam, pressentiam o ponto mais alto e a plenitude da sua espiritualidade.

No campo da caridade social, esforçou-se por aliviar os sofrimentos e misérias de tantas famílias, principalmente com a fundação da «Casa Sollievo della Sofferenza» (Casa Alívio do Sofrimento), que foi inaugurada no dia 5 de Maio de 1956.

Para o Servo de Deus, a fé era a vida: tudo desejava e tudo fazia à luz da fé. Empenhou-se assiduamente na oração. Passava o dia e grande parte da noite em colóquio com Deus. Dizia: «Nos livros, procuramos Deus; na oração, encontramo-Lo. A oração é a chave que abre o coração de Deus». A fé levou-o a aceitar sempre a vontade misteriosa de Deus.

Viveu imerso nas realidades sobrenaturais. Não só era o homem da esperança e da confiança total em Deus, mas, com as palavras e o exemplo, infundia estas virtudes em todos aqueles que se aproximavam dele.O amor de Deus inundava-o, saciando todos os seus anseios; a caridade era o princípio inspirador do seu dia: amar a Deus e fazê-Lo amar. A sua particular preocupação: crescer e fazer crescer na caridade.

A máxima expressão da sua caridade para com o próximo ve-mo-la no acolhimento prestado por ele, durante mais de 50 anos, às inúmeras pessoas que acorriam ao seu ministério e ao seu confessionário, ao seu conselho e ao seu conforto. Parecia um assédio: procuravam-no na igreja, na sacristia, no convento. E ele prestava-se a todos, fazendo renascer a fé, espalhando a graça, iluminand

o. Mas, sobretudo nos pobres, atribulados e doentes, ele via a imagem de Cristo e a eles se entregava de modo especial.

Exerceu de modo exemplar a virtude da prudência; agia e aconselhava à luz de Deus.

O seu interesse era a glória de Deus e o bem das almas. A todos tratou com justiça, com lealdade e grande respeito.

Nele refulgiu a virtude da fortaleza. Bem cedo compreendeu que o seu caminho haveria de ser o da Cruz, e logo o aceitou com coragem e por amor. Durante muitos anos, experimentou os sofrimentos da alma. Ao longo de vários anos, suportou, com serenidade admirável, as dores das suas chagas. Aceitou em silêncio as numerosas tomadas de posição das Autoridade e, frente às calúnias, sempre ficou calado.

Recorreu habitualmente à mortificação para conseguir a virtude da temperança, conforme o estilo franciscano. Era temperante na mentalidade e no modo de viver.

Consciente dos compromissos assumidos com a vida consagrada, observou com generosidade os votos professados. Foi obediente em tudo às ordens dos seus Superiores, mesmo quando eram gravosas. A sua obediência era sobrenatural na intenção, universal na extensão e integral no cumprimento. Exercitou o espírito de pobreza, com total desapego de si próprio, dos bens terrenos, das comodidades e das honrarias. Sempre teve uma grande predilecção pela virtude da castidade. O seu comportamento era, em todo o lado e para com todos, modesto.

Considerava-se, sinceramente, inútil, indigno dos dons de Deus, cheio de misérias e ao mesmo tempo de favores divinos. No meio de tanta admiração do mundo, ele repetia: «Quero ser apenas um pobre frade que reza».

Desde a juventude, a sua saúde não foi muito brilhante e, sobretudo nos últimos anos da sua vida, declinou rapidamente. A irmã morte levou-o, preparado e sereno, no dia 23 de Setembro de 1968; tinha ele 81 anos de idade. O seu funeral caracterizou-se por uma afluência absolutamente extraordinária de gente.

No dia 20 de Fevereiro de 1971, apenas três anos depois da morte do Servo de Deus, Paulo VI, dirigindo-se aos Superiores da Ordem dos Capuchinhos, disse dele: «Olhai a fama que alcançou, quantos devotos do mundo inteiro se reúnem ao seu redor! Mas porquê? Por ser talvez um filósofo? Por ser um sábio? Por ter muitos meios à sua disposição? Não! Porque celebrava a Missa humildemente, confessava de manhã até à noite e era – como dizê-lo?! – a imagem impressa dos estigmas de nosso Senhor. Era um homem de oração e de sofrimento».

Já gozava de larga fama de santidade durante a sua vida, devido às suas virtudes, ao seu espírito de oração, de sacrifício e de dedicação total ao bem das almas.

Nos anos que se seguiram à sua morte, a fama de santidade e de milagres foi crescendo cada vez mais, tornando-se um fenómeno eclesial, espalhado por todo o mundo e em todas as categorias de pessoas.

Assim Deus manifestava à Igreja a vontade de glorificar na terra o seu Servo fiel. Não tinha ainda passado muito tempo quando a Ordem dos Frades Menores Capuchinhos empreendeu os passos previstos na lei canónica para dar início à Causa de beatificação e canonização. Depois de tudo examinado, como manda o Motu proprio «Sanctitas Clarior», a Santa Sé concedeu o nihil obstatno dia 29 de Novembro de 1982. O Arcebispo de Manfredónia pôde assim proceder à introdução da Causa e à celebração do processo de averiguação (1983-1990). No dia 7 de Dezembro de 1990, a Congregação das Causas dos Santos reconheceu a sua validade jurídica. Ultimada aPositio, discutiu-se, como é costume, se o Servo de Deus tinha exercitado as virtudes em grau heróico. No dia 13 de Junho de 1997, realizou-se o Congresso Peculiar dos Consultores Teólogos, com resultado positivo. Na Sessão Ordinária de 21 de Outubro seguinte, tendo como Ponente da Causa o Ex.mo e Rev.mo D. Andrea Maria Erba, Bispo de Velletri-Segni, os Cardeais e Bispos reconheceram que o Padre Pio de Pietrelcina exercitou em grau heróico as virtudes teologais, cardeais e anexas.

No dia 18 de Dezembro de 1997, na presença do Papa João Pau-lo II foi promulgado o Decreto sobre a heroicidade das virtudes. Para a beatificação do Padre Pio, a Postulação apresentou ao Dicastério competente a cura da senhora Consiglia de Martino, de Salerno. Sobre o caso desenrolou-se o o Processo canónico regular no Tribunal Eclesiástico da arquidiocese de Salerno-Campanha-Acerno, desde Julho de 1996 até Junho de 1997, tendo sido reconhecido como válido por decreto de 26 de Setembro de 1997. Na Congregação das Causas dos Santos, realizou-se, no dia 30 de Abril de 1998, o exame da Consulta Médica e, no dia 22 de Junho do mesmo ano, o Congresso Peculiar dos Consultores Teólogos. No dia 20 de Outubro seguinte, reuniu-se no Vaticano a Congregação Ordinária dos Cardeais e Bispos, membros do Dicastério, sendo Ponente D. Andrea M. Erba; e, no dia 21 de Dezembro de 1998, foi promulgado, na presença do Papa João Paulo II, o Decreto sobre o milagre

o Processo canónico regular no Tribunal Eclesiástico da arquidiocese de Salerno-Campanha-Acerno, desde Julho de 1996 até Junho de 1997, tendo sido reconhecido como válido por decreto de 26 de Setembro de 1997. Na Congregação das Causas dos Santos, realizou-se, no dia 30 de Abril de 1998, o exame da Consulta Médica e, no dia 22 de Junho do mesmo ano, o Congresso Peculiar dos Consultores Teólogos. No dia 20 de Outubro seguinte, reuniu-se no Vaticano a Congregação Ordinária dos Cardeais e Bispos, membros do Dicastério, sendo Ponente D. Andrea M. Erba; e, no dia 21 de Dezembro de 1998, foi promulgado, na presença do Papa João Paulo II, o Decreto sobre o milagre.










Equipe Idepelomundo

Caríssimo irmãos, dia 23 de Setembro, nossa Santa e Madre Igreja, homenageia Padre Pio de Pietreltina, considerado e conhecido por todos como O Santo do novo milênio, pois viveu em nossos tempos atuais.

São Pio de Pietrelcina é o Santo Padroeiro do blog Idepelomundo e, por este motivo, durante os próximos tres dias, postaremos somente matérias e videos referente sua vida para que, junto conosco, todos os visitantes possam também conhecer um pouco mais sobre a grandiosa vida de nosso Santo Padoreiro.

Equipe Idepelomundo

Um dos doze apóstolo de Cristo e escritor do primeiro dos três evangelhos sinóticos, que tem sido o mais utilizado pela igreja.

Em hebraico Mateus é o mesmo que Matias ou Matatias, significando presente (mathath) de Javé (Iah) ou dom de Deus, de acordo com o seu próprio Evangelho, seu nome original era Levi, filho de Alfeu, e foi chamado por Jesus junto ao mar da Galiléia, em Cafarnaum, quando trabalhava como publicano a serviço de Herodes Antipas.

Era fariseu e publicano, ou seja, cobrador de impostos, justamente a classe muito odiada na época de Jesus, por cobrarem encargos dos judeus para serem entregues às autoridades romanas.

A sua presença no grupo de apóstolos indicava que Jesus buscava salvação de todos, independente de origem, trajetória, família etc. E ele aproveitou a oportunidade e transformou-se em um discípulo fiel, preocupado em demonstrar os judeus que seu Mestre, descendente da tribo de Davi, era o Messias esperado.

Apesar de sua profissão anterior de coletor de impostos, foi Judas Iscariotes, porém, que teve o encargo de caixa da pequena comunidade apostólica. Embora conste da relação dos apóstolos, geralmente ao lado de Tomé, o Novo Testamento oferece informação escassa e incerta sobre ele.

Da sua atividade após o Pentecostes, conhece-se somente as admiráveis páginas do seu evangelho, primitivamente redigido em aramaico. Denominado de primeiro evangelho, nele há mais ênfase ao aspecto humano e genealógico de Jesus.

Fora do Evangelho, segundo Eusébio de Cesaréiaem sua Historia ecclesiae, a História da igreja, a única referência histórica a seu respeito é uma citação do bispo Papias de Hierápolis, do século II.

Também não se conhecem versões conclusivas sobre sua morte, embora fontes menos críveis, referenciam narrações dos sofrimentos e do seu martírio, apedrejado, queimado e decapitado na Etiópia, de onde as relíquias do santo teriam sido transportadas para Paestum.

Depois, essas relíquias foram levadas para a cidade italiana de Salerno (1080), onde até hoje se encontram e sejam consideradas pelos mais crentes como verdadeiramente do santo.

Apóstolo e evangelista, pela tradição ele pregou pela Judéia, Etiópia e Pérsia e a igreja romana celebra sua festa em 21 de setembro, e a grega em 16 de novembro e seu símbolo como evangelista é um anjo.

OBS.: Os outros evangelhos sinóticos são os de Marcos e o de Lucas. Os três Evangelhos são assim chamados porque permitem uma vista de conjunto, dada a semelhança de suas versões e apresentam Jesus como uma personagem humana destacando-se dos comuns pelas suas ações milagrosas.

O Quarto Evangelho, o de João, descreve um Jesus como um Messias com um carácter divino, que traz a redenção absoluta ao mundo, relatando a história de Jesus de um modo substancialmente diferente, pelo que não se enquadra nos sinópticos.

Em bom português sinóptico vem do grego synoptikós, que significa de um só golpe de vista entender várias coisas. Relativo a sinopse; que tem forma de sinopse; resumido.


São Mateus Apóstolo, rogai por nós!

Nilton de Carvalho
Vocacionado - Diocese de Guarulhos


JESUS…
O maior Homem na história, JESUS CRISTO, não teve nenhum empregado, no entanto chamaram-no Soberano.
Não teve nenhum diploma, no entanto chamaram-no professor.
Não tinha nenhum medicamento, no entanto chamaram-no Doutor.
Não teve nenhum exército, no entanto os reis temeram-no.
Não ganhou nenhuma batalha militar, no entanto conquistou o mundo.
Não cometeu nenhum crime, no entanto o crucificaram.
Foi enterrado num túmulo, no entanto vive hoje.
Sinto-me honrado por servir tal chefe que me Ama!
Se você crê em Jesus Cristo, envie isto a todos os seus conhecidos e não simplesmente ignore.
Se ignorar, lembre-se exatamente o que Jesus disse:
’se me negar na frente dos homens, negá-los-ei na frente do meu Pai no céu’.
‘Às vezes, quando tudo dá errado acontecem coisas tão maravilhosas que jamais teriam acontecido se tudo tivesse dado certo’

Ricardo Teixeira
Vocacionado-Diocesano



Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia como tratamos o nosso celular?
E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?
E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia?
E se voltássemos para apanhá-la quando esquecemos em casa, ou no trabalho?
E se usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?
E se a déssemos de presente às crianças?
E se a usássemos quando viajamos?
E se lançássemos mão dela em caso de emergência?
MAIS UMA COISA:
Ao contrário do celular, a Bíblia não fica SEM SINAL. Ela acompanha em qualquer lugar.
Não é preciso se preocupar com a falta de crédito, porque JESUS já pagou a conta e os créditos não têm fim.
E o melhor de tudo: Não cai a ligação e a carga da bateria é para TODA A VIDA !!!
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Segue abaixo os "telefones" de emergência da Palavra (BÍBLIA)

*Quando estiver triste, João 14.
*Quando pessoas falarem de você, Salmo 27.
*Quando estiver nervoso, Salmo 51.
*Quando estiver preocupado, Mateus 6:19, 34.
*Quando estiver em perigo, Salmo 91.
*Quando Deus parecer distante, Salmo 63.
*Quando sua fé precisar ser ativada, Hebreus 11.
*Quando estiver solitário e com medo, Salmo 23.
*Quando for áspero e crítico, 1 Coríntios 13.
*Para saber o segredo da felicidade, Colossenses 3:12-17.
*Quando quiser paz e descanso, Mateus 11:25-30.
*Quando sentir-se triste e sozinho, Romanos 8:31-39.
*Quando o mundo parecer maior que Deus, Salmo 90.
*Quando sentir-se fraco e/ou incapaz, 2 Corintios 12:10.

Autor desconhecido

Ricardo Teixeira
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